EMAIL ENVIADOS PARA AMIGOS

O CÉREBRO E AS DISTINTAS FASES DO DESENVOLVI-
MENTO HUMANO.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
o cérebro, do recém-nascido, ao lactente, ao final da in-
fância está muito imaturo. Claro que a medida que os a-
nos vão passando, ele tende a paulatinamente evoluindo
a uma condição menos imatura.
Na adolescênia,o cérebro ainda está em fase final de
amadurecimento, que, de uma forma em geral, se comple-
ta por volta de 21 anos de idade. reitero então, que a ado-
lescência ainda é uma fase em que o cérebro necessita do
'apoio' de um cérebro mais amadurecido, supostamente o
dos pais. Daí o risco maior ainda do uso de drogas em ado-
lescentes, o cérebro, estando ainda em estágio evolutivo,
pode sofrer danos químicos pelas drogas, com sequelas ir-
reversíveis, talvez não perceptíveis naquele momento, mas
que poderão fazer diferença nas fases seguintes do desen-
volvimento humano.
Na fase 'Adulto Jovem', que compreende o período etá-
rio de 20 Á 40 anos, o indivíduo está no gozo de seu grau
máximo de maturidade orgânica. Isto não significa que es-
teja também psiquicamente maduro. Sãocoisas distinta, sen-
do esta última mais relacionado como lidou e lida com su-
as adversidades.
Na fase "Meia Idade', dos 40 aos 60 anos, já se proces-
sa um certo grau de involução cerebral.
Apartir dos 60 anos, ingressamos na 'Terceira Idade', e
é chegado agora o momento da maior involução cerebral,
que tão pode ser entendida por degeneração. Em grau ex-
tremo, é a demência cerebral senil.
Tais alterações cerebrais relacionadas com as fases do
desenvolvimento humano podem dar-se no córtex e/ou pa-
rênquima cerebral, as tais substâncias cinzentas e brancas.
Mas há de se registrar por último, que tudo isto é variá-
vel de pessoa para pessoa, multifatorialmente explicável.
Ricardo Bing Reis.

   

EMAIL ENVIADOS PARA AMIGOS

APEGO/AFETO FAZEM DO TATO, O GRANDE VENCEDOR
DA COMPETIÇÃO ENTRE O MAIS IMPORTANTE DOS 5
SENTIDOS. - PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 04 Nov, 2011 0000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
quem deu o troféu para visão, audição e até olfato-pala-
dar, contemplou os 'top of mind', mas não ao mais impor-
tante, que é o 'last of mind': tato.
Certa feita, estava eu em aula num curso de ano e me-
io que fiz em Psicoterapia. Ao que o mestre perguntou in-
dagou o que era de mais fundamental para a sobrevivên-
cia de um bebê. Cartesiano, imediatamente respondi que
era alimentação(aleitamento) e aquecimento. Pensei or-
ganicamente. E, para minha surpresa, ele contrapôs com
a resposta 'carinho'.
E carinho é uma relação bionívoca com apego/afeto.
Neste particular, vem, em primeiro lugar, o con-tato
pele a pele entre a mãe (ou responsável) e o bebê, o ca-
lor humano; presentes no abraço, na amamentação, ma-
nuseio, toque, caf uné, no segurar a mão. Talvez por isto,
botar a mão sobre a cabeça de uma pessoa em eventos
religiosos seja um ritual tão comum e apreciado...
Ocorre que a falta de con-tato, causa, ao bebê, uma
sensação de insegurança, compatível com a realidade des-
ta pequena pessoa, totalmente dependente de um prove-
dor. O que seria de um bebê na natureza sozinho, senão
uma presa fácil para predadores? Incapaz de obter per
si, seus suprimentos básicos. Já várias outras espécies
não tem esta dependência, ou não tanto.
Isto explica a insegurança que este novo cérebro já
percebe, provindo daí o medo e ansiedade; que, prolonga-
dos, leva à depressão. Veja agora como a tristeza já pode
estar presente na mais tenra idade.
Continua, e como...
Ricardo Bing Reis.

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APEGO/AFETO FAZEM DO TATO, O GRANDE VENCEDOR
DA COMPETIÇÃO ENTRE O MAIS IMPORTANTE DOS 5
SENTIDOS. - PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 04 Nov, 2011 0000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
mas as coisas não param por onde terminou o email an-
terior, foi apenas introdutório. Este é mais explicativo vi-
sando maior fundamentação.
Em função da ansiedade e depressão, o cérebro pa-
decente começa a psicossomatizar, isto é, a descarregar
energia bioquímica via nervos eferentes de forma negati-
va corpo afora. Aumenta a liberação do cortisol e adrena-
lina na supra-renal, sobrevém a taquicardia e um tal des-
regulamento orgânico neste pequeno, frágil e imaturo or-
ganismo; que culmina em colapso sistêmico generalizado
e morte por falência cardíaca ou até de órgãos múltiplos.
E o que aplaca isto? O con-tato: toque, calor humano,
apego, afeto.
Assim, pelo menos para mim, fica bem claro que o ta-
to é o grande vencedor, por vitalidade. Sem ele, a morte
sobrevém e, nas outras circunstâncias sensoriais, não ne-
cessariamente.
Segue.
Ricardo Bing Reis.

