POSTADO EM REDES SOCIAIS

RAIVA, IRRITABILIDADE, IRA, ÓDIO MAL CANALIZADOS (PARA MALDADE), PODE RESULTAR NOS 'ANTI-SOCIAIS' (NÃO CONFUNDIR COM 'TIMIDEZ' OU 'FOBIA SOCIAL') > SÃO OS 'PSICOPATAS E/OU SOCIOPATAS'. É A BANDIDAGEM. ALÉM DE ELEVADO GRAU DE AGRESSIVIDADE, PODEM TER REQUINTES DE CRUELDADE; COMO TORTURAS, ESTUPROS, PEDOFILIA, ETC. AGORA, PARA EFEITO INVERSO E DESCONTRAIR, O ÉPICO 'BRUCE WAINE'!

POSTADO EM REDES SOCIAIS

HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO > AS GUERRAS: COVARDIA, CORAGEM, MEDO, ÓDIO, AGRESSIVIDADE, PÂNICO, INJUSTIÇA, VINGANÇA, GANÂNCIA, SOBERBA, ONIPOTÊNCIA, CRIMES; TEM DE TUDO AÍ, NUMA SALADA DE FRUTAS PODRES. MENOS TOLERÂNCIA, DEMOCRACIA, DIPLOMACIA E 'PAZ-CIÊNCIA'.

HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO > ENTRELAÇADA À HISTÓRIA DA MEDICINA: A 'GRIPE ESPANHOLA' TERIA SIDO CONSEQUÊNCIA DE UM VIRUS PROLIFERADO APARTIR DOS CADÁVERES DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL. ENDÊMICA NA ESPANHA, ONDE MATOU 21 MILHÕES DE ESPANHÓIS, RAPIDAMENTE EVOLUI À PANDEMIA, ATINGINDO INCLUSIVE O BRASIL (CONTINENTE DISTANTE E SEPARADOS PELO MAR). MUITO SOFRIMENTO HUMANO, MUITO MEDO E MUITAS MORTES.

HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO > INCLUINDO HISTÓRIA DA MEDICINA: PESTE NEGRA OU PESTE BUBÔNICA. DEVASTADORA DOENÇA CAUSADORA DE EXTREMOS SOFRIMENTOS HUMANOS E MORTES DESUMANAS.

HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO > APÓS A PRÉ-HISTÓRIA, VÁRIOS SÃO OS EXEMPLOS DO CONTINUÍSMO DO SOFRIMENTO HUMANO MUNDO AFORA. ADMIRÁVEL COMO CONSEGUEM, TRIBOS AFRICANAS, SOBREVIVER ÀS MAIS ADVERSAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS, MEDIANTE DESENVOLVIMENTO DE UMA CULTURA PRÓPRIA ADAPTADA. E, SABEDORIA, NÃO É SÓ TER CONHECIMENTOS GERAIS, MAS PRINCIPALMENTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA VIVER SUFICIENTEMENTE BEM ONDE SE ESTÁ. ASSIM, UM SÁBIO URBANO, É UM IGNORANTE NUM DESERTO OU SAVANA; E VICE-VERSA.

Ricardo Bing Reis TRIBOS AFRICANAS E CLÃS.
30 de março de 2012 às 00:13 ·

RELUTANDO À MUDANÇAS: HÁ QUEM PENSE QUE MUDAR A FORMA DE PENSAR É 'FALTA DE PERSONALIDADE'. JÁ QUE NÃO MUDAM MESMO, NUNCA SABERÃO QUE É O CONTRÁRIO, EVOLUÇÃO. NASCEM E MORREM NÃO SABENDO AS MESMAS COISAS.

HISTÓRIA NATURAL > AO CONTRÁRIO DO QUE PARECE, OS ANIMAIS SÃO DE NATUREZA ALTRUÍSTA, SE OBSERVARMOS A TEMÁTICA NO SENTIDO AMPLO, DE MANUTENÇÃO DAS ESPÉCIES. SERIA O 'GENE ALTRUÍSTA' SE SOBREPONDO AO 'GENE EGOÍSTA'. OU SEJA, O 'DARWINISMO SOCIAL DO BEM' É O OBJETIVO FINAL; E NÃO O 'EGOÍSMO INDIVIDUAL'. DAÍ PORQUE, CONJECTURO QUE FAZ PARTE DAS NECESSIDADES BIOLÓGICAS DO SER HUMANO TER PENSAMENTOS, SENTIMENTOS E ATITUDES ALTRUÍSTAS. E QUE, POR INCRÍVEL E PARADOXAL QUE PAREÇA, OS MAIORES PRAZERES ESTARIAM EM AJUDAR OS OUTROS, MAIS QUE A SI MESMO (EMBORA PRESERVAR-SE EM PRIMEIRA INSTÂNCIA SEJA IMPERATIVO, POR AUTO-ESTIMA). ENTÃO, POR ESTA LÓGICA, QUE É LÓGICA, O EGOÍSTA ACABA INFELIZ, E, O ALTRUÍSTA, NO MÍNIMO, MENOS INFELIZ.

ANSIEDADE > O MEDO TALVEZ SEJA O SENTIMENTO MAIS DESAGRADÁVEL; OU TANTO QUANTO A DEPRESSÃO. NÃO BASTASSE, A ANSIEDADE INTENSA E PROLONGADA, ACABA TAMBÉM DEPRIMINDO O PADECENTE. E, O PRIMARIAMENTE DEPRIMIDO, POR INTENSIDADE SIGNIFCATIVA E PROLONGADA, ACABA POR TAMBÉM FICAR ANSIOSO. AO FINAL, DA 'INCONFORMIDADE', EM AMBOS OS CASOS, PODE SOBREVIR A IRRITABILIDADE E ATÉ SUA ATUAÇÃO: A AGRESSIVIDADE. UM 'CÍRCULO VICIOSO ', SEM DROGAS. OU ATÉ COM.

Ricardo Bing Reis OUTRORA, 'DISTURBIO' ERA DESIGNAÇÃO PARA QUADRO ORGÂNICO E, 'TRANSTORNO' LEMBRAVA PSIQUICO. HOJE, GENERALIZOU-SE O TERMO 'TRANSTORNO' PARA SENTIDO AMPLO, ABRANGENDO AMBAS AS FORMAS. ATE PORQUE, MUITAS E MUITAS VEZES NÃO SE CONSEGUE DETERMINAR ONDE COMEÇA UM OU OUTRO, EM LINHA TÊNUE. ESTE VIDEO ESCLARECE MUITOS CONCEITOS, POIS DESCREVE A 'ANSIEDADE GENERAALIZADA' E SEUS FILHOS: 1- 'TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO (TOC)'; 2-'FOBIAS'; 3- 'HIPOCONDRIA'; 4- 'HISTERIA'; 5-'SINDROME DO PÂNICO'; 6-'SINDROME DO ESTRESSE POS-TRAUMATICO'. NÃO ESQUECENDO AS PSICOSSOMATIZAÇÕES RESULTANTES. OBSERVAÇÃO: MEU COMPUTADOR, NESTE TRECHO, 'COMEU' TODOS ACENTOS!
24 de março de 2012 às 14:46 ·

O EXTREMO DA ANSIEDADE > SENSAÇÃO DE 'MORTE IMINENTE': 'SÍNDROME DO PÂNICO'. IMAGINE-SE ESTAR, SUPOSTAMENTE, FRENTE À FRENTE COM A MORTE. FREQUENTEMENTE ACABAM NO HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO, IMAGINANDO ESTAR INFARTANDO. E, QUE BOM QUE VÃO.

DEPRIMIDOS E BIPOLARES > VOCÊS NÃO SÃO ÚNICOS E NÃO ESTÃO SOZINHOS!
DEPRESSÃO > OU DEPRESSÃO UNIPOLAR.
MANIA > OU EUFORIA UNIPOLAR.
BIPOLARIDADE > MISTO ENTRE DEPRESSÃO E MANIA/EUFORIA.

RESSALVA: ESPECIAL PARABÉNS PARA OS AUTORES DESTE VÍDEO. HÁ QUEM DIGA
QUE INTERNET PODE SER PREJUDICIAL. DEPENDE DO QUE VOCÊ GARIMPA.

Ricardo Bing Reis OS DEPRIMIDOS, NÃO RARO, EXPLORAM BEM SEUS POTENCIAIS DE INTELIGÊNCIA, PELA INTROSPECÇÃO. VIDE SCHOPENHAUER (SE É QUE A ESCRITA ESTÁ CORRETA!). JÁ OS MANÍACOS (E BIPOLARES), TANGENCIAM A GENIALIDADE, PELA RAPIDEZ DE RACIOCÍNIO E INESGOTÁVEL CRIATIVDADE. VIDE BEETHOVEN (SE É QUE A ESCRITA, DE NOVO, ESTÁ CORRETA!). SUA CAPACIDADE ERA TANTA, QUE COMPÔS SUAS MELHORES OBRAS, JÁ SURDO, FRUTO DE NEURO-SÍFILIS. ACHO.
24 de março de 2012 às 04:56 ·

DEPRESSÃO > SERIA A EMOÇÃO QUE ABANA COM UMA SENSAÇÃO DE 'DESISTÊNCIA' IMINENTE (OU ATÉ JÁ OCORRIDA)?
TRISTEZA > SERIA UM SENTIMENTO DE VAZIO POR PERDA TRANSITÓRIA?

 

NÃO SOMOS CONFLITUADOS, MAS O PRÓPRIO CONFLITO. A NOSSA SELVAGEM 'NATURE' (NATUREZA EM SENTIDO SUBSTANTIVADO), TEM EMOÇÕES QUE INSISTEM EM SER ECLODIDAS E ATUADAS. MAS, O NOSSO 'NURTURE' (PSIQUISMO, QUE TENDE AO ABSTRATO E ADJETIVADO), FAMILIAR E SOCIALMENTE MOLDADO, PROMOVE UMA INTERAÇÃO COM AS EMOÇÕES NEUROBIOQUÍMICAS. DESTE EMBATE, TUDO PODE RESULTAR; OS MAIS VARIADOS SENTIMENTOS. INCLUSIVE: ARROGÂNCIA/SOBERBA/JACTÂNCIA, GANÂNCIA/COBIÇA, AVAREZA, LUXÚRIA, INVEJA, CIÚMES, PREGUIÇA/PROCRASTINAÇÃO, GULA, HUMILDADE, OBSTINAÇÃO/PERSEVERANÇA, ETC, ETC, ETC.

Ricardo Bing Reis SUGESTÃO: LEIA O MUITO BEM REDIGIDO TEXTO QUE VEM ANEXADO À PARTE INFEIOR DO VÍDEO.
24 de março de 2012 às 02:59 ·

Ricardo Bing Reis Entrando nas livrarias de hoje, entro em vertigem de tanto girar vendo livros por todos os lados, em prateleiras alcançando 4 metros de altura, mais balcões lotados de empilhados; mais mezaninos e depósitos lotados de livros de todas naturezas. Chego a ficar ansioso. Ser mais 1 não é mau, mas acho que o site que faço, é mais dinâmico, passível de idas e vindas, de acordo com as circunstâncias, que vão e voltam.
24 de março de 2012 às 03:15 ·

IÔ-IÔ DE EMOÇÕES E SENTIMENTOS > BIPOLARIDADE.

Ricardo Bing Reis OBSERVEM O SOFRIMENTO DOS BIPOLARES. JA OS MANIACOS UNIPOLARES, PODEM JULGAR-SE COMO TENDO UMA VIDA MARAVILHOSA, POIS PREDOMINA A EUFORIA. COMO SE ESTIVESSE SEMPRE SOB EFEITO DE COCAINA. MAS ISTO, TAMBEM POR INSUFICIENTE COMPONENTE DE MEDO, PODE TER FINS TRAGICOS NA VIDA DA PESSOA; EM TODAS INSTÂNCIAS. NÃO VÊ MOTIVOS PARA SE TRATAR, ALEM DE JULGAR-SE SABER DE TUDO SOBRE TUDO; NÃO RARO EGO-SINTÔNICO. CASO COMPLICADO: COMO LEVAR À TRATAMENTO ALGUEM QUE SE JULGA ESTAR MARAVILHOSO?
24 de março de 2012 às 15:00

Ricardo Bing Reis O SOFRIMENTO DO MANIACO SERIA VELADO, OCULTO, 'ESCONDIDO A SETE CHAVES'.
24 de março de 2012 às 15:01 ·

AJUDAR PESSOAS COM TRANSTORNOS E/OU DISTÚRBIOS DO COMPORTAMENTO, DE QUALQUER NATUREZA, É UMA INICIATIVA MUITO DESGASTANTE. A RESISTÊNCIA DO SUPOSTO AJUDADO, DESGASTA DEMAIS O 'SOCORRISTA'. TAMBÉM PODE HAVER UM 'CONTÁGIO' DAQUELE HUMOR INADEQUADO, AO AJUDANTE, JÁ QUE NINGUÉM ESTÁ IMUNE À UM AMBIENTE DE CIRCUNSTÂNCIAS DESFAVORÁVEIS. POR FIM, O AJUDANE TEM QUE TOMAR PRECAUÇÕES, CUIDADOS E ATÉ ORIENTAÇÕES PROFISSIONAIS, PARA NÃO SE DEIXAR ABATER TAMBÉM. É ÁRDUA A TAREFA DE PESSOAS QUE TENTAM AJUDAR PESSOAS DIFÍCEIS DE AJUDAR. MAS É ATO NOBRE, ALTRUÍSTA E HUMANO.

Ricardo Bing Reis RESUMINDO: A FAMÍLIA DE UM PADECENTE DE TRANSTORNO E/OU DISTÚRBIO MENTAL, TAMBÉM ACABA POR SER SEMELHANTEMENTE PADECENTE. NÃO RARO, DEPENDENDO DA GRAVIDADE E COMPLEXIDADE, RECOMENDA-SE 'TERAPIA DE FAMÍLIA', PARA APRENDER A MELHOR ADMINISTRAR OS CONFLITOS E DAR MELHOR APOIO AO FOCO.
22 de março de 2012 às 20:51

PREGUIÇA > ESTE 'PECADO CAPITAL', PODE SER SONO, CANSAÇO/ASTENIA, PROSTRAÇÃO; ASSIM, PODE SER POR UMA DOENÇA ORGÂNICA. O QUE APARENTA MERA TROCA DO 'DIA PELA NOITE', IMPLICARIA, EVENTUALMENTE, EM SER UM AVISO DE SEU CORPO, DE QUE ALGO NÃO VAI BEM. VALORIZE SEUS SINTOMAS.

ACHO DIFÍCIL A VIDA EM PAÍSES DO FRIO. ACHO QUE ATÉ AS PESSOAS ACABAM POR FICAREM FRIAS. SAIR PARA TRABALHAR EM DIAS QUE MAIS SÃO NOITE, VOLTANDO NAS MESMAS CONDIÇOES, NÃO É, DE FATO, AGRADÁVEL, PELO MENOS PARA MIM. MAS A CONVERSA (TALVEZ 'MOLE') É SEMPRE A MESMA, DE QUE NÃO SE SENTE FRIO, POIS OS LUGARES SÃO AQUECIDOS. NUNCA VI RUAS AQUECIDAS.

RRicardo Bing Reis Talvez este seja o ponto. Ambientes fechados fazem-me sentir preso, como se detido fosse. Preciso da rua. Até shoppins, tolero por pouco tempo. Sem que eu seja claustrofóbico. Talvez meu tipo de persolidade. Sem falar do sono que fico pela pouca luz. Chego a ter que dormir 1h no meio do dia.
17 de março de 2012 às 12:10

Ricardo Bing Reis Acredito que meu nível de melatonina baixa demais sem luz intensa.
18 de março de 2012 às 00:11

'CABEÇAS FALANTES' SÃO CABEÇAS PENSANTES. PODEM PENSAR MAL E SOMENTE FALAR ABOBRINHAS; PODEM PENSAR BEM E FALAR COISAS GENIAIS. ESTAS, MUITAS VEZES, SÃO MAL ENTENDIDAS PELO SENSO COMUM, E, O GENIAL, É TIDO POR 'MALUCO'. ISTO PORQUE, A PESSOA MUITO INTELIGENTE, POR TER RACIOCÍNIO RÁPIDO, FAZ ASSOCIAÇÕES ENTRE METÁFORAS E METONÍMIAS, DE TAL SORTE QUE PENSA LÁ ADIANTE. E, SE TAMBÉM PRECAVIDO, PODE SER TOMADO POR VISIONÁRIO E/OU PARANÓICO. FATO É QUE, TAIS PESSOAS, SE CARACTERIZAM POR SUA JOCOSIDADE, BOM HUMOR, IRONIA, IRREVERÊNCIA. ANTES DE ROTULÁ-LO DE 'DEBOCHADO' OU 'CÍNICO', ANALISE SE, EM VERDADE, NÃO É UM DIPLOMATA E DEMOCRATA, USANDO DESTAS 'ARMAS' CITADAS PARA DIZER O QUE DESEJA, SEM RECEBER 'NÃOS' DESENFREADOS. ASSIM, JÁ LI QUE PARA SER FELIZ, IMPERA SER BURRO PARA NÃO IDENTIFICAR AS AGRURAS DA VIDA. CONCORDO EM PARTE. O DESCONTENTAMENTO HUMANO BIOLÓGICO, CASO EXISTA MESMO, ATINGIRIA PARVOS E LIGADOS. MAS, MELHOR SER UM INTELIGENTE QUE SAIBA ADMINISTRAR AS DIFICULDADES E DESCONTENTAMENTOS, COM HABILIDADES QUASE CIRCENSES PARA RELACIONAR-SE, INCLUSIVE CONSIGO MESMO. E BYRNE PARECE SER O MESTRE DA IRREVERÊNCIA.

Ricardo Bing Reis CUIDADO: POLICIAR-SE, PARA NÃO FALAR DEMAIS E FERIR PESSOAS AO SEU REDOR.
17 de março de 2012 às 01:47

PREGUIÇA > DICIONÁRIO: 'FALTA DE VONTADE OU DE ENERGIA PARA AGIR, OU DE ATUAR EM CERTA ATIVIDADE'. É IMPORTANTE, ANTES DE ROTULAR ALGUÉM DE PREGUIÇOSO, INVESTIGAR SE HÁ, NESTA PESSOA, ALGUM DISTÚRBIO QUE POSSA ESTAR 'SUGANDO' AS ENERGIAS DELA. ENTÃO, NÃO SE TRATARIA DE PREGUIÇA, MAS ASTENIA, UMA ESPÉCIE DE CANSAÇO POR MOTIVOS ORGÂNICOS. CITARIA, POR EXEMPLO: 1- DOENÇAS HORMONAIS; DA TIREÓIDE (T3, T4, TSH), HORMÔNIOS SEXUAIS (TESTOSTERONA, PROGESTERONA, ESTRÓGENOS), ANEMIAS E OUTRAS HEMATOPATIAS. A RIGOR, A GRANDE MAIORIA DAS DOENÇAS SÃO POTENCIALMENTE CAPAZES DE GERAR ASTENIA E PROSTRAÇÃO; JÁ QUE ELAS FUNCIONAM COMO 'PARASITAS' DE NOSSO CORPO, EXPOLIANDO NOSSAS ENERGIAS. TAMBÉM NÃO ESQUEÇAMOS DA DEPRESSÃO. NESTES CASOS, TEMOS UM DOENTE, QUE PADECE DE SEU VILÃO: UM DISTÚBIO ORGÂNICO. LAMENTAVELMENTE, MUITOS DESTES SÃO ROTULADOS DE VAGABUNDOS. ASSIM, DISCORDARIA EM PARTE DO DICIONÁRIO. DIRIA: 'PREGUIÇA É FALTA DE VONTADE PARA AGIR, APESAR DE ESTAR COM SEU POTENCIAL ENERGÉTICO PRESERVADO. OU SEJA, UM SAUDÁVEL, QUE NÃO SE ESFORÇA, QUE NÃO TEM FORÇA DE VONTADE; E QUE ATUA TAL CONDIÇÃO, POR LERDEZA E MÁ VONTADE'. POR OUTRO LADO, AQUELE QUE TEM FALTA DE VONTADE PARA AGIR, MAS ENFRENTA-SE, AGINDO, NÃO É, PARA MIM, UM PREGUIÇOSO, MAS, EM APARENTE PARADOXO, UM VENCEDOR, QUASE UM HERÓI; VISTO QUE CONSEGUE SUPERAR-SE A SI MESMO. NINGUÉM É OBRIGADO A GOSTAR DE TRABALHAR, ATÉ PORQUE, GOSTO É GOSTO. MAS TRABALHAR MESMO SEM GOSTAR, TENDO AINDA UM RENDIMENTO BOM OU ÓTIMO, É UMA ATITUDE NOBRE. ABRO PARÊNTESE PERTINENTE MAS TALVEZ INADEQUADO: (AMIGO DISSE-ME QUE 'SE TRABALHO ENOBRECESSE, ESTIVADOR ERA CONDE'!). FECHEI O PARÊNTESE. AGORA PENSO NA GRANDE QUANTIDADE DE PESSOAS QUE VEJO DIZER AMAR O QUE FAZEM. MAS AMAM A SEXTA E ODEIAM A SEGUNDA. TALVEZ DIGAM PARA DEMONSTRAREM TER UMA (INEXISTENTE) VIDA PERFEITA, TALVEZ POR MEDO DAS FOFOCAS SOCIAIS QUE PODERIAM CULMINAR COM A PERDA DE SEU EMPREGO OU CLIENTELA, TALVEZ AIND POR MOTIVOS HISTÓRCO-CULTURAIS ONDE ISTO PODERIA SER CONFUNDIDO COM PREGUIÇA E ENQUADRADO ENRE OS 'SETE PECADOS CAPITAIS/MORTAIS. E QUIÇÁ, SECULARMENTE, NINGUÉM QUISESSE ARRISCAR MAU DESEMPENHO NO JUÍZO FINAL... VERDADE É QUE POUCOS DIZEM, ABERTAMENTE, NÃO GOSTAREM DE TRABALHAR. NÃO SIGNIFICA QUE NÃO ESCOLHERAM BEM SUAS PROFISSÕES, MAS SIM DE QUE A ROTINA DESGASTA. ENTÃO, VOCÊ PODERIA PENSAR EM UM OFÍCIO ONDE QUASE NÃO HÁ ROTINA. ALÉM DE, NO MOMENTO, NENHUM ME OCORRER; ARREMATARIA DIZENDO QUE A FALTA DE ROTINA, COM O TEMPO, SE TORNARIA ROTINEIRA. NÃO É PECADO NÃO GOSTAR DE TRABALHAR, DESDE QUE O DESEMPENHE BEM. MAS É INDIGNO SER DESLEIXADO, MAL INTENSIONADO, IRRESPONSÁVEL E, POR CONTA DISTO; COMPROMETER TERCEIROS. CONVERSANDO COM PSIQUIATRA AMIGO, COMENTOU-ME QUE SUPUNHA TERMOS 90% DAS PESSOAS NÃO GOSTANDO DE TRABALHAR E/OU DO QUE FAZEM. UM SEGUNDO AMIGO, ME OBSERVOU QUE 'TRABALHO BOM É O QUE DÁ DINHEIRO'. ENTÃO, ME VEIO UMA LUZ: TALVEZ, AQUELES QUE DIZE 'AMO O QUE EU FAÇO', EM VERDADE, 'AMAM O DINHEIRO FRUTO DO QUE FAZEM'. ASSIM, ENTENDER-SE-IA O 'WORKAHILICISMO', QUE ESTARIA FUNDAMENTADO À PAIXÃO NÃO AO OFÍCIO, MAS AO DINHEIRO: É A GANÂNCIA. AÍ, JÁ ESTARÍAMOS IMPLICANDO EM OUTRO 'PECADO CAPITAL'. A GANÂNCIA. E, SE AINDA 'PÃO-DURO', A AVAREZA. MAS JÁ SÃO ASSUNTOS PARA OUTRAS OCASIÕES. DO OUTRO LADO, TEMOS O DESEMPREGO. SE DINHEIRO NÃO É TUDO, TUDO É A FALTA DE DINHEIRO. PRECISAR E QUERER TRABAHAR, MAS ESTAR PROLONGADAMENTE DESEMPREGADO, TE COLOCA ATÉ À UM GRAU DE AFLIÇÃO. MESMO EFEITO PELA BAIXA DE DEMANDA DE UM PROFISSIONAL AUTÔNOMO. SOMENTE AQUI, CONSTATAR-SE-Á QUE, MESMO NÃO GOSTANDO DE TRABALHAR, FAZÊ-LO, É UM PARAÍSO FRENTE À ANGUSTIANTE SITUAÇÃO DO DESEMPREGO; ONDE ATÉ A AUTO-ESTIMA CAI À LIMITES PERIGOSOS.

ANESTÉSICOS PARA AS DORES MENTAIS DOS DESCONTENTAMENTOS EXACERBADOS > A DINÂMICA DO RACIOCÍNO GERADOR DO PROJETO TALVEZ SEJA DE QUE 'A OCASIÃO FAZ O LADRÃO'. EU DIRIA QUE A OFERTA FACILITADA NÃO É O FATOR PRIMEIRO DO CONSUMO ABUSIVO DE PSICO-ESTIMULANTES/PSICOTRÓPICOS. NEM SEQUER AS TIDAS 'MÁS AMIZADES', ATÉ PORQUE NINGUÉM É OBRIGADO A SER AMIGO DE ALGUÉM. EMBORA OS AMIGOS TAMBÉM TENHAM SIM PARTICIPAÇÃO ATIVA EM VÁRIOS CASOS. NO BOJO, PENSO, ESTARIA O DESCONTENTAMENTO EXACERBADO (FRENTE AO QUAL A PESSOA ESTARIA SE 'AUTO-MEDICANDO', ALEATORIAMENTE, COM DROGAS QUE SUPOSTAMENTE LHE TRAZEM ALÍVIO - TRANSITÓRIO, NO MÁXIMO). CONSIDERO QUE O PROJETO PODE AJUDAR. DIFICULTAR O ACESSO ME PARECE UM PASSO SIGNIFICATIVO. E PELO MESMO MOTIVO NÃO CONCORDO COM A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA. O LIVRE ACESSO FARIA COM QUE PARTE DAS PESSOAS, PELOS PERFIS DE SUAS PERSONALIDADES, PASSARIAM, SÓ ENTÃO, A CONSUMIR, SIMPLESMENTE POR DEIXAR DE SER, PELO MENOS, UMA CONTRAVENÇÃO. VAI DA CONSTITUIÇÃO PSICO-MENTAL DE CADA UM. POUPAR ESTES, JÁ JUSTIFICA AS MEDIDAS. ALÉM DESTAS MEDIDAS PREVENTIVAS, POR OUTRO LADO, SUPONHO QUE ADEQUADOS 'ANESTÉSICOS' PARA DESCONTENTAMENTOS EXACERBADOS, SÃO OS TRATAMENTOS DA ÁREA 'PSI'; MEDICAMENTOSOS E/OU PSICOTERÁPICOS, DEPENDENDO DO CASO. CONSIDERO, INCLUSIVE, QUE MUITAS VEZES O RESULTADO É PARCIAL, QUASE INSUFICIENTE. QUANDO FÔR ASSIM, SERÁ AINDA MENOS RUIM QUE 'CHUTAR O PAU DA BARRACA' E RECORRER ÀS DROGAS. TAMBÉM HÁ DE SE DESCONTAR DESTE DESCONTENTAMENTO EXACERBADO, QUE O SOFRIMENTO FAZ PARTE DA EXISTÊNCIA HUMANA. SABEDOR DISTO, O PADECENTE TALVEZ PERCEBA QUE A RESULTANTE NÃO SEJA LÁ TANTO. DESTA FORMA, MUITO DO QUE SE DIZ SER UM SOFRIMENTO EXACERBADO, PODE, EM VERDADE, SER RESULTANTE DE UM CONTRASTE ENTRE AS ESPECTATIVAS PESSOAIS DESPROPORCIONAIS DELE, COM A REALDADE DE TODOS NÓS; O QUE ELE TEIMA EM NÃO ACEITAR. REITERO, ÁS VEZES PODE SER ISTO! NÃO ESQUEÇAMOS QUE FUMO E ÁLCOOL SÃO PORTAS DE ENTRADA DA MACONHA E ESTA, PARA DROGAS 'MAIS PESADAS', COMO COCAÍNA, CRACK, LSD, HEROÍNA E OUTRAS. LÓGICO QUE NÃO IMPERA TER QUE HAVER ESTA SEQUÊNCIA, SEQUER COMBINAÇÕES.

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COMO FACILMENTE OBSERVÁVEL PELOS VÍDEOS, TENHO MUITO VIVO EM MEU LOBO FRONTAL, OS ANOS 70 E 80. MINHA ESPOSA REFERE QUE SOU MUITO SAUDOSISTA. PERCEBO QUE ELA, AO DIZER, INTERPRETA ISTO COMO SENDO UM COMPORTAMENTO MELANCÓLICO. ENTÃO, PERGUNTO-LHES: ALGUÉM TERIA SAUDADE DE COISAS RUINS? SALVO MASOQUISMO, A MIM PARECE QUE NÃO.

O POTENCIAL PARA O QUE CHAMAMOS DE BEM OU DE MAL; FAZ PARTE DO NOSSO ORGÂNICO ANIMAL. OS ANIMAIS SABEM USAR NAS NECESSIDADES, POIS NÃO TEM PARTICIPAÇÃO DO PSIQUISMO. JÁ AS PESSOAS, PELO PSIQUISMO, PODEM ESTIMULAR(ALIMENTAR) UM LADO OU OUTRO. TEREMOS ASSIM, O TIDO BOM CARÁTER E O MAU CARÁTER.

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PRIMATAS PÓS-MODERNOS > A SOCIALIZAÇÃO TORNOU A NOSSA VIDA ANIMAL MENOS DIFÍCIL; PORÉM, NÃO MAIS QUE MENOS DIFÍCIL. AINDA TEMOS DENTRO DE NÓS, O LOBO DO MAL E O LOBO DO BEM. PREVALECERÁ AQUELE QUE VOCÊ, POR OPÇÃO(OU QUASE), ALIMENTAR MAIS. OU QUE JÁ VIER, NEURO-BIOQUIMICAMENTE, MAIS ENERGIZADO PELA PRÓPRIA NATUREZA. AS NECESSIDADES SÃO AS MESMAS DO AUSTRALOPITECUS, APENAS EM CONFIGURAÇÕES ADAPTADAS À CADA ERA CRONOLÓGICA, TENDO NÓS CHEGADO AONDE CHEGAMOS. É O PONTO DE CONVERGÊNCIA ENTRE A ANTROPOLOGIA BIOLÓGICA E A ANTROPOLOGIA SOCIAL.

CONTROLE TENDÊNCIAS À PROCRASTINAÇÃO. NÃO CONTROLE TENDÊNCIAS À OBSTINAÇÃO (NÃO CONFUNDA COM OBSESSÃO-COMPULSÃO). COMPLEMENTANDO O VÍDEO, 'DINHEIRO NÃO É TUDO, TUDO É A FALTA DE DINHEIRO'.

NÃO SERIA TODO MUNDO CHATO? OU POR OUTRA; CONVIVENDO NAS MAIS VARIADAS FORMAS DE RELACIONAMENTO (AMIZADES, TRABALHO, COLEGAS, VIZINHOS, ENAMORADOS, CASADOS, ETC); UM NÃO ACABA, MAIS CEDO OU TARDE, ACHANDO O OUTRO CHATO E VICE-VERSA?

THE CURE > MEDO: ROBERT SMITH REFERIU EM DVD QUE COMPREI: 'REINVENTAMOS NOSSO ESTILO, POIS DESCOBRIMOS QUE O MEDO FASCINA AS PESSOAS'. MASOQUISMO? ESTE VÍDEO PRECEDE ESTA FASE, EMBORA VISUAL JÁ MEIO ZUMBI.

APAIXONADOS SUFOCANTES > 'GIVE A LITTLE BIT'. (QUASE) NINGUÉM GOSTA DE PESSOA GRUDENTA. PEGA LEVE, DÊ ESPAÇO; SEM QUE ISTO SIGNIFIQUE DEIXAR SER ESPAÇOSO. RESPEITE-SE, RESPEITANDO A LIBERDADE DO OUTRO. PORQUE, O CIÚME FAZ MAIS MAL AO PORTADOR QUE AO VETOR, SEM DESPREZAR O SOFRIMENTO DESTE.

JÁ ATIVIDADE LABORAL BASICAMENTE BUROCRÁTICA ME ENLOUQUECERIA. MAL CONSIGO CONFERIR UM EXTRATO BANCÁRIO. SENDO SINCERO, NÃO CONSIGO. TUDO DEPENDE DO PERFIL DE PERSONALIDADE DO TRABALHADOR. IMPORTANTE: OS BUROCRATAS SÃO A COLUNA VERTEBRAL DA SOCIEDADE. MAS OUTROS TIPOS DE BUROCRACIA SÃO INEVITÁVEIS.

TRABALHAR NÃO É SÓ FAZER A PARTE QUE GOSTA. ISTO É TRABALHAR PELA METADE. ALMEJAR SÓ SE DAR BEM É UTOPIA. OS CRIATIVOS, INFELIZMENTE, TAMBÉM PRECISAM ATER-SE À BUROCRACIAS (FAZEM PARTE DA VIDA). OU SERÁ QUE NEM IMPOSTO DE RENDA VÃO QUERER PAGAR? A BANCA PAGA E RECEBE. CERTA MÃE ME DISSE QUE A GERAÇÃO QUE ESTÁ AOS 10 ANOS, É DO MILHÃO. SÓ FALAM EM MILHÕES. PERMITI-ME ACRESCENTAR: SERÁ A GERAÇÃO DA FRUSTRAÇÃO EXTREMA. INTOLERÂNCIA E SOBERBA PARECEM SER AS CARACTERÍSTICAS DO MOMENTO. OBSERVAÇÃO: A VIDA SURRA...

PARA 'ATEUS NÃO PRATICANTES' > O mais místico dos 4ever de Liverpool, parece que previa sua morte precoce. Trata-se de um gênio, que só não teve maior projeção na banda por sua timidez. Várias músicas suas foram 'deletadas' por Paul e John (que nem por isto deixam de ser pessoas ultra-brilhantes). Tanto é que, logo após separação do grupo, lançou um álbum TRIPLO denominado, adequadamente, 'All the Songs Should Pass'. E justo neste, esta canção que veio de dentro dele: 'My Sweet Lord'. Para vários 'experts', foi a alma dos Beatles. À-Deus. Amém.

DEPRESSÃO SAZONAL > Eu tenho muito disto. Dias frios, que escurecem às 17:30, chuvosos, me fazem mal. Sol, verão, praia me fazem muito bem. Acho que, gostar do inverso, é sim o realmente deprimente! Ideal é gostar de todas estações. Anti-ideal é não gostar de nenhuma.

 

RELACIONAMENTO > Sendo sincero comigo mesmo, acho que no namoro predominaria o 'agradar o outro'. No casamento, 'ser você mesmo'. É difícil sair disto. E não vejo nada de mal nisto. O namoro tem mais a ver com paixão. O casamento, com o amor verdadeiro. Nada impede de ser o inverso, e também com sentido.

Ricardo Bing Reis Suponho que é ledo engado um, ou ambos do casal, tentar mudar o outro. Tentar deixar o outro como pensa que é o certo, como pensa que melhor lhe convém, como pensa seria dos seus sonhos ou algo meio parecido. Uma adaptação parcial e moderada, de um para com o outro, parece adequado e bastante plausível. Porém grandes mudanças, não. Não se pode 'violentar a natureza' do perfil de personalidade da outra pessoa. Isso vai gerar raiva de um lado e frustração do que tenta mudar. Pode ser causa de conflitos tão intensos que culminam em separações. Assim, há de ser ter boa dose de tolerância, resiliência e flexibilidade em um relacionamento estável; caso contrário... É o que acho.
21 de outubro de 2013 às 13:15

Se bem me lembro, foi bem amigo de Freud em seus estudos Psicanalíticos. No entanto, Jung ali adiante, derivou para o 'místico' e 'esotérico'. Coincidência ou não, as palavras 'mito' e 'exótico' são semelhantes. Conforme escrevo no quadrante de Allan Kardec, não estou apto a tecer comentários sobre este tema, por falta de conhecimentos. Mas reitero, se as mensagens são alentadoras, que bom.

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Não tenho conhecimentos para falar sobre Espiritismo. Nem vidas passadas, nem reencarnação, nem bio-energética, etc. Mas tudo que vem para somar à construção, é bem-vindo. Já estas 'coisas' de bruxaria má e magia negra, coisas destrutivas, até com sacrifício de animais e pessoas, são atos satânicos (no sentido adjetivado e substantivado). Este texto é interessante. É a 'o cotidiano como ele é'. Descrição perfeita do dia-a-dia.

Ricardo Bing Reis SE NADA É POR ACASO; AQUI SE FAZ AQUI SE PAGA? TENHO OBSERVADO, INCRIVELMENTE, QUE SIM. APRONTOU AQUI, DE UMA FORMA OU DE OUTRA, RECEBE A CONTA ACOLÁ.
19 de fevereiro de 2012 às 22:51 ·

Se você tem dúvida quanto a casar com certa pessoa ou não, talvez fosse de pensar se ela se enquadra 'mais ou menos' no que você gostaria e procurava. Se a resposta for sim, não é um erro casar-se; dado que jamais encontrarás alguém que se enquadre perfeitamente. Suficientemente adequado, está 10.

Acho, repetindo, acho, que amor tem a ver com segurança. Lá por 1997, num curso que fazia em Psicoterapia, o mestre perguntou o que era de mais importante para uma criança. De pronto respondi que a cria-nça precisa criar-se e que, na cria-ção, alimento e calor eram os 2 fatores preponderantes. Ao que apontou para mim como se a mão fôsse o gatilho de um revólver. Pois errei. Seria o afeto. A falta deste, pelas diversas formas de contato humano, desendadearia uma sensação de abandono tal que resultaria tamanha sensação de insegurança e medo que o distresse (mau estresse) daí provindo, causaria a morte, por déficit imunológico e /ou colapso cárdio-vascular; por descarga vagal e morte por parada cárdio-respiratória. Nunca imaginara isto até então, embora, até então, já médico há 11 anos.

Li, em livro: modéstia é se fazer de humilde para 'ganhar confete'. Humildade é o que está aí embaixo. É bem ponderar-se. Nem super-valorizar-se, nem desprezar-se. Na medida. E, apartir daí, fazer o que pode. Humildade é o irmão univitelino da maturidade.

 

Frase, meio piegas, era dita por um primo meu. E hoje, 25 anos depois, vejo que ele tinha razão: 'Nenhum sucesso compensa o fracasso no lar'. O texto anexo é bem escrito.

Ricardo Bing Reis Sugiro 4 textos no site a seguir: '://www.carreiras.empregos.com.br/.../qua.../workaholic1.shtm': 1- Você é um workaholic?; 2- Teste: Você é um workaholic?; 3- Trabalhar muito não significa trabalhar melhor.; 4- Como descobrir o mundo fora do escritório.
30 de janeiro de 2012 às 19:46

O assunto 'workaholic' tem tudo a ver com 'ser um peixe fora dágua dentro de casa'; conforme visto abaixo. Daí, um teste.

Ricardo Bing Reis Alguns profissionais saem de casa às 6hs (quando os filhos ainda dormem) e voltam às 22hs (quando já estão dormindo de novo). Salvo casos de necessidade, por ser financeiramente carente; parece não ser surpresa se a adolesceência dos filhos vier a se apresentar complicada; embora possa ser também com pais muito zelosos.
30 de janeiro de 2012 às 19:41

Ricardo Bing Reis Isto inclui álcool e drogas.
30 de janeiro de 2012 às 21:42

E em casa?

Ricardo Bing Reis No ano passado, o inverno foi muito rigoroso e ainda havia grande quantidade de enxofre no ar pelo vulcão no Chile. Fiquei atordoado de tanta gente que vinha consultar. Naquele período, fiquei meio alheio às coisas de casa. Foi uma experiência doméstica muito ruim. Estava um peixe fora d'água na própria casa. Até minhas filhas perguntavam onde eu estava com a cabeça. Não vale a pena.
30 de janeiro de 2012 às 18:55 ·

Acabo de ouvir na CBN, pelo Max Gheringer, sobre o 'CAÇADOR DE ERROS'. São pessoas perfeccionistas que se afetam demais com seus próprios erros e impotências. Assim, procuram nos outros os erros para se sentirem 'na média'.
é o famoso 'estou dizendo isto para o teu bem'... O que pode até resultar mesmo em bem. Isto acontece nas empresas, entre 'amigos' , famílias, etc. E acrescenta que, faz parte do Ser Humano afetar-se com seus erros, por menor que sejam. Se temos 99% de acertos e 1% de erro; e vem esta mala nos apontar o 1%, estraga nosso dia, pois desencadeia em nós mesmos, como que uma auto-decepão e auto-raiva. E completa. As pessoas de sucesso que conhece, costumam reconhecer seus próprios erros, por maturidade. E, por maturidade, acabam desarmando os malignos cri-cris invejosos e matreiros, caçadores de erros. Até por que, ficam sem ter o que caçar. Nada mais frustrante para estes que, jamais reconheceriam seus próprios erros, assim, não tendo como deixar de ser caçador de erros. Em contra partida; seria interessante também um caçador de acertos. Existem!

Ricardo Bing Reis São pessoas que tendem a te botar para baixo, tentando dar uma ducha de água fria nos teus planos; inclusive realçando teus 'fracassos' lá de um passado que você nem lembra mais. E, destruir, é infinitamente mais fácil que construir. Não requer nem criatividade. Sei de empresário que se recusa a sentar em mesa de reuniões, onde haja sequer um pessimista.
30 de janeiro de 2012 às 08:43 ·

Ricardo Bing Reis Comprei um livro, há muito, e que na época tinha capa verde. Mais ou menos assim: 'Como decifrar e lidar com pessoas difíceis'. Vários amigos meus compraram para lidar comigo...
30 de janeiro de 2012 às 18:49

Ricardo Bing Reis E faltou o complemento. Há 2 maneiras de uma pessoa se destacar. Uma é ser bom no que faz. Maneira eficiente. A outra, é puxando os outros para baixo, tentando emergir. Claro que a primeira é mais difícil, mas a segunda é ineficiente.
30 de janeiro de 2012 às 21:49

Ricardo Bing Reis Se não me engano, também existe um livro 'Vampiro Emocional'; é como, por exemplo, o padecente que 'suga' seus cuidadores, para ganhos secundários. Até por simulações. Faz parte da abordagem da difícil tarefa de 'ajudar pessoas difíceis de ajudar'. Escrevi sobre isto no meu site www.osofrimentohumanoeamorte.com.br
5 de maio de 2012 às 16:22

Distúrbios e Transtornos comportamentais: 'De perto, ninguém é normal'! Seria assim mesmo?

Ricardo Bing Reis Este teste, é sobre forma de pensar. Mas se, o pano de fundo é sua genética e primórdios psíquicos, talvez eles possam refletir em sua forma de pensar. Assim, no sentido inverso, pela sua forma de pensar, poderíamos deduzir sua genética e seus primórdios psíquicos?
27 de janeiro de 2012 às 02:04

Aquele que pensa sempre da mesma forma, e ainda pior, assim achando que está sempre certo, beira uma mula. Já que não nascemos sabendo, temos que estar alerta por premissas que nos permitam uma análise mais completa das circunstâncias. E, se a conclusão é um ponto de vista melhor que o que tinha até então, por que não mudar? 'Prefiro ser esta metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo'... (Raul Seixas). No entanto, quando você se depara com estas antas, acho ser melhor se fazer de bobo, e sair de lado, feito carangueijo, para não perder seu tempo, e ainda evitar irritações desnecessárias, que em nada mudarão o raciocínio(?) do tolo.

PORQUE VOCÊ E IMPORTANTE EM MEU MUNDO:

Ricardo Bing Reis Rafach Stark , teu texto me pegou de surpresa. Tão raro hoje produzir-se textos sábios para compartilhar. Sinto-me honrado em tê-lo recebido. Muito genuíno, muito maduro e também bem escrito. Sincero. Estive 'passeando' por tua Linha do Tempo e percebi que tuas postagens são sempre pertinentes. Parabéns. Grande abraço, e te desejo com sinceridade, um bom 'novo ano novo'. Muito obrigado. Ricardo.
28 de dezembro de 2013 às 17:15

ONIPOTÊNCIA E SOBERBA.

Rcardo Bing Reis Esta frase me cabe muito bem. Entretanto, com alguma ressalva. Quem aplacou definitivamente meus 'superpoderes' imaginários em devaneios fantasiosos, não foram exatamente os psicoterapeutas. Foi a própria vida. Hoje penso que a própria vida 'nos surra' à baixar nossas cabeças e narizes empinados. Pelo menos foi assim comigo. E deveria ser com quem tem mais de 1 neurônio (o que pode não ser assim tão frequente, lamentavelmente). Minha arrogância e minha vaidade (em todas as variantes que cabem ao campo semântico amplo da palavra 'vaidade'), sofreram tanto revés do cotidiano (de crises vitais e acidentais), que fui obrigado a bater 3 vezes no tatame, frente às adversidades. Felizmente aprendi a não enfrentar circunstâncias intransponíveis, aprendi a enfrentar circunstâncias transponíveis, aprendi a valorizar o moderado, o suficiente, o satisfatório. E, muito principalmente, aprendi a ter distância da ambição da perfeição. Assim, me mantenho longe desta tolice. E, manter-se suficientemente longe do infantil perfeccionismo, a mim parece se uma boa forma de se aproximar da tolerância consigo mesmo e para com os outros. Significa proximidade com a resiliência e flexibilidade. Significa amadurecimento, grau de conformidade (sem ser conformista). É muito melhor assim.
21 de dezembro de 2013 às 02:44

PREGUIÇA > SUA FACETA RUIM; SUA FACETA BOA.

Ricardo Bing Reis Contemplação e pessoa contemplativa, podem facilmente serem confundidos com preguiça e preguiçoso. Sendo eu um expert em ficar observando as coisas por horas, tal o mar em uma cadeira de praia; fui agraciado por meu pai, ainda antes dos 20 anos, por um apelido que perdura a mais de 30: 'Vaca na Sombra'. Não satisfeita, minha filha perguntou à professora de inglês dela, em pleno curso da aula, como seria o apelido do pai dela para aos britânicos. A professora riu, riu mais, continuou rindo. E disse não haver essa tradução, mas se fosse literal, seria ''Cow in the Shade". Não sei porque em inglês tudo fica mais bonito, tudo fica mais fashion! Ser um "Cow in the Shade" me serve, me parece bem melhor que ser um 'Vaca na Sombra'. Lembra uma coisa rápida, tal lâmina de barbear. Pensava ser 'shadow', mas meu dicionariozinho aqui me confirmou. Assim, aceitaria assinar um papel onde ficasse definido que ser contemplativo é ser um portador da preguiça boa (opcional); em contraste com a preguiça ruim, aquela que limita tua vida na busca dos teus objetivos e desejos.
3 de novembro de 2013 às 01:22

Ricardo Bing Reis E, como também traz aqui meu dicionário, 'without the slightest doubt (sem sombra de dúvida), a happy-go-lucky(sombra e água fresca)', são sempre bem vindos.
3 de novembro de 2013 às 01:30

"SEMPRE TENHA MEDO" & "NUNCA TENHA MEDO".

Ricardo Bing Reis Assisti esse filme para acompanhar minha filha de 6 anos. Em certo momento, o Homem das Cavernas, chefe da família (coisa que hoje já está flexibilizada), mencionou que precisamos ter medo sempre (para sobrevivermos). Que a vida lá fora da caverna é muito perigosa, cheia de sortilégios. Mais adiante, sequente a vários acontecimentos e frente a um terremoto que destruiu a caverna onde a família morava, viu-se de frente a esse mundo novo para ele, sempre por ele temido. As aventuras o fazem sentir-se poderoso. Ao final, diz 'nunca tenha medo'. Vi nesse filme uma Bipolaridade. Ora diz 'sempre ter medo', ora diz 'nunca ter medo'. Difícil uma descrição tão estreita entre o que preconizou esse personagem e o Distúrbio Maníaco Depressivo. Na Mania, não se tem o medo na medida suficientemente necessária. Inverso na fase Depressiva Ansiogênica. Que tal um meio termo? Ter medo quando necessário, não ter medo quando possível? O medo excessivo paralisa, o medo insuficiente tende a gerar acidentes. E, para a integridade, nada como parar no vermelho e passar no verde. Acho.
3 de novembro de 2013 às 01:46

O 'senso estrito', imagino eu, sempre sofreria um tsunami em contrário, do 'senso comum', no ímpeto de trazer-lhe de volta ao 'penso comum', mesmo sem intenção (no mais das vezes). Há de se ter muita convicção no seu modo de pensar (e de botar em prática seus pensamentos), para não sucumbir e voltar ao estado anterior, ao seu estado primário de 'contaminação cerebral', lhe incutido pela forma como 99,99% das pessoas pensam, baseado até em publicidades e propagandas, embora não só. Muitas e muitas vezes, para não ser mal interpretado, é até melhor nem insinuar uma revelação de como é sua forma de pensar. O pensante 'à parte', tende (quase) sempre a ser tirado para louco, para maluco; ou um mero teórico. E, se não pratica o que preconiza, é sim um mero teórico. Entre o pensar e concluir, até o 'por em prática', vai uma distância abismal, pois no primeiro momento você pensa, mas todos veem você fazendo o que todos fazem. Vencer essa barreira é tão árduo quanto o desgaste emocional e energético de pensar e pensar por anos e anos. Entretanto, se você não testar praticar o pensado, você terá, suponho, passado de um nível médio insatisfatório, do qual se propôs tentar sair, para um degrau de maior insatisfação, pois estará, agora, agregando à até então perda para o 'todos', uma perda para si mesmo. Nada é pior do que perder para si mesmo. E, o 'todos' seria o 'senso comum', não necessariamente 'mau senso', pois julgo que serve sim ainda como sendo 'bom senso' para boa certa parcela das pessoas, principalmente para aquelas que não sabem, não conseguem ou não querem pensar. Talvez por isso muitos aleguem que a burrice é uma dádiva, que a somente uma anta consegue ser suficientemente feliz. Acho que não é bem assim, os não anta também podem ser suficientemente feliz, mas lhe é bem mais custoso, pelos passos a seguir conforme já descrevi. Já a anta, nem sequer precisaria seguir tais passos. Apenas acho isso, com enorme grau de controversa e pensamentos em contrário, sempre bem vindos.

Que outro líder político se preocupa, genuinamente, com o bem estar pessoal, do bem estar do povo de seu país; e mais, do bem estar do mundo? Claro, não faltarão os invejosos para rotula-lo de demagogo, mas os de boa índole sabem muito bem separar os oportunistas malignos, dos gratos benignos. É o exemplo para todos os líderes mundiais, que só pensam em Money e Time is Money. Ele sabe muito bem que Time Ain't Money e Money for Nothing; lógico que, a partir do momento em que estão superadas as necessidades básicas para uma vida suficientemente boa, decapitando a ganância selvagem.

Ricardo Bing Reis ..."pensem que a vida humana é um milagre, que estamos vivos por milagre; e que, nada vale mais do que nossas vidas. É nosso dever biológico ter, acima de todas as demais coisas, o respeito à vida (impulsionando-a, recriando-a, procriando-a), entendendo que a espécie humana é sim nosso próprio nós"...
28 de setembro de 2013 às 21:18

Ricardo Bing Reis Particularmente, penso que Mujica, já a partir dessa introdução, desenhou um contraste abismal de sua maturidade pessoal, para com a imaturidade dos demais líderes(?) que discursaram antes dele, voltados sempre à uma temática superada, compulsivamente política, dinheirista e bélica; tal a presidente Dilma, Obama (chefe das maiores Forças Armadas do mundo) e do Irã. Discursos esses, meramente tradicionais, com seu bojo em poder, poder, poder. Todos anteriores a Mujica, pelo efeito comparativo, parecem terem feito abordagens protocolares e pífias!... E fizeram mesmo! O presidente uruguaio, em contra partida, fez um discurso humanitário, condenando as guerras como solução dos problemas políticos. Até se voluntariou para ajudar as Farc (Forças Revolucionárias da Colômbia) e o Estado da Colômbia, a fazerem um acordo de paz. // Esses discursos foram proferidos na Assembleia Geral das Nações Unidas - ONU/2013. // Ainda, alguns dias antes, criticou as intenções bélicas americanas de bombardear a Síria, dizendo, sabia e pertinentemente: "O único bombardeio admissível na Síria é de leite em pó, biscoitos e alimentos, não de armas"...
30 de setembro de 2013 às 00:58

Que outro líder político CONT

Ricardo Bing Reis Segue agora, com eventuais mínimos comentários agregados, as outras partes do discurso na ONU do presidente uruguaio, quando falou sobre 'paz', criticou 'o estímulo a uma vida de consumismo, desperdícios e resíduos'; e, em contra partida, apoiando 'os avanços da ciência'.
2 de outubro de 2013 às 14:13 ·

Ricardo Bing Reis Mas, sua postura pacifista parece que nem sempre foi assim. É ex-guerrilheiro; e, convenhamos, pegar em armas nunca é legal. Mas sua trajetória pelas diferentes fases do desenvolvimento humano, isto é, o processo de envelhecimento, lhe fez bem, amadurecendo com a vida e suas adversidades. Mesmo ateu e ex-guerrilheiro, foi convidado pelo Papa Francisco a visitar o Vaticano, visto considera-lo um homem sábio.
2 de outubro de 2013 às 15:35

Ricardo Bing Reis ..."Minha história pessoal, a de um garoto (porque algum dia já fui um garoto sim), sintonizava com a de tantos outros garotos, visando querer mudar a vida de sua época, a vida de seu mundo, sonhando com uma sociedade libertária e sem classes. Então, cada uma empunha as armas de acordo com seus próprios valores. Mas não podemos raciocinar como indivíduos; e sim, devemos raciocinar como uma espécie"...
2 de outubro de 2013 às 15:40

Ricardo Bing Reis ..."As Repúblicas tem diferenciações hierárquicas muito radicais, esquecendo-se que ninguém é melhor do que ninguém. Líderes autoritários, desenvolvem, assim, seus nichos mais facilmente. Enquanto o homem viver em clima de guerra, estará ele na Pré-História, da qual somente sairá se arquivar as guerras. Não podem ser recurso para quando a política fracassa. Esse é o grande caminho e a grande marcha que o mundo tem pela frente para percorrer"...
2 de outubro de 2013 às 15:48

Ricardo Bing Reis ..."O capitalismo, está quase sempre prisioneiro da CAIXA DOS GRANDES BANCOS, que, no fundo, são o ÁPICE DO PODER MUNDIAL. O consumismo leva a uma acumulação de bens materiais, sobrevindo, logicamente, uma vida de desperdícios e de e resíduos. No fundo, estamos em uma contagem regressiva contra o mundo e sua natureza; contra a Humanidade como futuro. E, pior, uma civilização contra ter TEMPO LIVRE para viver as relações humanas: família, amor, amizade, aventura construtiva, solidariedade"...
2 de outubro de 2013 às 15:59

A AUTOEXPOSITIVA, AUTOANALÍTICA, ARRISCADA, POLÊMICA, PERTURBADORA, ANSIOGÊNICA, ANSIOLÍTICA, PRAZEROSA, ANTI TÉDIO; E, ENTÃO, COMPLEXA E MUITO DIFÍCIL ATIVIDADE DE ESCREVER. COMPENSAÇÕES MAIORES: AUTOCONHECIMENTO E SEU 'EFEITO PSICOTERÁPICO'; E AINDA O ALÍVIO DO MEU 'ETERNO E INATO DESCONTENTAMENTO ENDÓGENO, QUE É, POSSIVELMENTE, INERENTE A TODOS OS SERES HUMANOS'. APLACO ESTA INSATISFAÇÃO OCULTA INCOERENTE, 'IMPONDO-ME' "TEMPO LIVRE PARA A PRÁTICA DE MEUS ÓCIOS CRIATIVOS", TAL FAMÍLIA, AMIGOS, CONTEMPLAÇÃO, ROCK, FUTEBOL; E, ESCREVER ESPONTANEAMENTE, SEM COMPROMISSOS DE METAS. E, INTERESSSANTE, NADA DISSO REQUER DINHEIRO!...

Parabéns, é seu aniversário! Felicidades!!!

Ricardo Bing Reis Sempre procuro manter pelo menos uma aparência de 'bem estar', mesmo que 'em mal estar esteja'. Penso ser normal e compreensível sentir medos, ansiedades, irritabilidades, ódios, rancores, raivas, agressividades, depressões, desânimos, e vontade de desistir de tudo; (quase) todos os dias e até (quase) o dia todo. Mas, o diferencial talvez seja entre aqueles que lutam o tempo todo contra isto tudo; e, aqueles que se acomodam na intolerância e/ou no conformismo. As adversidades parecem tornar as 'pessoas do bem' ainda melhores; mas parece tornar as 'pessoas do mal' ainda piores. Claro que aqui, neste raciocínio de suposição, estou deixando à parte aqueles com transtornos e distúrbios orgânicos e endógenos da mente, onde parece que o tratamento medicamentoso seja a melhor saída.
26 de julho de 2013 às 13:15 ·

Ricardo Bing Reis O que eventualmente se deseja: "Parabéns e muito sucesso"! É provável que o sucesso implique em ser vencedor e vice-versa; sem que ambos estejam necessariamente agregados à dinheiro. Sucesso e vencer parece ser um conceito muito relativo, variando de pessoa para pessoa e, na mesma pessoa, em suas diferentes fases de seu desenvolvimento humano. Há muitas definições, artigos de capa, mas daqueles que ao se fechar a revista percebe-se que nada bateu, nada nos ficou. Pelo menos em parte, talvez o sucesso seja se sentir bem, em bem estar, da forma como a pessoa considera-se assim, em seu estado de equilíbrio. Se não precisar de muitas coisas materiais para ser suficientemente feliz, tanto melhor. Nesta circunstância, a suficiente felicidade estaria dentro de você. Quando precisa de dinheiro para comprar coisas materiais, a suficiente felicildade terá vindo de fora, não sendo realmente sua, não sendo endógena, mas exógeno-dependente.
1 de agosto de 2013 às 17:06 ·

Parabéns, é seu aniversário! Felicidades!!!

Ricardo Bing Reis Na suficiente felicidade endógena, você tem autonomia sobre seus sentimentos e emoções. Uma auto estima mais apurada e eficiente. Melhor discernimento, pois o bem estar pode ser encontrado em vários locais e de várias formas. E, muito importante, que não se confunda este reduzido ímpeto de 'quereres' com depressão, desânimo, tristeza e, principalmente, falta de ambição... Para estes, simples contemplações seriadas (por 3 ou 4 vezes por semana; 1 ou 2 horas), o que tem custo zero, podem bastar. Neste caso, o sucesso e as vitórias, em suma, o bem estar pessoal, dispensaria o dinheiro e seus correlatos, em função de momentos de prazer por si e em si. Dinheiro é fundamental para as necessidades básicas (que seriam variáveis entre as pessoas, que são 'balas sortidas'); contudo, depender (quase) que exclusivamente do dinheiro para se divertir e encontrar o bem estar, pode sugerir fortemente a necessidade do efeito ansiolítico (mas também ansiogênico) pelo ato das compras em shoppings. Pode implicar em frustração, já que, por melhor que seja a compra (e por melhor que fique a pilha de entulhos de grife em seu armário, quase sem uso), a satisfação estará fora de você, será exógena. Serias então um dependente de fatores extra você, para reduzir seus desconfortos e inquietações.
1 de agosto de 2013 às 17:23

Ricardo Bing Reis O voto mais frequente, por obviedade, é 'felicidade' em 'feliz' aniversário. Para ser suficientemente feliz ou (bem) menos infeliz, é condição indispensável não ficar perseguindo, até de forma desejada, a infelicidade. Sim, procurar a infelicidade para ser infeliz. Por mais ridícula que pareça a frase. Um exemplo que me ocorre é aquele relacionado ao comportamento de (muitos) certos dinheiristas. Procurei inutilmente no dicionário, não encontrei a palavra dinheirista. Talvez nem exista. Entretanto, quando a uso, imagino o ganancioso, mesmo que quiçá não seja assim. Tudo porque imagino ser o dinheirista, por extensão, um invejoso compulsivo. Sendo assim, tal dinheirista compulsivo (ganancioso) procura, de forma masoquista (via baixa auto estima) se comparar financeiramente com os outros, com base no que eles 'tem' ou 'não tem'. Quando este ganancioso tem mais que o comparativo do momento, sente, em suposição, certa indiferença ao fato, que passaria batido. Contudo, na sua ânsia de comparação (e, tendo em vista que apenas 1 pessoa é a mais rica do mundo), é mister que não tardará para dar de cara com alguém mais abonado. Então, bate a inveja e desmorona em infelicidade duradoura, doída. Então, fico a pensar no porque procura alguém mais abonado; e, leigamente, me ocorre 2 hipóteses: 1- para satisfazer sua ânsia (aparentemente) infundada em ser infeliz (o tal medo de ser feliz; ou ainda melhor dizendo, um compulsivo desejo de ser, de forma masoquista, um infeliz. Possivelmente um comportamento ligado a sentimentos de 'culpa', etc); 2- a pessoa já é infeliz (endógena e/ou exogenamente), e procura, inconscientemente, no comparativo com o mais abonado, um 'porquê' para ser infeliz tal qual é. / Continuando, fato é que, seja de uma forma ou de outra, o dinheirista/ganancioso que mede riqueza (ou menos pobreza) com outrem, já é, imagino, um eterno infeliz em potencial; primeiro porque sempre encontrará um 'vetor suficientemente endinheirado' para a sua inveja; segundo e muito principalmente, porque não é no dinheiro que está a maior parte da suficiente felicidade (sem nunca desmerecer a importância e a necessidade de ter-se sim, dinheiro).
3 de agosto de 2013 às 00:58

JOHN LENNON EM 1966 > "OS BEATLES SÃO MAIS POPULARES QUE JESUS CRISTO"!... PARECE QUE ESTA FRASE, QUE CAUSOU TANTA POLÊMICA, TRATOU-SE MERAMENTE DE UM MAL ENTENDIDO INTERPRETATIVO. ENTRETANTO, CASO NÃO FOSSE UM MAL ENTENDIDO, E SIM, UMA MANIFESTAÇÃO DE 'SINCERIDADE GENUÍNA' DELE; LEMBRARIA QUE ENQUANTO JESUS É 'O REI DA HUMILDADE', ELE, JOHN, SERIA 'O REI DA ARROGÂNCIA, DA SOBERBA, DA JACTÂNCIA, DA PREPOTÊNCIA E DA ONIPOTÊNCIA'. NESTAS CONDIÇÕES, JOHN CONSEGUIRIA SER SIM MAIS POPULAR QUE JESUS, MAS POR SER UM 'SINCERO E JENUÍNO IMBECIL (E NÃO FALTARIA QUEM ASSOCIASSE QUE '1966' LEMBRA '666', O NÚMERO DA BESTA!)'. CONTUDO, CONSIDERANDO-SE AS MÚSICAS DE CUNHO SOCIAL/ALTRUÍSTA QUE FEZ NA SEQUÊNCIA, PESSOALMENTE OUSARIA CONCLUIR TER-SE TRATADO MESMO DE UM MAL ENTENDIDO. POR OUTRO LADO, OUVINDO SUA MÚSICA 'GOD'!... // OBSERVAÇÃO: O RELATADO, EM NADA TEM A VER COM 'ATEÍSMO', E SIM, COM 'BLASFÊMIA (HERESIA, OFENSA, DESACATO, AFRONTA, AGRAVO, ATAQUE, INSULTO, ULTRAJE)'. OS ATEUS TENDEM A SER PESSOAS MAIS PROVIDAS DE BONDADE (GENEROSIDADE E 'ESPIRITUALIDADE') DO QUE MUITOS E MUITOS CRENTES; OS QUAIS 'QUANTO MAIS REZAM, ESTE A MAIS QUE REZAM, O FAZEM, POR SER MAIOR O PECADO'!...

COINCIDÊNCIA E IRONIA.
COINCIDÊNCIA > PARA MIM, QUE TANTO APRECIO UM BOM "ROCK 'N' ROLL", GANHEI UM PRESENTE JUSTO NO DIA 13/JULHO: NASCIMENTO DE MINHA FILHA, QUE RENOVA AS LEMBRANÇAS ENTRE ELA E O ROCK A CADA ANO DE ANIVERSÁRIO.
IRONIA > PARA MIM, QUE TANTO FALO DA VELHICE, NASCI JUSTO NO DIA 26 DE JULHO, QUE É O DIA DA VOVÓ E DO VOVÔ, EM ÚLTIMA INSTÂNCIA, POR CONTINUIDADE, 'DIA DO IDOSO'!... NADA É POR ACASO?

Ricardo Bing Reis SEGUNDO AMIGA, 13 DE JULHO É O "DIA DO ROCK" POR TER SIDO ESCOLHIDO EM HOMENAGEM AO "LIVE AID", NESTA DATA, EM 1985. ORGANIZADO POR BOB GELDOLF, REUNIU OS MAIORES ASTROS DO ROCK MUNDIAL EM PROL DO COMBATE À FOME. GIGANTES DO ROCK PASSARAM POR LÁ, MAS UMA APRESENTAÇÃO FOI CONSIDERADA ÉPICA > "QUEEN AT 'LIVE AID' - 20 MINUTES THAT CHANGED MUSIC". ASSIM, VOLTAMOS À COINCIDÊNCIA (SEGUNDA!): O ROCK, QUE TEM TUDO A VER COM "IMAGINE PEACE & GIVE PEACE A CHANCE", TEM CONOTAÇÃO ALTRUÍSTA DESDE SEMPRE. E, APROVEITANDO, LEMBRO, COMO SEMPRE, DE 'MÉDICOS SEM FRONTEIRAS' > www.msf.com
14 de julho de 2013 às 02:29

Ricardo Bing Reis www.msf.org

Médecins Sans Frontières (MSF) International
www.msf.org
Médecins Sans Frontières (MSF) is an international, independent, medical humanitarian organisation.
14 de julho de 2013 às 02:30 ·

SEGUINDO A FÓRMULA 'MATEMÁTICO-FILOSÓFICA DE JOHN LENNON' > "POWER TO THE PEOPLE" + "IMAGINE PEACE" + "GIVE PEACE A CHANCE" = BRASIL MELHOR.

Ricardo Bing Reis Os movimentos pacíficos no Brasil são infiltrados por vândalos. Entretanto, até o vandalismo infiltrado 'das 'pessoas do mal (ínfimo percentual)', por entre as 'pessoas do bem (grande massa)', está deixando seus recados (com uma das suas faces, a positiva), embora a outra seja a 'alma vendida ao diabo'. Se eles, em números absolutos (não relativos), são tantos, e com tanto poder de destruição do patrimônio público, privado e da pessoa civil; e, ainda assim, como visto, estão SOLTOS, imagine como anda nossa (in)segurança pública. Mais um item a ser reivindicado pela grande massa da população. Por outro lado, mostra que, se há vandalismo, precisamos de melhor educação nos lares e melhor ensino nas escolas. Mais reivindicações... Mas a imagem fala por si, tendo o povo dado seu recado; muito embora a infiltração dos vândalos seja inevitável no atual Brasil, nas condições sociais em que se encontra em 2013.
29 de junho de 2013 às 15:18 ·

SEGUINDO A FÓRMULA 'MATEMÁTICO CONT

Ricardo Bing Reis Os políticos, perdidos entre tantas manifestações populares pacíficas Brasil a fora, referem não saber o que está acontecendo. E que não sabem o que o povo quer. O que eles ainda não perceberam, parvos, é que, assim como no futebol não existe mais time bobo, o povo já não tem aqueles milhões de bobos. A retórica circular e prolixa, com zero de ação, não funciona mais. Daí, outrora, se dizer não haver interesse de governantes no 'ensino e no pensar', senão, o povo, esclarecido, trará uma pauta de reivindicações e dará no que já está dando: 'uma revolta popular pacífica'. E, as redes sociais tem grande participação na politização mais recente do povo; o que é maravilhoso. E, imagino, o que o povo quer mesmo é que os atuais 'mandantes' caiam fora! Eles esquecem que são 'empregados do povo', e não chefe dele, povo. Uma das pautas populares é justo que saiam os políticos incompetentes de hoje, com suas cabeças políticas e pessoais 20 a 30 anos defasadas, coronelistas. Não conseguem e/ou não querem ver que estão obsoletos, são peças de museu (não frequentado); e que, não bastassem, despendem 90% de seu tempo para interceptar impostos e captar propinas. Não todos, mas quase todos. Pelo menos é o que eu acho.
29 de junho de 2013 às 15:35

Ricardo Bing Reis Ouvi no meu radinho de pilha há alguns dias, um especialista em Política Econômica, dizer que, o Executivo da Nação (e de cada Estado e Município), é obrigado a fazer um 'Orçamento Anual', e que tem que ser aprovado pelos parlamentares, acho. Mas que, pasme, 'não precisa ser necessariamente executado'!... E, tal Economista completou dizendo que "isto abriria margem para possíveis desvios de verbas para os partidos políticos (com o que teriam maior chance de reeleição, mantendo-se mais tempo na 'máquina pública'); e, para, também, ganhos pessoais diretos e indiretos, por corrupção e propinas"... Pelo menos é o peixe que o radinho de pilha me vendeu! Haveria de averiguar-se isto melhor, penso.
1 de julho de 2013 às 12:28

SEGUINDO A FÓRMULA 'MATEMÁTICO CONT

Ricardo Bing Reis Por outro lado, a princípio, a mais correta e melhor forma de resolver os problemas socioeconômicos de uma nação é nas URNAS. Infelizmente, o que mais se vê hoje, é quase uma total falta de bons políticos que mereçam ser votados. E aí, como fica?
16 de julho de 2013 às 01:34 ·

Ricardo Bing Reis Fico a pensar sobre a 'Classe D', aquela que vive um pouco antes da linha mínima da pobreza, isto é, pré miséria. São os moradores das periferias, das vilas rudimentares, são os 'Sem Teto' (que reivindicam Reforma Urbana, consciente e responsável); são os 'Sem Terra' (que reivindicam Reforma Agrária, consciente e responsável), etc. Nos últimos 20 anos (de 2013), houve ganho substancial de renda entre os mais pobres, a distribuição de renda melhorou, o desemprego está em seu mínimo histórico. No entanto, a 'Classe D' não consegue competir por estes empregos e renda, visto que suas escolas disponíveis são, na prática, quase 'indisponíveis'. E, frente à pobreza (e até relacionamentos que resultam em gestações precoces e indesejadas), acabam tendo que abandonar os estudos tentado uma fonte de renda. Porém, como comentado, não usufruem de preparo competitivo. Acabam aderindo ao submundo do narcotráfico, com suas vidas abreviadas. Esta é a realidade da 'Classe D'. A Rede de Proteção Social, com o Bolsa Família por aí poderia se justificar (mas não solucionar o impasse da pobreza extrema e absoluta, em que grande parte da população brasileira se vê aprisionada).
16 de julho de 2013 às 21:52

CRIACIONISTAS E DARWINISTAS > ambos parecem serem 2 faces da uma mesma moeda. Embora pareçam antagônicos, a mim parecem a mesma história contada em 2 versões. Quer tenha sido a biogênese via criacionismo, quer tendo sido a biogênese via darwinismo, fato é que o egoísmo é a resultante direta. Deus teria, em minha petulante imaginação, dado condições bioquímicas para que ocorresse o 'glorioso acidente' da criação, totalmente ao acaso, das primeiras moléculas de vida, o DNA. Este DNA, é o gene; tido no 'Livro do Gênesis do Antigo Testamento Bíblico' e no livro 'O Gene Egoísta' do neodarwinista Richard Dawkins. Eu imaginaria ainda que, a partir de todo sempre, Deus tenha dado a tudo e a todos os seres vivos (já ao primeiro DNA), livre arbítrio. Este duplicou-se e, o mais adaptado, passou a alimentar-se dos próprios fragmentos seus, menos adaptados. Autocanibalismo? Talvez apenas os primeiros atos egoístas das formas de vida rudimentares. Depois, com as replicações, o 'canibalismo' genético, penso, deva ter ocorrido sempre no sentido do melhor adaptado para com o menos (não necessariamente do maior para com o menor, em tamanho). Ora, se as posteriores formas de vida em evolução tiveram esta mesma origem egoísta, todas tendem, de uma forma ou de outra, ao egoísmo. E assim foi 'andando a fila', até chegar a nós, 'Homo Sapiens Sapiens sp.'; egoísta por Natureza e por ambiência social. O egoísmo possivelmente seria o pai dos pecados, que vão muito além dos didáticos '7'. O altruísmo seria, sob certa ótica, uma outra face do egoísmo (assim como, por exemplo, o masoquismo seria talvez um auto sadismo). Contudo, sentir-se superior por poder; e, efetivamente ajudar os outros, é a única forma (invejável) de ser superior, no sentido de GRANDEZA.

CRIACIONISTAS E DARWINISTAS

Ricardo Bing Reis Auto classifico-me como um 'achista'. Acho isto ou aquilo, até ideia em melhor, nada raras. No dicionário (meu amigo inseparável, mas que às vezes mais me confunde que ajuda); está Biogênese como sendo "teoria que se fundamenta no princípio de que todo ser vivo provém de outro ser vivo". Se eu for um achista razoavelmente competente, pensaria na forma de que tal definição é verdadeira a partir do instante imediato após o surgimento da primeira forma de vida, tal no 'glorioso acidente' do surgimento do primeiro gene (curiosamente egoísta por Natureza). Seria esta a Biogênese primária; enquanto que a descrita no dicionário, uma Biogênese secundária/subsequente; em sequência infindável até os dias de hoje. Mas, já estaria eu aqui fazendo uma divisão da Biogênese em primária e secundária, classificação que nem sequer deve existir.
15 de junho de 2013 às 01:29 ·

Ricardo Bing Reis O Livro "On The Origin Of Species" ("A Origem das Espécies"), do inicialmente seminarista e depois Naturalista britânico Charles Darwin, em sua primeira edição, produziu 1.250 cópias, que foram todas vendidas já no primeiro dia; causando controvérsias em todo o mundo; em todas as esferas, extrapolando em muito o campo acadêmico, dando oportunidade a 'achistas' como eu, de também opinar, embora a verdade, possível e provavelmente, seja apenas 1; e, os demais pensamentos, suposições, a princípio.
15 de junho de 2013 às 01:37

Ricardo Bing Reis Talvez estes assuntos abordados, sejam os que mais dão margem ao "Não é bem assim"... ; "Há controvérsias"... ; e a incrível sigla 'smj' ("salvo melhor juízo"). E, ao popular e frequente "ou não(!)"; característica de quem não quer ou não aceita errar nunca. Diz uma coisa e depois desdiz. Ou diz mas antecipa que pode ser o contrário. Não deixa de ser bom macete. Mas já virou uma expressão degastada. Quem a usou ou ainda utiliza, quiçá o faça por medo do controverso. Ou não. Resumindo, todas estas são expressões de 'se colocar' ou de 'colocar alguém' na defensiva, 'em cima do muro', ah, o muro! Também faço tudo isto.
15 de junho de 2013 às 01:47

CRIACIONISTAS E DARWINISTAS

Ricardo Bing Reis Vi, pela metade final, um filme sobre Darwin. O foco central não era tanto a teoria em si, mas seu drama pessoal de dicotomia entre suas crenças religiosas, suas convicções científicas e o medo do contraditório/da polêmica. Psicossomatizava demais, ficou por diversas vezes muito enfermo. Tomava banhos de água gelada no inverno, tido como psicoterápico à época. Prefiro quente. Guardou a teoria oculta por 20 anos, até que outro biólogo famoso, mas que não me lembro quem, lançou artigo com 20 páginas que suscintamente já explicaria o que Darwin, muito mais elucidativamente (à exaustão) produzira. Por medo de perder a oportunidade de se notorizar, maior desejo de seu ego (e eu não seria diferente), finalmente resolveu dar a sua tese à também religiosa esposa, que a leu em 1 dia (ou 2?). Ao terminar a última página, disse-lhe: "publique imediatamente"!... Foi o tempo que deu para embrulhar e enviar ao editor-produtor que já o incitava há fazê-lo por anos. E deu no que deu. É; atrás de um grande homem pode (quase) sempre haver uma grande mulher? Pode. Assim como pode, atrás de uma grande mulher, (quase) sempre haver um grande homem? Pode. Ou não?
15 de junho de 2013 às 02:08

Ricardo Bing Reis Pelo que li em 2 parágrafos por aí, foi em 1859. Repetindo, 1859. Isto é, 99 anos antes do Brasil ser Campeão do Mundo de Futebol pela primeira vez, na Suécia. Logo, como poderia ele, considerando-se os restritos conhecimentos à época, poder prever como de fato foi a "Origem da Vida", isto é, à um nível de DNA/gene!? Mas, o título era "A Origem das Espécies". Logo, deduzo, sem qualquer certeza, de que referia-se ao conceito que meu dicionário mencionou, isto é, em aspecto secundário. Contudo, agregando uma certa dose de boa vontade em exercício de raciocínio; e, indo um pouquinho mais para trás, ele, imagino, não hesitaria em descrever "O Gene Egoísta", tal Richard Dawkins fez. E, de novo sem qualquer certeza, imagino que ele e 'seus' seguidores, seriam, o que se chama de 'neodarwinistas' (algo como uma teoria darwiniana ampliada, acrescida de mais informações, agregada de conclusões). A mim parecem vagões de um mesmo trem, sendo os últimos vagões descritos pelo passageiro do primeiro vagão (Dawkins); e, vice-versa (o vice-versa seria o Charles Darwin nos últimos vagões, à ótica cronológica). Apenas isto. Até porque, não há um 'corte' no 'ciclo da vida', onde as coisas começaram dali para frente, e não dali para trás. Assim, a 'Teoria da Biogênese' se fundiria com a 'Teoria da Origem das Espécies' (embora talvez não tanto quanto estou eu, cada vez mais, fundindo e confundindo meus pensamentos em torno disto).
15 de junho de 2013 às 02:31

CRIACIONISTAS E DARWINISTAS

Ricardo Bing Reis Em um sentido mais amplo, o livro, pelo que vi naqueles mesmos 2 parágrafos (livro que também já li há anos), giraria em torno de: 1- A Origem das Espécies; 2- Teoria de Evolução das Espécies por Meio da Seleção Natural (Preservação de Espécies Favorecidas na Luta Pela Vida). E, aqui sim, penso, com quase certeza, não ser a tal Lei do Mais Forte, mas sim a Lei do Melhor Adaptado. Tal o antigo slogan de uma Empresa de gasolina (ou não de gasolina), que dizia 'quem não é o maior tem que ser o melhor'!... E não são assim os vírus, as bactérias, os fungos e os protistas em relação a nós?
15 de junho de 2013 às 02:43

Ricardo Bing Reis Os desdobramentos de tudo isto foram muitos. Ironias de ser o Homem Sp. filho do primata/macaco, etc (entretanto, se parar para pensar sobre o tema, o que provavelmente não mudaria a sua vida em nada, não fica assim tão difícil imaginar que um ratão se 'transforme' em um pequeno macaco, que tomaria o seu rumo... evolutivo). Também os nazistas parecem ter se beneficiado de uma má interpretação da teoria, para embasar a teoria da superioridade da raça ariana; enquanto já aproveitavam também para queimar em praça pública os escritos de Freud, tido por pervertido sexual, dada a sua 'Teoria da Sexualidade', que incluiria, se bem me lembro, a sexualidade infantil. Teria sido insinuado pedófilo? Esta, acho que foi uma conduta para desprezar e desfazer os judeus.
15 de junho de 2013 às 02:54

Ricardo Bing Reis Sob o ponto de vista prático, se eu tivesse que escrever em uma redação de vestibular sobre o legado positivo da teoria darwiniana, eu escreveria 2 coisas básicas. A primeira seria um maior respeito às outras formas de vida, exceto quando nos ameaçam frontalmente, onde a legítima defesa se imporia. Tal usar penicilina para combater bactérias em uma pneumonia; ou tiro em leão que está querendo te tirar para tira-gosto.
15 de junho de 2013 às 03:24

CRIACIONISTAS E DARWINISTAS

Ricardo Bing Reis A segunda, de extrema aplicação, somos nós mesmos. Como somos e por que somos como somos. De que forma o egoísmo permeia a existência dos Seres Vivos (quando se trata de cada qual unidade/exemplar); o que muda de faceta quando se inclui no contexto do raciocínio a coletividade, isto é, a Espécie. Bem observado, veremos em documentários televisivos especializados, que o 'uno/ego' preserva-se a 'unhas e dentes' para continuar mantendo-se um dos componentes do todo, porém, geralmente sequer imaginando que é um mero soldadinho do todo, um soldadinho da Espécie. Daí, talvez, o 'boi de piranha' que (por ser provavelmente maníaco, não no sentido de maniático, mas sim no sentido de desprovido de medo - até porque nunca vi boi cheio de manias), sem saber, de forma destemida, entra rio a dentro, cheio de piranhas ou crocodilos, sendo devorado, distraindo a atenção dos aligatores enquanto os demais do bando da espécie passam ao largo. Veja-se assim, que, o 'uno/ego' teria servido à coletividade/Espécie. Isto porque a Sábia Natureza sabe que, para aqueles seres se perpetuarem (pelo menos até onde viável for), há de se ter o coletivo privilegiado, em prol dos individuais (que 'emprestam', cada qual, as suas características distintas, distinção que, assim, se constata, não serem ao acaso existirem entre seres de uma mesma espécie). Dentro de cada Espécie, penso eu, tem-se muitas variantes de 'uno/ego', para o TODO lançar-se mão nas mais diversas situações.
15 de junho de 2013 às 03:45

Ricardo Bing Reis Se um pouco disto estiver correto, e; extrapolando para nós pessoas, talvez comece a ficar claro porque cada um de nós sente-se "pleno de si mesmo"/"centro do mundo"/"em quem mais 'se pensa-se"/'the best (mesmo em suposta baixa autoestima)"/"único"/"uno"/"ensimesmado"/"eu"/"ego"/"egoísta". Este sentimento interno de ter plenitude para auto bastar-se é perfeitamente normal, pois teria sido a própria Natureza que nos fez assim. Porém, o que geralmente não temos ciência é que, a forma como cada qual de nós acabou sendo como está, foi resultado de circunstâncias ambientais adversas(ou favoráveis) em milhares de anos de nossa luta como Espécie para SOBREVIVER.
15 de junho de 2013 às 03:54 ·

Ricardo Bing Reis Assim, por exemplo, quem sabe, as pessoas Maníacas de hoje (desprovidas de medo) tenham sido os 'bois de piranha' e hoje, gênios (pela inteligência não raro característica) e sem constrangimentos em expor seus inventos e criações. Por exemplo: pintores, artistas, cantores, arquitetos, inventores, intelectuais que não temem o controverso, astronautas (até porque muitos vivem mesmo no mundo da lua), líderes de coletividades, heróis. Aqui até caberia uma pergunta curiosa: o que mais vale(?), um herói morto ou um covarde vivo? Por outro lado, as pessoas Ansiosas e até Fóbicas (inseguras, compulsivas, obsessivas, compulsivas, estereotipadas, obcecadas), perfazem a 'coluna dorsal da sociedade', mediante a execução das atividades normativas e burocráticas da comunidade. Como poderia o grupo de certo perfil de personalidade viver sem o outro? Assim, as diferenças pessoais não seriam ao acaso, mas uma necessidade Biológica de efeito complementar. Embora de características distintas a ponto de irritarem-se entre si, deveriam congratularem-se pela completude e não o inverso. Seria algo em torno dos 'distintos se atraírem'.
15 de junho de 2013 às 04:08 ·

CRIACIONISTAS E DARWINISTAS

Ricardo Bing Reis Por isto cuidar de si mesmo é legal, desde que não extrapole o espaço do outro; isto é, desde que você não seja espaçoso, dando um 'chega prá lá' em (quase) todo mundo. Na medida (nem para mais - egoísmo- , nem para menos - baixa autoestima), temos a temperada e tão desejada e procurada auto estima, ou amor próprio. A base da maturidade do Ser Humano não seria justo saber, suficientemente bem, achar em si, com razoável neutralidade, esta tal auto ponderação? Mas é ultra difícil! A auto análise sincera é quase um ponto cego. Por outro lado, pensando sem pensar com base nestes conceitos evolutivos, não percebemos que cuidar do outro é extremamente prazeroso; esquecemos que faz parte de nossas entranhas neurais cuidar dos demais componentes da nossa Espécie. Por isto tanto se diz que, ajudar ao outro faz mais bem ao provedor que até ao próximo vetor do apoio! É da nossa Natureza sermos 'do bem'; embora quase ninguém consiga identificar isto neste mundo do 'salve-se quem puder'. Mas a (minha presunçosa) lógica Evolucionista assim me faz concluir, pelas premissas.
15 de junho de 2013 às 04:20

Ricardo Bing Reis Caso sim, eu estava errado quando escrevi que 'o conhecer a teoria darwiniana' em nada mudaria sua vida. É justo o contrário. O que comprova, que meus ditos nunca são bem assim... Por outro lado, os antissociais - sociopatas e psicopatas - não casariam neste raciocínio de manutenção da Espécie, pois eliminam, de uma forma ou de outra, benesses da coletividade; como se tivéssemos neles células cancerígenas (malignas) de auto destruição do benigno. Isto me leva a pensar se seriam fruto de mutações indesejadas ao longo destes milhares de anos; e/ou fatores ambientais/culturais deles mesmos provindos e que se propagaram á sociedade como um todo, levando a quase todos pensar na forma de "cada um por si, e Deus por todos", mas sem o Deus... Explicaria a anarquia em (várias) regiões deste mundo não raro maluco.
15 de junho de 2013 às 04:30

Ricardo Bing Reis Desta analogia entre o Reino Animal superior e os macacos, primatas e Homo Sapiens Sapiens Sp.; derivaram-se premissas que nos permitem hoje, com boa margem de segurança, compreender melhor o funcionamento dos diferentes grupos de perfis de personalidade; por subespecialidades de Psicologia e Psiquiatria; que, se algo me lembro, seria a 'Psicologia/Psiquiatria' de orientação 'Evolucionista/Biogenética Comportamental/Behaviorista'. Por aí. Acho.
15 de junho de 2013 às 04:38

Ricardo Bing Reis Garimpar premissas e verdades que possam ajudar-nos a pensar melhor sobre nós mesmos (o que, muito frequentemente, inclui ter que pensar junto, nos outros, como recém visto, em um raciocínio ampliado - e até cansativo à desistência- ), tenho para mim com útil e mais, necessário. Quem apenas vive a vida de forma como ela simplesmente se apresenta, tal uma biruta a compressor (como em posto de gasolina ou loja de conveniência), pode até conseguir ser suficientemente feliz pelo estilo 'deixa a vida me levar'; porém, pelo menos a mim, não serviu tal fórmula; e desconfio que para a maioria das pessoas talvez também não funcione. Porém, aqui se apresenta um tsunami de adversidades, como a conformação mental da pessoas, seus recursos financeiros, suas vivências, suas pesquisas, suas fontes de garimpagem de dados, sua profissão, seu tempo disponível, sua suposição de necessidade, sua percepção de que as coisas 'são assim mesmo', seu berço, etc. Logo, dizer que cada um tem a vida que merece pode ser tão correto quanto errado, tão generoso quanto cruel. Embora, possa dizer que quem tenta progredir de forma sincera e genuína para consigo mesmo, já estará crescido e amadurecido pela simples tentativa.
15 de junho de 2013 às 04:59

CRIACIONISTAS E DARWINISTAS

Ricardo Bing Reis Contrário senso, preocupar-se com assuntos que nada somam de benéfico; ou nada subtraem de maléfico, soa, a mim, como um ledo engano de si mesmo, para não dizer uma significativa perda de tempo, tempo este que seria melhor empregado até para, pasme, assistir novela. Particularmente, temas sem aplicação prática para melhorismo direto de minha vida, não me interessam tanto, embora possa interessar. Por exemplo, livros de romances são de valia como distração e hobby para quem gosta. Ótimo, corresponderia ao que o futebol e o rock são para mim. Instigante diversão. No entanto, onde quero chegar, se é que vale a pena ir até lá, é que certas temáticas (salvo para exercício de raciocínio e/ou hobby prazeroso em seu 'viajar' intelectualizado), não teriam muito 'seu para que'!...
15 de junho de 2013 às 05:10

Ricardo Bing Reis Refiro-me às tais (como li certa feita, em certo lugar, de certa forma) PERGUNTAS SEM RESPOSTAS. Nem me lembro bem quais foram os exemplos dados pelo autor. Vou fazer uma adaptação. Iniciaria com a questão de DEUS, com todas as letras maiúsculas, visto ser o único ABSOLUTO, salvo não existir. O que, por si só, já é a primeira questão sem resposta. Então, já vai aí, de arrasto, via gargalo, as suas derivativas: 'Qual sua origem'?; 'Se Deus é o Absoluto, o que seria o Nada'?; 'O que é o nada/niilismo'? 'Por que Deus permite tantas atrocidades'?; 'Deus é quadrado, esférico, difuso, antropomórfico (visto sermos supostamente sua imagem e semelhança!)'? 'Deus existe'? ... E lá se vão as possíveis e eventuais rixas entre crentes, agnósticos, céticos e ateus.
15 de junho de 2013 às 05:25

Ricardo Bing Reis Para mim nada disto preocupa, nem sequer faz-me diferença; embora desde criança seja crente. Mas se Deus não existir, simplesmente não existe. Se existir, simplesmente existe. Tudo tão óbvio que embaraça pela simplicidade. Vou organizar, petulantemente, 4 blocos: 1- ateu e Deus não existe; 2- ateu e Deus existe; 3- crente e Deus não existe; 4- crente e Deus existe. Considerando-se um raciocínio Matemático (e, acompanhado de que, caso existisse, supostamente Deus 'puniria os pecadores' em sua descrença - o que não tem lógica, pois também prega o perdão - mas deixemos isto de lado); o ateu tem 50% de chances Matemáticas de acerto. O crente, 100% de chances Matemática de acerto, pois na pior das hipóteses cairá no 'zero', que é o nada. Assim sendo, o mais prudente seria, caso ateu, julgar-se tal Luís Fernando Veríssimo em antiga crônica no jornal: "sou ateu, mas não sou praticante"!... Apenas para ilustrar, já finalizando esta passagem teológica, acho interessante o filósofo Espinoza (ou seria Espinosa?) ao relatar Deus à ótica dele > "Deus é tudo, é o todo" (ou mais ou menos isto). Então, se assim fosse, incluiria 'o absoluto e o nada', o 'bem e o mal', o 'início e o fim', o 'Big Bang e o Big Crunch' (se é que se escrevem assim), o 'finito e o infinito', as 'linhas paralelas' (que se encontram no infinito, que então seria finito), explicaria o 'por que estamos aqui', explicaria 'qual o propósito da vida', explicaria 'qual o propósito do sofrimento/terminalidade/morte-finitude/espiritismo (não confundir com espiritualidade)', explicaria porque estamos neste 'aqui-agora', explicaria 'como começa e termina o infinito' (e se é murado ou apenas findo em um fosso), explicaria 'por que existimos e evoluímos segundo o darwinismo', explicaria 'de onde viemos e para onde vamos', explicaria até porque casamos(!)... São tantas as perguntas sem respostas, que se as respondem com perguntas. Sugiro a leitura do 'Compêndio Perguntas Inquietantes'; da Editora Salve-se quem Puder; autor desconhecido; 1.109.438 páginas não ilustradas e todas em branco. Com pagamento a perder de vista.
15 de junho de 2013 às 05:58

CRIACIONISTAS E DARWINISTAS

Ricardo Bing Reis Há de se, ainda, penso, tomar muito cuidado com a forma como nós lidamos com a temática teológica. Não estou me referindo com relação ao sagrado e o profano; com relação a ser crente, ser agnóstico, ser cético ou ser ateu. Refiro-me a Teologia como um substrato, como um anteparo, um totem, sujeito a projeções (de suas próprias frustrações pessoais, conflitos internos, repressões, sublimações, ódios, rancores, inseguranças, medos, angústias, depressões, aflições, inconformismos e sentimentos de impotência). E (por ainda outro lado, que julgo bem pior e perigoso), o egoísmo megalomaníaco e até Maníaco (com 'M' maiúsculo) do dito ateu; onde o indivíduo se considera e se sente tão 'ABSOLUTO', que não tolera a existência de uma outra concorrência ao seu 'ABSOLUTO', ou seja, não consegue suportar a 'igual/parelha(?!)' companhia de um 'igual a si' DEUS. Semifinalizando, e dizendo que nisto vejo razoável coerência, vejamos que, se a MORTE (Histórica e supostamente demoníaca) está sempre à espreita (é ela então, onipresente, onisciente e onipotente; isto é ABSOLUTA). Logo, o Ser Humano pode sentir-se na necessidade de também ser assim, para, inconscientemente, combater a 'morte à morte', visando a tão sonhada (tola e egoísta) vida eterna (que impediria que a fila andasse)... Agora sim, já finalizando, por mais outro lado; não poderia terem os Seres Humanos criado um 'amuleto' dito DEUS à sua imagem e semelhança (ou polimórfico em Politeísmos), sempre na condição de ABSOLUTO (onipotente, onipresente, onisciente), para aplacar externamente o que realmente julga como ABSOLUTO, que é a certeza da morte?
15 de junho de 2013 às 06:28 ·

 

 

TENDÊNCIA À DISTRAÇÃO.

Ricardo Bing Reis DISTRAÍDO > Dicionário: desatento, desconcentrado, ausente, aéreo, absorto, alheado, descuidado, ensimesmado. 'Olhava pela janela em um olhar distraído"... 'Dirigia distraído e acabou provocando um acidente'... 'Aviso aos distraídos que em 3 dias começará a semana de provas'...
2 de junho de 2013 às 02:30

Ricardo Bing Reis ENSIMESMADO > Dicionário: distraído, desconcentrado, absorto, desligado, reservado, fechado, retraído, introvertido. 'Estava ensimesmado e não ouviu a campainha tocar'... 'Seu jeito ensimesmado não facilita a aproximação das pessoas. / Portanto,, penso que o termo 'ensimesmado' parece ter uma conotação mais voltada à distração e até timidez.
2 de junho de 2013 às 02:35 ·

Ricardo Bing Reis www.asha.org

American Speech-Language-Hearing Association | ASHA
www.asha.org

Uso de drogas

Ricardo Bing Reis Hoje, esteve consultando comigo uma amizade de 35 anos. Ele comentou que sua esposa conversa demais com os filhos. Dá versão, réplica e tréplica para tudo. Fica trocando idéias por 30 minutos, para tentar fazer um deles, por exemplo, tomar banho; enquanto fica no desejo de que o outro vá jantar. Após tentativas infrutíferas, ela acaba o chamando para pôr fim àquele infindável debate de porquês. Ele vem e simplesmente determina o que cada qual tem que fazer, e sem satisfação extra, até porque estas já vinham sendo dadas por meia hora. E eles vão de pronto. Isto tudo, na opinião dele, devido a ter sido muito FIRME para com eles, outrora, quando foi necessário. Ele apelidou este ato frente aos filhos de "carteiraço". Talvez devido ao fato de, nos anos 70, autoridades davam carteiraços (identificando sua 'importância' via carteira profissional) em subalternos.
22 de maio de 2013 às 21:51 ·

Ricardo Bing Reis Também comentou que sempre foi um pai muito brincalhão, muito participativo, muito companheiro e muito amigo de seus filhos. O melhor amigo de seus filhos! No entanto, nunca deixou que esta condição anulasse sua autoridade, que, volta e meia, havia de ser exercida para manter a ordem familiar e social. E, a autoridade vem antes, o brincar, na sequência. Portanto, se considera um "PAI AMIGO"; e não um "AMIGO PAI". Ser pai não exclui ser amigo. Ocorre que muitos pais são frouxos e são apenas amigos de seus filhos. De novo, o melhor amigo de seus filhos! Porém, não passam de 'AMIGOS PAIS'. Na prática, não são pais de seus filhos, salvo biologicamente. Não se impõe como anteparo para falta de limites, não 'enfrentam' suas 'ferinhas'... Também agem tagarelando sem fim!
22 de maio de 2013 às 22:03

Uso de drogas CONT.

Ricardo Bing Reis Tenho para mim, que as crianças 'hiper ativas' (escrito assim mesmo, no sentido de 'ultra ativas); poderiam ser distintas em, por exemplo, 2 grupos básicos. Entretanto, não tenho certeza de nada disto. As crianças 'hiper ativas' seriam, em um sentido bem amplo, aquelas que 'não param quietas'. Estas, podem; e, até tendem, a ser 'ferinhas e pestinhas', mas não necessariamente. O foco do pensamento, me parece ser a 'agitação', antes de mais nada.
22 de maio de 2013 às 22:10 ·

Ricardo Bing Reis Pretensiosamente, diria que um dos 2 grupos de 'hiper ativos' é dos 'hiperativos' (exatamente assim, palavra 'unida', e com letra minúscula, por ser adjetivado/adverbial, ou coisa parecida). Não tem nenhum distúrbio orgânico mental, não tem origem em qualquer componente na sua neuro-bioquímica. Este, é puramente assim por fatores ambientais, por deficiências na educação da criança. Geralmente são pais que dizem 'pelo amor de Deus Joãozinho, não faz assim com a titia'!... E, como já mencionado por amigo, seus nomes são mais mencionados no diminutivo que a média em geral. Estes, precisam de limites, precisam de 'carteiraço'; e, não precisam de medicamentos.
22 de maio de 2013 às 22:22

Ricardo Bing Reis Mais pretensiosamente ainda, diria que o outro grupo de 'hiper ativos' é dos 'Hiperativos' (exatamente assim, palavra de novo 'unida', mas agora com 'H maiúsculo', por ser substantivado). Estes, tem sim algum distúrbio orgânico em suas mentes, tem origem de seu comportamento em componente neuro-bioquímico. Seria o 'Transtorno de Hiperatividade'. Pode até ser um quadro misto, se, a isto se somar, os fatores ambientais, tal citado anteriormente, por acréscimo de deficiências na educação da criança. Estes, precisariam de medicamentos; e, se ainda for um quadro misto, de novo o 'carteiraço'. Contudo, correto é consultar um especialista, visto que acho ser assim, sem certeza.
22 de maio de 2013 às 22:32

Ricardo Bing Reis Todas as profissões são formas de 'arte'. Assim sendo, um engenheiro civil ou arquiteto competente, faz de suas construções, obras de arte. Mas nem todo engenheiro civil ou arquiteto, consegue fazer de suas construções, obras de arte. O mesmo vale para médicos psiquiatras. Há aqueles que tem uma vocação tal que transformam sua prática médica em obras de arte. Outros já não conseguem. Para fazer-se o diagnóstico diferencial entre as 2 situações acima, há de se contar com um 'médico psiquiatra artista'. Assim imagino eu que seja.
22 de maio de 2013 às 22:39 ·

Uso de drogas CONT.

Ricardo Bing Reis Muitos pais 'pressionam' o médico psiquiatra a medicar, na ânsia pessoal, deles pais, de aliviar seus tormentos, na lida com o 'hiper ativo'/ 'agitado'. Outros, ao contrário, relutam em aceitar que seu filho tenha um distúrbio neuro-bioquímico; e, resistem à idéia de medicá-los. Ambas situações são complexas, tanto quanto o diagnóstico. São agravantes que se somam a já difícil tarefa do acerto etiológico (psíquico e/ou mental) da problemática.
22 de maio de 2013 às 22:46

Ricardo Bing Reis O 'Transtorno de Hiperatividade', mediante sua inerente agitação psicomotora e ansiedade, pode, por si só, e por sua própria consequência, trazer junto, no seu bojo, 'distração', por falta de concentração focal. Neste caso, o diagnóstico, suponho, se 'ampliaria' para 'Transtorno de Hiperatividade e (com) Déficit de Atenção'. E, assim, o que já era complicado, agora ficou ainda mais.
22 de maio de 2013 às 23:54

Ricardo Bing Reis Não bastasse, outros 'transtornos e/ou distúrbios' neuro-comportamentais se somariam à gama de possibilidades no diagnóstico diferencial. Um deles, é o Transtorno de Bipolaridade (em especial pelo estado maníaco desta), existente sim em tenra idade. É muito semelhante. Outro, seria hipoacusia ('surdez' em graus variados), visto que, o 'não ouvir', poderia ser o 'porquê' de não respeitar limites, por não ouvir suficientemente bem as reprimendas. Daí, otorrinolaringologistas terem, necessariamente, boa intimidade com todos estes conceitos diagnósticos já comentados; pois, não raro, recebem de neurologistas estes pequenos pacientes para avaliação audiológica. Ou mesmo, podem ser trazidos diretamente pelos pais, por si só e/ou por solicitação de professores, pedagogos, psicopedagogos ou especialistas de escolas ou serviços especiais. Neste caso, inverte-se a situação; sendo o otorrino ('otoneuro') que enviaria o paciente para o neurologista comportamental, no caso de audição normal.
23 de maio de 2013 às 00:10

Ricardo Bing Reis Caberá então ao profissional da área 'psi', em especial ao neuro-comportamental e/ou psiquiatra infantil, o diagnóstico adequado; ao qual chegará, se tiver a graça de ser um 'médico artista'.
23 de maio de 2013 às 00:12 ·

 

Uso de drogas CONT.

Ricardo Bing Reis Caso diagnostique ser esta 'hiper atividade' por 'simples' hiperatividade, isto é, um quadro puramente psíquico e não orgânico/mental; a conduta não deverá ser medicamentosa, visto que a medicação não tem nada a fazer frente a um cérebro com sua mente neurobioquimicamente normal, sem distúrbio. Neste caso, estamos, com muita probabilidade, frente a 'amigos pais', e não 'pais amigos'; e, sua 'ferinha/pestinha'. Talvez seja necessário até Terapia de Família para os pais aprenderem a se comportarem com firmeza na imposição dos limites, em suma, 'dar o carteiraço'. Enquanto que a criança aprenderá a recebê-los. Paradoxalmente, (não) por acaso, em geral, são justo estes pais que pressionaram o médico a medicar, na esperança de que os remédios façam o que eles, 'amigos pais', não fizeram e não fazem. O 'médico artista' não vai ceder à má prática. Já outros, menos agraciados pelo talento médico, podem pecar por excessos medicamentosos, hiper corrigindo. Daí esta 'derrama' de uso excessivo de Ritalina e correlatos. Acho.
23 de maio de 2013 às 00:29

Ricardo Bing Reis Caso o diagnóstico seja 'Transtorno de Hiperatividade' ou 'Transtorno de Hiperatividade e (com) Déficit de Atenção'; a tendência é medicamentosa, visto haver um distúrbio neurobioquímico cerebral em sua mente; tendo a medicação uma função remediadora importante, equacionando. Pode ainda ser um quadro misto; e, neste caso, além de medicação, talvez deva-se considerar uma Terapia de Família pelos benefícios já descritos. Aqui, não raro surge a 'problemática' de pais que refutam o diagnóstico, por negação, por não ter um filho 'não perfeito' (por ser ele destoante do 'filho imaginário'). Contudo, quem tem um filho perfeito? Pode levar certo tempo para a ACEITAÇÂO pelos pais, mas este profissional artista, chegará lá. E, fará os pais constatarem que pior que usar remédio é não usar quanto precisa. Os efeitos prejudiciais pelo não uso, tanto a nível individual quanto familiar e social, justificam.
23 de maio de 2013 às 00:43

ESTRESSE LABORAL.

Ricardo Bing Reis Talvez o primeiro passo seja não acreditar em frases bobas (para divulgação de cursos e seminários), sobre como resolver sua vida em 5 minutos, tal esta > "Duplique sua produtividade, aumente sua energia, reduza à metade seu tempo de trabalho e aproveite o tempo livre". Dois corpos podem ocupar, então, o mesmo lugar no espaço? Não, acho que não pode. Logo, estas frases de "você pode se acha que pode; e, pode sim conseguir de tudo" são tolices; visto que tudo tem seu preço e exige decisões na escolha de prioridades reais (de aplicação PRÁTICA no cotidiano); abrindo mão de certas coisas em prol do que você prioriza, ou deveria priorizar. Não existe fórmulas mágicas. Não há milagres. Há um estilo de vida real a ser equacionado, por condutas realistas.
19 de maio de 2013 às 18:03 ·

ESTRESSE LABORAL. CONT

Ricardo Bing Reis O Estresse Laboral é um dos mais relevantes, se não o maior, 'sorrateiro e traiçoeiro inimigo de sua vida, mediante ações lesivas em órgãos-alvo (coração, cérebro e rins)'. Aqui estão a hipertensão arterial, dislipidemias, diabetes, obesidade, tabagismo, dentre outros; e, em minha opinião, o estresse em destaque. Pesquisa recente da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, dá conta que o principal índice de morte naquele Estado são as doenças isquêmicas (diminuição do aporte sanguíneo, em geral por placas de ateroma/'gordura'), sendo o coração (com a isquemia cardíaca) o principal órgão-alvo; seguido de perto pelo cérebro (isquemia cerebral/AVC). E, não é novidade para ninguém, que a marca registrada do estilo de vida naquele Estado, é o estresse pelo 'workaholicismo'.
25 de maio de 2013 às 00:14

Ricardo Bing Reis Vejo agora que esqueci 2 dos principais 'sorrateiros inimigos', qual sejam a depressão-ansiedade e/ou alcoolismo; que, segundo o próprio artigo introdutório, seriam 2 filhos do estresse; embora possam ser independentes deste. Escrevi sobre o artigo "Estresse causado pelo trabalho, favorece depressão e abuso de álcool" sem mencionar as palavras-chaves. É o mesmo que escrever sobre férias no Caribe como conduta anti-estresse, sem mencionar as praias como sendo o fator ansiolítico e antidepressivo. Contudo, férias podem ser o processo onde os cansados ficam exaustos; visto poderem ser, por si, geradoras de estresse. Claro que já estou entrando em provável exagero, embora não raro não seja. Fato é que, pelo menos para mim, o efeito das férias é de 1 semana. Em 7 dias, já volto ao estado de estresse em que estava antes dela, férias. Desta forma, acho mais coerente uma situação anti-estresse que seja perene, como, por exemplo, não trabalhar mais que 6 ou 7 horas por dia. Se seu trabalho é qualificado, pode perfeitamente ser suficiente desempenha-lo neste período. Procuro trabalhar no máximo de 6 a 7 horas diárias; e, plantões, sob hipótese alguma, embora já os tenha feito e muito. Quando morei na Alemanha, no hospital em que me especializava, às 15 horas os médicos já iam embora e iniciava o regime de plantão. Foi lá que percebi, aos 25 anos de idade, portanto, cedo, que a vida é muito mais que ficar trabalhando 10 horas por dia. E, caso você vá passear por lá, constatará que às 15 horas muitos e muitos já não estarão trabalhando, por terem rendido bem enquanto estavam. Daí a necessidade de uma qualificação laboral, visto resultar, dentre outras coisas, em menor estresse. Entretanto, se não há qualificação, tenta-se, sem sucesso, penso eu, compensar a falta de qualidade com quantidade.
25 de maio de 2013 às 01:11

ESTRESSE LABORAL. CONT

Ricardo Bing Reis A IRRITABILIDADE (desencadeada pelo trabalho maçante e prolongado), não podendo (e não devendo) socialmente ser 'colocada para fora', terá que ser 'colocada para dentro' (visto que não há como fazer esta energia excedente desaparecer em passe de mágica). Resulta em descargas via 'fios elétricos' (nervos) em partes do seu próprio corpo, isto é, em si mesmo. É o 'distresse', ou estresse lesivo, culminando em lombalgias, cervicalgias, enxaquecas clássicas, gastrites, baixa imunidade, ansiedade, depressão e, por fim, pode estourar a bomba, pela fadiga; o dito 'burn out'. Claro que o exercício físico pode servir de válvula de escape desta panela de pressão, mas há de se considerar que, se a panela atingiu tal nível de pressão, o mal se fez; quando o correto é nem se fazer, pelo menos de forma significativa. O exercício pode sim ter efeito de remediar, mas praticá-lo, ainda sem sequer estar significativamente estressado, é muito mais 'luxuoso'. Quero com isto reiterar que, mais importante ainda que remediar com (os importantes) exercícios; é prevenir o estresse, não permitindo que este atinja níveis significativamente lesivos, por metas desumanas.
25 de maio de 2013 às 01:30

Ricardo Bing Reis Um amigo que já esteve longo tempo desempregado (não por opção, mas por circunstâncias), disse-me que o pior sentimento para ele foi ter convivido com a ansiedade desencadeada pelo tríplice casamento; entre o tédio, entre a não rara frustrante busca de um emprego e; ainda, entre a falta de dinheiro (vendo suas reservas se esvaindo). Disse-me que prefere trabalhar 18 horas por dia sob grande pressão de metas, do que passar ainda uma vez pela enorme pressão auto imposta pelo desemprego. Não é um 'ócio criativo', mas um 'ócio entediante e ainda gerador de desagradabilíssima AFLIÇÃO'. É bem diferente. Já outro, esta semana, disse-me que tirou um semestre 'sabático' para planejar qual será sua atividade laboral daqui para frente. Referiu que não quer errar mais e, por isto mesmo, está ponderando muito (mas que está com muitas reservas para se dar este luxo!).
25 de maio de 2013 às 02:10

ESTRESSE LABORAL. CONT

Ricardo Bing Reis Há, em todas profissões, quem trabalhe de 12 à 18 horas por dia. Até muito frequente. Esta sobrecarga não pode ser benéfica nem para o corpo, nem para a mente. Somente, talvez, para o bolso. Mas, tendo em vista que o bolso está fora de você, soma em bens 'extra você' corpóreo. Muitos dizem 'amo o que faço', mas sentem profundo alívio na sexta e profunda angústia no domingo. É a usual depressão de domingo, onde a pessoa, até por falta de criatividade desencadeada pelo desânimo, fica jogada no sofá, mal vestido, bebendo e comendo porcarias; em contraste com um esperado planejamento para passeio ou até simplesmente ouvir música. Muitos destes 'amantes do que fazem' são tão angustiados com o que fazem, que, se ouvirem música no domingo, ouvirão os 'The Monkeys' em 'I don't like Mondays' (ou algo por aí, gravado nos anos 60, acho).
29 de junho de 2013 às 19:58 ·

Ricardo Bing Reis "Não devemos ser alegres e cordiais apenas quando as condições ao nosso redor estão boas, e quando as pessoas nos demonstram simpatia. Devemos ser espontaneamente alegres e cordiais em qualquer situação". Supostamente por Seicho Taniguchi. Já disse para minha filha de 11 anos que estudar pode até não ser agradável, mas tem que ser bem feito e ponto. E já aproveitei para uma projeção de futuro, dizendo ainda a ela que trabalhar poderá até também não lhe ser agradável, mas tem que ser exercido com esmero e ponto. E, ainda mais no labor médico; onde, se for necessário, temos que forçar-nos a isto, tentando manter um auto controle de um mínimo de bom humor. Os pacientes, já padecentes, estão ali fragilizados e de você dependentes; não tem culpa de eventual mau humor seu, mesmo justificável. Quando minha mãe estava em terminalidade de seu Linfoma, eu recebia notícias ruins e mais notícias ruins. Mas nem isto nunca derrubou meu bloqueio mental para bem atender, embora me derrubasse ao solo quando estava apenas comigo mesmo.
29 de junho de 2013 às 21:15 ·

Ricardo Bing Reis Se, for coerente dizer-se que a intelectualidade é a maior vertente de auto admiração (em narcisismo psico-mental, que não extrapole o limite da auto estima); ser inteligente e competente seria o pilar de apoio de qualquer pessoa, pois lhe é fator gerador de rochosa sensação de segurança. E, isto se faz notar naquilo que a pessoa se especializa, isto é, nas suas atividades laborais. Não somos só o que fazemos, mas somos muito o que fazemos. O reconhecimento do trabalho (direta ou indiretamente perceptível pelo executor), é uma das âncoras de uma suficiente felicidade do indivíduo.
29 de junho de 2013 às 21:31 ·

'O QUE UMA MULHER QUER'? < PERGUNTA ABERTA PARA PENSAMENTOS EMBASADOS, EMPIRISMOS, ACHISMOS, OPINIÕES, PALPITES E CHUTISMOS.

Ricardo Bing Reis A máxima "quem gosta de homem é o gay, e mulher gosta mesmo é de dinheiro (imagino que, para fazer compras)"; meio que caiu por terra esta semana, pelo menos tendo como base um programa de entrevistas que ouvi no rádio há 2 ou 3 dias. A reportagem era sobre uma pesquisa onde se comprovou que o homem é tão consumista quanto a mulher. Claro que os bens de consumo são distintos, isto é, qualitativamente diferentes. Mas, ao final, quantitativamente, o gasto é o mesmo. Acho que conclui-se então, que homem também gosta de dinheiro na mesma proporção. O sexo (sob o significado de gênero), não apresenta distinção em despesas por consumo. Já o sexo (sob o significado de preferências sexuais), não foi o objeto de estudo desta pesquisa.
19 de maio de 2013 às 00:24 ·

'O QUE UMA MULHER QUER'?

Ricardo Bing Reis Isto já me aconteceu centenas ou milhares de vezes. Procurava por algo; alguém ou alguma coisa (física ou abstrata) e, quando, eventualmente a conquistava, tinha uma satisfação fugaz, um contentamento que já muito em breve virava descontentamento por ainda não ter uma dada OUTRA coisa quiçá qualquer. Imagino hoje, que tudo isto aconteceu por minha insatisfação e descontentamento interno, comigo mesmo perante o que eu queria e esperava da vida. Mas, o que eu queria da vida, era muito mais do que ela, de bom senso, poderia me dar. Hoje sofro bem menos deste processo, mas ainda assim, ele permanece e sempre permanecerá em mim. Salvo isto, ainda consideraria que eu, particularmente, suponho a existência (sem embasamento teórico algum) de um "Eterno e Inato Descontentamento Inerente a Todos os Seres Humanos"; que nos impulsionaria a vencer a inércia. Caso contrário, se sempre satisfeitos e contentes, por que nos esforçaríamos? Sem exagero, acho que morreríamos por falta de subsistência; por mais estranho que pareça.
19 de maio de 2013 às 01:29

Ricardo Bing Reis Quanto a um homem parasitar uma mulher para obter seus proventos; ou quanto a uma mulher parasitar um homem para obter seus proventos; é uma atitude mais antiga 'que andar para frente'. Se é um 'combinado tácito', até que tudo bem. É um combinado... Mas, por outro lado, se é uma artimanha, trataria-se, penso, de uma limitação de caráter, embora muitos possam não assim considerar. Fato é que, depender de outra pessoa, é, no mínimo, muito arriscado (e imprudente), pois na falta deste, perde seu provedor dos proventos mensais. Claro que, em se tratando de haver um patrimônio muito significativo acumulado, este parasita pode 'ter se dado bem'. Não sei se não seria frustrante ter, sem lutar para. Mas tenho quase certeza de que, quem assim age, não sente culpa com relação ao parasitado, nem autodesprezo significativo, se é que sente.
19 de maio de 2013 às 01:38

'O QUE UMA MULHER QUER'?

Ricardo Bing Reis Acho que o mais corriqueiro hoje, é a mulher 'lutar pela vida' tanto quanto os homens. E, assim, já não é mais tão grande assim o percentual de homens ou mulheres que deixam de se apresentar às batalhas diárias pelas suas lutas financeiras. Neste caso, havendo conquistas de objetivos, estes não terão sido 'sorte', pelo menos à minha ótica, pois imagino a 'sorte' como sendo obra do acaso; e, quem luta, não está a mercê do acaso, mas da probabilidade. Em contraste com 'a baixa possibilidade', do fator 'acaso'.
19 de maio de 2013 às 01:45

Ricardo Bing Reis Até aqui, não saíra eu ainda da faceta da vida material. E, suponho que andando por este caminho, entramos em uma estrada de poeira onde ninguém se encontra, enquanto o trecho de saída coerente parece passar, nesta metáfora, muito longe do assunto 'matherial world'; embora no inconsciente coletivo feminino possa até aparentar ser assim, ligado a coisas. A mim parece que, o que (quase) toda mulher quer, é a maternidade e; ainda, ser uma mãe suficientemente boa. Apenas acho.
29 de junho de 2013 às 20:08 ·

O TORMENTO DA NEURALGIA DO TRIGÊMEO E DO ZUMBIDO.

Ricardo Bing Reis Um professor de Urologia, certa feita, alertara-me que a 'pior dor da medicina' era do cálculo renal. Pior que do parto. Claro que isto, imagino, em comparações de graus intensos, pois haveria graus intermediários.
15 de maio de 2013 às 00:34

O TORMENTO DA NEURALGIA DO TRIGÊMEO E DO ZUMBIDO. CONT

Ricardo Bing Reis 1 de minhas filhas nasceu de parto normal, mas eu não senti nada, pois foi minha esposa que fez. A outra, por cesariana. Acho que nesta, nem eu nem ela sentimos nada. Assim, não tenho como testemunhar a dor de um parto. É um pouco cruel falar pelo que nunca se passou. Por outro lado, já fui contemplado por 2 horríveis crises de dor aguda lancinante e em cólica por cálculo renal. Na primeira, tentava, em vão, encontrar uma posição no banco do carona que a aliviasse, até chegar ao hospital. Não consegui. Mal caminhava e, ao chegar, as recepcionistas 'passam direto' para atendimento aqueles com cálculo renal, tamanha a 'fama' da dor devastadora. Também imagino que em alguns não seja tão intensa, ou até quase nada dói. Na segunda vez, às 3 horas da manhã, acordei-me com o início da dor e imediatamente a identifiquei, pois quem tem a primeira, registra em seu cérebro de tal sorte que não deixa dúvida. Ainda ao sair de casa, desmaiei de tanta dor e bati com a cabeça na porta, como martelo e bigorna. Nunca desmaiei em toda minha vida, apenas aqui. E, a dor do trauma na cabeça nem me foi perceptível visto que a lombar era tão maior. Não faltarão amigos (e esposa) que diga que esta queda na quina da porta justifique muitas de minhas idéias tresloucadas do presente.
15 de maio de 2013 às 00:50

Ricardo Bing Reis Se você já passou por uma destas 2, poderia imagina-las se manifestando na sua face? Obs > de novo imagino que a Neuralgia/Nevralgia do Trigêmeo, possa ter graus variados, mas, embora sem aviso prévio de que assim faria, estou tratando dos extremos de todas estas 3 dores descritas.
15 de maio de 2013 às 00:56 ·

O TORMENTO DA NEURALGIA DO TRIGÊMEO E DO ZUMBIDO. CONT

Ricardo Bing Reis 3 relatos > ...."a Neuralgia/Nevralgia do Trigêmeo provoca uma dor absolutamente inesquecível; é uma dor muito, muito forte que atinge o lado da face, é paroxística"... / ..."é uma dor aguda semelhante a um choque elétrico em partes do rosto; acho que é uma das piores dores que o ser humano pode sofrer"... / ... "é uma dor de início súbito, lancinante e de intensidade ultra forte"...
15 de maio de 2013 às 01:01

Ricardo Bing Reis Talvez meu professor de Urologia nunca tenha padecido de uma Nevralgia do Trigêmeo, nem de um parto, nem sequer de cálculo renal (seu objeto de estudo). Para não ser 'injusto' de nenhuma dor para com a outra (considerando estarem em suas intensidades severas), vamos dá-las por empatadas, já que são todas terríveis.
15 de maio de 2013 às 01:05

Ricardo Bing Reis Hoje mesmo, em coincidência, um senhor me disse que tem gota e que, quando em crise, a dor em seu hálux ('dedão do pé') é violentíssima, aguda e contínua; até que seja medicada. Na vigência da dor, até o lençol ou uma folha de papel é insuportável sobre este dedo. Depois, uma mulher veio com severa otalgia ('dor de ouvido') e, curioso, perguntei a ela se aquela era a pior dor que já sentira até então. Para minha surpresa, deu uma resposta, para mim, inédita: ...'a pior dor é a da hora'...
15 de maio de 2013 às 23:42 ·

O TORMENTO DA NEURALGIA DO TRIGÊMEO E DO ZUMBIDO. CONT

Ricardo Bing Reis Por felicidade, tenho uma grande amigo, Dr. Eduardo Beck Paglioli (de 78 anos, grande e renomado neurocirurgião, e que, heroicamente, ainda exerce seu ofício com paixão); o qual me enviou o seguinte e-mail há alguns dias: "Caro amigo e colega Ricardo, um doente me procura no consultório! Paciente privado, mas vejo notas de 20 reais. Provavelmente, penso eu, em dificuldades financeiras e de saúde preocupantes! Diagnostiquei Nevralgia do Trigêmeo. Peço a burocracia para fazer esta cirurgia pelo sistema público de saúde. A burocracia é extensa e, pior, vai demorar muito para chegar a vez deste paciente. Uns 30 dias! Tomei iniciativa própria de, em gratuidade, operar o pobre paciente, aturdido pela 'dor assassina'! No dia 10, vem tirar os pontos e me mostra uma carta do primo do seu colega de trabalho na oficina. É uma 'carta de despedida'; sofria de Nevralgia do Trigêmeo, e se matou no fundo do quintal, tendo referido nunca ter conseguido alguém com solução para sua dor extremada e não mais suportável"!
22 de maio de 2013 às 00:29 ·

Ricardo Bing Reis Em verdade, os sintomas são desconfortos. Muito provavelmente o pior, e aparentemente, talvez, também o mais comum, é a dor. Mas vários outros sintomas/desconfortos são extremamente desagradáveis: tontura, disfonia (rouquidão), dispneia ('sensação de falta da ar'), palpitação, disfagia (dificuldade para engolir), inapetência, náusea, peristaltismo e meteorismo intestinal, astenia ('fraqueza'), prostração ('abatimento'), sonolência e tantos mais tantos outros. Grosseiramente (para simplificar o complexo), o que o padecente apresenta de queixas na anamnese ('conversa do médico com o paciente') seria 'sintoma'; e, o que o médico constata no exame físico (inspeção, palpação, percussão e ausculta), seriam os sinais (por exemplos: garganta com placas, 'chiado pulmonar', sopro cardíaco, inchaço articular e centenas de outros). Até agora foi comentado apenas a dor física, com ênfase na Nevralgia do Trigêmeo (embora dentre outras descritas antes desta).
26 de maio de 2013 às 00:12 ·

O TORMENTO DA NEURALGIA DO TRIGÊMEO E DO ZUMBIDO. CONT

Ricardo Bing Reis Um sintoma que pode ser extremamente desagradável é o zumbido. Por algum motivo que desconheço, as coincidências não são raras na medicina. Na mesma semana que recebi o já exposto e-mail do Dr. Eduardo Beck Paglioli, recebi um paciente que referia um tão intenso zumbido unilateral (no ouvido direito), que já pensou, há 5 anos atrás, em 'fazer besteira contra si mesmo'; risco que diz desconsiderar totalmente de lá para cá. Convive com este zumbido há 10 anos. Já consultou com vários otorrinos, inclusive com o que eu considero 'o melhor' em oto-neuro; sem resultado. Pedi um pouco mais de paciência a ele e iniciei investigação. Não tenho a menor pretensão de dar assistência a ele sozinho, vou procurar ajuda de colegas, em outras especialidades também.
26 de maio de 2013 às 00:21 ·

Ricardo Bing Reis É perfeitamente crível que pessoas se suicidem por dores insuportáveis (ou outros sintomas desagradabilíssimos tal zumbido azucrinante); principalmente se manifestos todos os dias e o dia todo; e, ainda, caso já desiludido que algum médico efetivamente poderá auxilia-lo de forma significativa. Perda de esperança. Mas há de se considerar também, ser possível que nestas circunstâncias críticas, haja, por trás do quadro existente, um fator coadjuvante como inúmeros transtornos psico-mentais que potenciem a dor (ou qualquer outro sintoma), tornando-o, agora sim, crítico o suficiente para atentado contra si mesmo. Vicent Van Gogh, pelo que já li (embora de fonte suspeita), sofria de zumbido insuportável. E, em sua avaliação já desesperada, supôs que se cortasse um pedaço de sua própria orelha em automutilação, poderia obter êxito em se 'livrar' da mazela. Certamente não funcionou...
26 de maio de 2013 às 00:35 ·

EDUCATIONS

Ricardo Bing Reis Aqui, a palavra mais adequada, penso, não seria "EDUCAÇÂO' mas sim "ENSINO". Visto que ensino tem ligação com INFORMAÇÔES (aprendizado de fatos), o ensino mais nobre e louvável seria o aprendizado (por parte da mente) de pensar sobre as premissas (INFORMAÇÔES) recebidas, para uma análise destas; e, posterior síntese de um pensamento consistente e até (muito) complexo, possivelmente até inventivo e inovador. Em suma, um silogismo coerente, bem executado. No entanto, convém lembrar, em caso de surgimento de novas e melhores premissas (INFORMAÇÔES) recebidas por este pensador, é mister ser sensato, humilde/maduro suficiente para aderir a si estas novas premissas, refazendo o raciocínio que ficou obsoleto ou inadequado frente ao não acesso até então às novas informações recém (bem) vindas. Isto é uma forma de bom senso, mais comum no senso estrito.
19 de maio de 2013 às 02:04 ·

EDUCATIONS CONT

Ricardo Bing Reis Por outro lado, não estou totalmente convencido de que a faculdade de atingir pensamentos complexos possa ser ensinado. Ou, adequadamente adquirido por qualquer pretendente, mesmo o esforçadíssimo. Acho que o esforço é indispensável, tanto que se diz ser o esforço mais poderoso que a inspiração. Não me parece ser bem assim. Com esforço, mesmo sem inspiração, pode-se sim ir longe. Com inspiração, sem esforço, ainda assim talvez se consiga resultados. Mas, o inspirado esforçado vai bem além de qualquer previsão. Aqui, estou eu chamando de 'inspiração' o que em verdade, no dia a dia, chamo de 'inteligência'. E, em se tratando de inteligência, a complexidade conceitual da palavra em si é muito grande. O mais importante é não confundir-se com esperteza e riqueza. Ser esperto e ser rico, não implica em ser inteligente, embora possam também sê-los.
19 de maio de 2013 às 02:15 ·

Ricardo Bing Reis Teimo em imaginar a nua inteligência como de fundo biológico, orgânico, bioquímico; atrelado geneticamente aos neurônios da mente da pessoa (quando se fala em 'genética', suponho, não quer dizer que, por exemplo, Einstein não possa ter sido filho ou neto de parvos; embora desconheça sua biografia e mais ainda indícios disto). Mas esta plasticidade de raciocínio, que mais parece um 'efeito elástico' de vai vem em metáforas (e, acho que, metonímias também), tem um fundo bioquímico neural. Não é ambiental ou adquirido. Nascemos com ou sem esta plasticidade mental. Criatividade também se enquadraria aqui. Claro que o mais limitado biologicamente pode adquirir parte disto pelo esforço e (auto)didática, mas demanda muita obstinação para atingir tal metodologia de (auto)ensino. Já o 'iluminado' pela bioquímica mental, se agregar a isto esforço e obstinação, pode atingir lampejos de genialidade ou a própria. São os tais 'cérebros' que nosso país deveria acautelar-se em manter aqui, não deixando-os partir para centros estrangeiros mais atraentes. Ou ainda pior, os ditos 'roubo de cérebros (que, suponho, seria países lançarem iscas 'de vida amplamente melhor' a serem mordidas pelos 'cérebros' ultra pensantes)'. Mas convenhamos, muitos ficam por aqui mesmo.
19 de maio de 2013 às 02:33 ·

EDUCATIONS CONT

Ricardo Bing Reis Frase garimpada: "Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma, continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ler o mundo pela magia da nossa palavra. O professor não morre jamais". - supostamente por Rubem Alves -/ Observação > frase que ouvi no rádio ainda ontem: 'Todo mundo quer ver o professor mais valorizado, em TODOS os sentidos'. / Outra frase garimpada: "Guie uma criança pelo caminho que ela deve seguir, e guie-se por ela de vez em quando". - supostamente por Josh Billings -
12 de julho de 2013 às 23:21 ·

Ricardo Bing Reis Outras 3 garimpadas: "Caro aluno, agora que você participou das manifestações populares brasileiras, protestou e defendeu um ensino melhor; por favor, preste mais atenção nas aulas, faça seus temas de casa e RESPEITE SEUS PROFESSORES, caso contrário, seu 'grito de mudança' terá sido só hipocrisia"; + "Não adianta explicar quando o outro está decidido a não entender" + "Eu apoio respeito aos professores nas escolas". IMPORTANTE > Por outro lado, ouvi no rádio uma curta reportagem (agregando o depoimento de um entrevistado) sobre a 'Classe D' > "É praticamente inviável que um aluno em condições de vida quase abaixo da linha da pobreza (quase miserável) manter-se na escola. Precisa abandoná-la para trabalhar, ou ainda mais frequentemente, agregar-se ao narcotráfico (se não obtiver um bom emprego, o que sempre é muito difícil de acontecer, por não ter adquirido suficiente preparo cultural na escola)! E pior, 'nos tornamos homens precocemente' e precisamos de dinheiro para sustentar o filho, fruto desta gravidez indesejada"! Então eu pergunto: E agora?
13 de julho de 2013 às 00:01

EDUCATIONS CONT

Ricardo Bing Reis Outro entrevistado, Filósofo, sentenciou: "O BRASIL É O PAÍS DAS FUTILIDADES. País onde nas festas toca funk com promiscuidade agregada (inclusive; e, principalmente sexual, com todas as DSTs e gravidez indesejadas); onde se assistem programas de televisão desqualificados ao extremo; onde as pessoas se endividam para 'viver de aparências'; onde fazem excessos de procedimentos plásticos para manter-se 'forever young'; onde se explicita um narcisismo (mais observável quando estão no exterior, deixando transparecer uma baixa auto estima); onde não há tanto interesse pelo estudo (e também pouco aproveitamento de suas vivências) gerando uma 'burrice endêmica e até epidêmica'. Agora pergunto: que tal esta observação?
13 de julho de 2013 às 00:30 ·

Ricardo Bing Reis Exemplo de excelente fonte de informações (premissas), de onde, um autodidata competente, pode processar uma análise dos fatos científicos 'garimpados'; e, posteriormente, a síntese de um pensamento pessoal sobre as coisas, o mundo e sobre si mesmo (passando assim, de um nível informativo para um estágio auto formativo, até saindo do senso comum, se assim convier) > www.pucrs/mct
14 de julho de 2013 às 02:54

EDUCATIONS CONT

Ricardo Bing Reis www.pucrs.br/mct

MCT - PUCRS [Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS]
www.pucrs.br

Ricardo Bing Reis Veja como o 'web site' a seguir pode ajudar no ensino de seu filho: 1- 'Biblioteca Básica' (todos os livros que seu filho deve ler dos 2 aos 18 anos); 2- 'Você é uma mãe nota 10'? (veja se você está acertando na educação e ensino de seu filho); 3- 'ABC da Alfabetização': ideias simples para ajudar as crianças a ler e escrever; 4- 'Criança Feliz': 100 dicas para divertir - educar/ensinar - seu filhos sem gastar muito. > www.educarparacrescer.com.br

Educar para Crescer _ Educação de qualidade
educarparacrescer.abril.com.br
Educar para Crescer - Dicas, idéias, soluções e estratégias para melhorar a qualidade da educação, do aprendizado e da escola pública no Brasil.
8 de agosto de 2013 às 22:05

Ricardo Bing Reis TODOS PELA EDUCAÇÂO > O 'Todos Pela Educação' é um movimento social que tem como missão ajudar o Brasil a garantir Educação e Ensino de qualidade a todas as crianças e jovens. www.todospelaeducacao.org.br

Todos Pela Educação
www.todospelaeducacao.org.br
Está no ar o site da Rede Latino-american

MEU LADO PIEGAS APROVA ESTA MÚSICA > FAZER UMA MULHER SORRIR ASSIM, NÃO SERIA A MAIOR REALIZAÇÃO DE UM HOMEM? O SORRISO VERDADEIRO OU GENUÍNO DE UMA MULHER (NÃO ESTE 'SOCIAL' DO COTIDIANO), QUE VEMESPONTÂNEO POR LAMPEJO DE REAL SATISFAÇÃO, IMPLICARIA EM TOTAL APROVAÇÃO DESTE ALGUÉM QUE O PROVOCOU?

Ricardo Bing Reis Há quarto de século, alguém disse para alguém, e eu escutei, que, quando um homem consegue fazer uma mulher realmente rir de seus gracejos, suas chances com a gargalhante são potencializadas. Seria um forte indício de aprovação. Imagino e deduzo então daí, que, se as piadas forem fracas e sem graça, e, mesmo assim ela ri, é porque já transcendeu à paixão arrebatadora.
10 de maio de 2013 às 21:46 ·

SENSACIONAL.

Ricardo Bing Reis Isto corresponderia a dar espaço à pessoas maduras que pensam algo, e não apenas replicam quadrinhos pré-fabricados e pré-moldados (dizendo aquilo que se esquece 3 segundos pós terminada a leitura do quadrinho). Não há necessidade nenhuma de escrever-se coisas geniais, mas, se todos escrevessem com sinceridade o que realmente pensam e sentem, sem medo da opinião dos outros (por ter segurança em seu auto-conhecimento); todos sairíamos ganhando. Eu poderia saber o que realmente se passa na cabeça dos outros e aprender. Agregaria experiência alheia. Da forma como está, o Facebook se aproxima muito da revista 'Contigo', se é que ainda existe. Mas, mesmo assim, volta e meia, se garimpa coisa boa, como esta postagem. Parabéns a que confeccionou. Tem neurônios.
10 de maio de 2013 às 01:57

SENSACIONAL. CONT

Ricardo Bing Reis Devido às temáticas de minhas postagens, fruto do escritos do que penso, não raro recebo 'mensagens de apoio' interpretativas de que minha vida vai de mal à pior. Acho tão estranho que muitas e muitas pessoas façam uma relação tão direta entre o que a pessoa escreve, e o que a pessoa é. Se assim fosse, o Jô Soares seria um palhaço; e, de palhaço e bobo, não tem nada. Pergunto: "a sociedade funcionaria como um freio para quem ousa pensar e registrar algo diferente do supostamente pré-estabelecido como politicamente de 'senso comum'? Caso sim, o 'senso estrito' não deveria também ter o direito de entrar para o 'rol da aceitação politicamente correta' atual e generalizada da 'diversidade'?
10 de maio de 2013 às 02:06 ·

Ricardo Bing Reis INTERPRETAÇÃO > em comunicação e expressão, escrita ou falada, grande risco é a INTERPRETAÇÂ. Bem entendidos e mal entendidos se separam por linha tênue, quando se separam, pois há situações mistas. Li por aí a sentença "eu sou responsável pelo que eu falo, não do que você entende". Esta frase tanto pode ter um fundo de verdade quanto de arrogância. Dá a sensação de que você fala (sempre) o certo, e que o outro, se entender distinto, é meio parvo.
17 de maio de 2013 às 16:49

Ricardo Bing Reis INTERPRETAÇÂO > mesmo que o narrador seja competente, assim quanto o interlocutor (ou escritor/leitor), pode-se, não raro, obter-se 'n' interpretações; e coerentes. Pois cada qual, tem um universo dentro de si, isto é, dentro de sua psico-mente. E, as premissas jogadas lá dentro deste cérebro, podem resultar em diferentes análises, sínteses e conclusões; tal um silogismo. Este silogismo pode estar correto, incorreto ou misto, diferentemente, tanto para o comunicador quanto para o comunicado.
17 de maio de 2013 às 16:55

SENSACIONAL. CONT

Ricardo Bing Reis Sempre entendo bem o que meus amigos dizem/escrevem pois os conheço bem. Isto ajuda muito. Tendo premissas empíricas de anos de convivência de certa pessoa, já sei interpretar o que ela realmente está querendo dizer, mesmo que o faça de forma atabalhoada. Se algo dito/escrito pode ser interpretado pelo lado do bem ou do mal, basta acrescentar o que você sabe desta pessoa. Se é um cara do bem, a dicotomia está desfeita, e também, obviamente, vice-versa. O 'perigo' está em falar/escrever sem saber quem está do outro lado, visto que ele também não sabe quem está deste lado.
17 de maio de 2013 às 17:00 ·

Ricardo Bing Reis É aquela frase, "não adianta querer ensinar, quando o outro não quer aprender". Vale para relação professor-aluno. Não se está aqui, falando-se em ensinar alguém, mas simplesmente se comunicar. Se o outro não está interessado no que tem a ouvir, o orador do momento perde seu tempo ao falar. Por isto, estas conversas cruzadas onde um fala por cima dos outros; e, ninguém escuta ninguém. Parece que ninguém tem nada a aprender (exigiria humildade); e, sim, arrogantemente, muito ou tudo a ensinar (onisciência). Enquanto isto, Deus nos deu 2 orelhas e 1 boca, talvez para ouvir o dobro do que se fala. Hoje daria 2 bocas e 1 orelha, para facilitar a balbúrdia, se é isto mesmo que preferimos.
17 de maio de 2013 às 17:12

Ricardo Bing Reis Se, é coerente dizer que cada qual ser humano tem seu universo cultural interno; e, assim, seus infinitos pontos de vista individualizados; faz sentido uma frase que garimpei hoje em rede social e que, supostamente, seria de Joseph Campbell: "Compreender que há outros pontos de vista é o início da sabedoria". E, se de fato a sabedoria (conhecimentos acumulados por aprendizados da vida prática) é distinto do saber (conhecimentos acumulados por aprendizados via estudo teórico); passa a fazer sentido ainda uma outra frase, também fisgada na rede social, mas cujo autor desconheço: "Humildade não é se declarar pequeno...Humildade é reconhecer as suas fraquezas; e, perante isso buscar seu melhor". Logo, é passível considerar que, o humilde, não raro, passe por 'fraco' em sua forma de expressar seus pensamentos de autoconhecimento de suas próprias fraquezas (no sentido de limitações); quando, em verdade, está sendo muito forte (para enfrentar e suficientemente conseguir deixar de lado a inerente onipotência do ser humano). O senso comum (não raro de mau senso), insiste em sempre pensar ao avesso da verdade (ou do bom senso), pertencente, muito infelizmente, apenas ao senso estrito.
19 de maio de 2013 às 01:15

ENSACIONAL. CONT

Ricardo Bing Reis Colegas de trabalho de minha esposa, eventualmente, perguntam a ela o que há de errado comigo. Por que sou melancólico (?). Concluem isto, erroneamente, através dos meus comentários. Ela sempre diz que eu sou 'assim mesmo', tenho idéias diferentes das usuais. Outro amigo que muitíssimo bem me conhece, disse que eu estou sempre na contra mão dos fatos correntes. Mas este me entende muito bem; e, talvez por minha própria influência, depois de mais de 33 anos de conversas entre nós, ele parece que também, há muito, aderiu estar na contra mão! A 'contra mão' pode ser o 'senso estrito', até porque a 'mão única', com toda certeza, é o 'senso comum', das pessoas que seguem a NORMA (meros paradigmas, padronizações) e que, por isto apenas, são NORMAIS. Ser normal, não é necessariamente bom. É ser o COMUM. Tem por todo canto. Eu odiaria ser normal/comum. Primeiro por narcisismo psíquico de não ser comum. Prego a tolerância; e, e de fato, acolho todas formas de viver, mas isto não significa que eu precise, junto, também anular minhas vaidades. Estas 2 vertentes podem conviver (se a mente está previamente preparada para tal). E, por também achar que as normas emburrecem, limitando as oportunidades de concatenar idéias (o que fundamenta o pensamento). Por outro lado, às vezes, também recebo e-mails e postagens deste tipo, tal agora mesmo: "Gosto muito de como escreves. Se faz bem entender e com inteligência. Obrigado por me proporcionar boa leitura. Ainda não havia imaginado o uso de redes sociais por esta forma e ótica". Tendo agradecido, ainda registrei que, se todos escrevessem o que pensam e sentem com sinceridade, o crescimento de cada um de nós seria tão grande, que desconfortos e tormentos poderiam ser atenuados e/ou abreviados.
19 de maio de 2013 às 21:58 ·

Ricardo Bing Reis Nas redes sociais, a autoria das frases 'pré-fabricadas' me parecem sempre suspeitas. Por outro lado, por que alguém trocaria gratuitamente autorias? Ou ainda por outra, por que alguém autor de uma frase interessante ou até genial, outorgaria a outrem sua elaboração? Seria por insegurança pessoal? Medo de se expor? Pensar-se-ia que, delegando autoria a alguém famoso, ganharia em credibilidade (?!). É o tal do autor precisar morrer para ser reconhecido? E, isto, não seria inveja de ver este alguém ter seu reconhecimento em vida? Acho que de tudo isto um pouco. Estas situações seriam uma comprovação de que poucos lançam ideias e pensamentos pessoais nas redes sociais (visto quase exclusivamente postarem quadrinhos com frases feitas pré-fabricadas)? Assim, não estariam (quase) todos, por insegurança, agindo de forma estereotipada, em paradigma, mantendo-se em zona de conforto? O que haveria de 'maligno' em nossas ocultas formas de pensar? Suponho, ser o medo de ter seu EGO ferido, visto ser, na minha opinião, a ONISCIÊNCIA, o MAIOR fator de VAIDADE psíquico-mental de todos nós. Ninguém quer 'pagar o mico' de ser visto como parvo e/ou maluquete.
26 de maio de 2013 às 04:36

 

"SIMPLESMENTE SER FELIZ, NÃO É ASSIM TÃO DIFÍCIL. OCORRE QUE SEMPRE QUEREMOS SER MAIS FELIZ DO QUE OS OUTROS. E, AINDA PIOR, É QUE SEMPRE TEMOS A PERCEPÇÃO DE QUE OS OUTROS SÃO MAIS FELIZES DO QUE DE FATO REALMENTE O SÃO".

Ricardo Bing Reis Ouvi esta frase hoje às 6:30 da manhã, no rádio, ainda muito sonolento; e temente de não conseguí-la manter na minha já inconfiável memória até chegar no papel com lápis na sala. Mas consegui. Se a frase não é exatamente assim, está muito próxima disto.
5 de abril de 2013 às 23:27 ·

Ricardo Bing Reis DESCONTENTAMENTO > Tomando esta frase por verdadeira, mesmo que não seja 100% assim, poderíamos, talvez, classificar o DESCONTENTAMENTO em 2 grandes ramos.
5 de abril de 2013 às 23:29 ·

Ricardo Bing Reis DESCONTENTAMENTO POR PERCEPÇÃO > 'ETERNO E INATO DESCONTENTAMENTO EXÓGENO INERENTE A TODOS OS SERES HUMANOS'.
5 de abril de 2013 às 23:31 ·

Ricardo Bing Reis DESCONTENTAMENTO INCRUSTADO > 'ETERNO E INATO DESCONTENTAMENTO ENDÓGENO INERENTE A TODOS OS SERES HUMANOS'.
5 de abril de 2013 às 23:34

SIMPLESMENTE SER FELIZ CONT

Ricardo Bing Reis A frase de Montesquieu, a mim parece, é um coerente exemplo de 'Eterno e Inato Descontentamento Exógeno (Ambiental) Inerente a Todos os Seres Humanos'; baseado na PERCEPÇÂO.
5 de abril de 2013 às 23:38

Ricardo Bing Reis Neste DESCONTENTAMENTO ambiental, não faltarão aqueles que negarão ter INVEJA da Felicidade dos outros; e que, paradoxalmente, citam (aquela onipresente e já desgastada frase): 'Quero mais que todos sejam muito felizes'...; ou por outra, 'Faço gosto e faço votos para que todos sejam muito felizes'.
5 de abril de 2013 às 23:43 ·

Ricardo Bing Reis Isto é o politicamente correto, o 'lugar comum dos pequenos grandes', que não conseguem dar lugar à inveja em seus 'ser perfeito'.
5 de abril de 2013 às 23:45

Ricardo Bing Reis Penso, mesmo que erroneamente, mas com quase certeza, que ninguém quer a desgraça, a miséria, a mazela de ninguém. Mas também não quer o oposto (isto é a plenitude absoluta das virtudes, da sapiência, da maturidade, da paz, da glória, da fama, da fortuna, da família margarina, do tempo livre para o ócio criativo, do eustresse; e toda e qualquer descrição de felicidade). Os extremos incomodariam. O 'meio termo' ou 'morno' seria o tolerável. Como se a felicidade fosse estanque, algo de definição relativamente absoluta (ou quase isto); tal como mel em uma colméia, que tem fim e que, quem se atrasa, fica sem. E, o feliz, em uma interpretação inconsciente imaginária do 'senso comum', seria um 'guloso' que está comendo demais, em detrimento dos outros.
5 de abril de 2013 às 23:57 ·

Ricardo Bing Reis A passagem 'sempre temos a percepção de que os outros são mais felizes que de fato realmente são'... ; hoje, popularmente modificado, seria a sentença 'A grama do vizinhinho é sempre mais verde'...
6 de abril de 2013 às 00:03

Ricardo Bing Reis Talvez aqui, para aqueles (muitos) dineiristas (os que julgam que ser feliz é acumular moedas e papel-moedas), pode tornar-se de especial importância parecer o que não se é; para 'vender (no sentido figurado e real do termo)' sua (APARENTE) felicidade; isto é, ter a grama mais verde. E, para estes, o mais frustrante é que sempre tem um outro ainda mais rico do que ele. Não sou nenhum psicanalista nem postulante à; mas suspeito que tal comportamento guarde íntima relação com baixa auto estima.
6 de abril de 2013 às 00:10 ·

SIMPLESMENTE SER FELIZ CONT

Ricardo Bing Reis Por último, 'DESCONTENTAMENTO POR PERCEPÇÂO' à parte (isto é, ambiental); em minha opinião (fragilizada por total ausência de literatura científica que sustente minha ousada teoria), temos ainda o DESCONTENTAMENTO INCRUSTADO; incrustado em nossos neurônios da psico-mente cerebral (como fruto das necessidades 'Evolutivas' de sobrevivência na antropologia biológica, nesta 'luta ainti-morte' que é a vida); caracterizando o que batizei e reiteradas vezes denominei "O ETERNO E INATO DESCONTENTAMENTO ENDÓGENO INERENTE A TODOS OS SERES HUMANOS". Isto porque, se qualquer Ser Vivo do Reino Animal apresentar-se contente e satisfeito, tenderá a cair em inércia, por falta de motivação para vencê-la, deixando de alimentar-se e/ou de armazenar um mínimo para os períodos de precariedades.
6 de abril de 2013 às 00:24

Ricardo Bing Reis Concluindo, caso esta sentença de Montesquieu esteja realmente correta, poderíamos supor por simples dedução lógica, que um dos principais fatores limitantes de uma vida suficientemente boa, é a INVEJA para com os outros; ou ainda, para com uma suposta felicidade do(s) outro(s).
16 de julho de 2013 às 22:31

Ricardo Bing Reis "NÃO HÁ NECESSIDADE DE CONSULTAR UM PSICÓLOGO PARA SABER QUE QUANDO VOCÊ DENIGRE O OUTRO, É PORQUE VOCÊ MESMO NÃO CONSEGUE CRESCER E PRECISA QUE O OUTRO SEJA REBAIXADO PARA VOCÊ SE SENTIR ALGUÉM". - PAPA FRANCISCO - Observo que muitos, garimpam exemplos de pessoas (supostamente) de maior 'sucesso' do que julga ter em si próprio (e tais 'investigadores de sucesso alheio', até pelo tamanho de suas cabecinhas de amêndoas), quase sempre se baseia em riqueza financeira, esquecendo-se (o que não surpreende), até de que existe a vida emocional. E, para estes 'investigadores de sucesso alheio', não é nada difícil encontrar 'rivais', visto que quase qualquer um serve (comparada à sua falta de inteligência e, principalmente, falta de autoestima e autoconfiança). Sua característica principal e sua força motriz para esta forma de viver, provavelmente é a inveja, não obstante, não a inveja construtiva, mas a inveja destrutiva. São pessoas destrutivas para com (quase) tudo que interpretam como sendo bom, por ser bem feito por alguém, que não ela (visto que raramente assim conseguem fazer). Isto não seria um protótipo da infelicidade? Geralmente estão providos de 'justificativas' infindáveis de serem como são, tendo sempre muitas 'pedras' nas mãos. Praticamente incapazes de reconhecer méritos e tecer elogios genuínos, no máximo 'elogios sociais', não sinceros. E, por vezes, incapazes de dizer 'obrigado' de forma genuína, se auxiliados; no máximo um 'obrigado social' (como rege a boa educação burocrática coletiva).
4 de agosto de 2013 às 16:45

Adoro esse video, assisto pelo menos uma vez por semana
Vídeo Motivacional para empreendedores

Ricardo Bing Reis OBSTINAÇÃO POR UMA SUFICIENTE QUALIDADE, NA BUSCA DOS SEUS OBJETIVOS PESSOAIS DE VIDA > "TER UM FILHO, PLANTAR UMA ÁRVORE E ESCREVER UM LIVRO, NÃO É LÁ TÃO DIFÍCIL. DIFÍCIL É EDUCAR O FILHO, REGAR A ÁRVORE E TER ALGUÉM QUE LEIA O LIVRO". (DESCONHEÇO O AUTOR).
10 de março de 2013 às 13:00

Ricardo Bing Reis NO ENTANTO, OS EXCESSOS DE OBJETIVOS, DE VONTADES E DE 'QUERERES' SÃO, PARECE-ME, MALÉFICOS > "MUITAS PESSOAS TEM MIL DESEJOS; UM PACIENTE COM CÂNCER TEM APENAS UM, FICAR MELHOR". SENDO ASSIM, NOSSAS AVÓS TERIAM RAZÃO COM AQUELA FRASE QUE SOAVA PIEGAS: 'O QUE IMPORTA É TER SAÚDE'!... OU AINDA POR OUTRA, TALVEZ INSPIRADA EM FRASES DE DALAI LAMA: 'OS HOMENS E AS MULHERES PERDEM A SAÚDE E O BEM ESTAR BUSCANDO RIQUEZAS E PODER. DEPOIS, PERDEM AS RIQUEZAS E O PODER PARA RECUPERAR A SAÚDE, QUANDO A RECUPERAM'. PENSO QUE PODE PERFEITAMENTE NÃO SER ASSIM, MAS HÁ SIM ESTA TENDÊNCIA, EM FUNÇÃO DOS DISTRESSE.
10 de março de 2013 às 13:11