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APEGO/AFETO FAZEM DO TATO, O GRANDE VENCEDOR
DA COMPETIÇÃO ENTRE O MAIS IMPORTANTE DOS 5
SENTIDOS. - PARTE TERCEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 04 Nov, 2011 0000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
não é fácil dar-se conta da importância do sensório tato;
pelo con-tato, através do apego/afeto.
Em um primeiro momento, pensamos sob a ótica do a-
dulto, quando o grande diferencial é num estágio de ainda
bebê, que morreria sem o tato.
Talvez o tato não seja considerado lá tão importante pa-
ra um adulto, mas não conheço nenhum adulto que tenha
previamente morrido enquanto bebê (!!), para testemunhar
em contrário, por sua experiência própria...
E, por até já cruel imposição da teoria do afeto/apego,
mediante o con-tato, considere que neste mais crucial e vul-
nerável momento da evolução humana; qual seja a primeira
infância, os demais sensórios ainda nem estão suficientemen-
te bem desenvolvidos. Nem os órgãos dos sensórios ainda
estão amadurecidos (olhos, ouvidos, nariz e língua), nem o
cérebro tem as áreas pertinentes suficientemente receptivas
para recebe r as 'mensagens', de visão, audição, olfato-pala-
dar. Já a sensibilidade cutânea do bebbê é apurada.
Por isto, há muito preconizo que os pais de bebês recém-
nascidos (até 30 dias de vida) e bebês lactentes (de 30 dias
até 2 anos de idade), incluindo crianças maiores e até bem
maiores que isto; fiquem em con-tato durante muitas horas
por dia com seus filhos, quando baixados em UTIs neonatais
ou pediátricas, ou mesmo em quartos convencionais; para
que se proceda uma psicossomatização positiva, em contra-
ponto a uma psicossomatização negativa (pela afecção e/ou
'abandono').
Por psicossomatização positiva entende-se, por segurança
do bebê, uma sensação de bem-estar nele, que traz descar-
gas neurais que mantém o organismo bioquimicamente equi-
librado, além de imunologicamente reforçado. As chances de
recuperação, se padecente, aumentam. Se não padecente, o
con-tato acelera o desenvolvimento saudável.
Já por psicossomatização negativa devido à carência de a-
pego e afeto, gerar-se-á o quadro já descrito antes.
Mas há de se respeitar as normas de segurança da entida-
de de saúde. Estas, por sua vez, devem estimular a visita dos
pais dentro do máximo possível , dentro dos limites a evitar,
por exemplo, infecção hospitalar.
Abrace seu filho em casa e em qualquer lugar; todos os di-
as e o dia todo, se ele deixar...
Ricardo Bing Reis.

EMAIL ENVIADOS PARA AMIGOS

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÃO EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
segundo o dicionário, 'sorrateiro' é aquele que age escon-
dido, matreiro; algo como chamamos 'mineirinho'. Já 'trai-
çoeiro' é aquele que engana. Portanto, a listagem a seguir,
bem mais é sorrateira que traiçoeira, já que ninguém hoje
pode alegar que desconhece seus malefícios e, assim, não
teria porque se sentir traído em ser vitimado por eles. Ex-
ceto se cegado por sua megalomania de ser inatingível, a-
char que doença só acomete os outros e que com ele será
diferente. Este tolo pode achar-se traído pelo efeito surpre-
sa.
São eles: hipertensão arterial, ingesta de sal em exces-
so, estresse, sedentarismo, inadequações radicais-livres/an-
ti-oxidantes, tabagismo, drogadição, obesidade, ingesta ca-
lórica desequilibrada, dislipidemias/hipercolesterolemias, di-
abetes, etc.
Por que são 'sorrateiros'?
Pois agem na 'surdina', de forma 'silenciosa', escondida,
assintomaticamente: sem se manifestar, quer por sinais (ins-
peção, palpação, percussão e ausculta), quer por sintomas
(sensações perceptíveis de anormalidade por parte do pade-
cente).
As pessoas se esquecem que, por não estarem nada sen-
tindo, não necessariamente de nada padecem. Podem es-
tar gravemente doentes, como já câncer em fase terminal,
e ainda nada sentindo e nada percebendo-se.
Os inimigos citados, geralmente, vão 'minando' seu corpo
de forma lenta, gradual, paulatina; mas que podem, em cer-
to momento de avanço, passar de uma evolução aritmética
para geométrica.
Quando os sintomas e sinais aparecem, muitas vezes a do-
ença resultante já está em estágio grave.
E, estes sintomas e sinais, muitas vezes, quando surgem,
o fazem em formas inespecíficas, vagas, tênues, que passam
por 'mal-estar que vai passar!'...
Sintomas como tontura e fraqueza, por exemplo, muitas
vezes não recebem a atenção que merecem, principalmente
se brandos.
Mais sobre isto na sequência.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÕES EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
conforme mencionei no texto anterior, quando os sintomas
e sinais aparecem, muitas vezes a doença resultante da a-
ção prolongada dos 'sorrateiros inimigos', já está em estági-
o avançado.
E, estes sintomas e sinais, não raro, quando surgem, o
fazem em formas inespecíficas, vagas, tênues, que passam
por 'mal-estar que vai passar!'...
Sintomas como tontura e fraqueza, por exemplo, frequen-
temente não recebem a atenção que merecem, principalmen-
te se brandos.
Aprenda a valorizar os avisos do seu corpo, por mais leves
e insignificantes que pareçam. Sempre procure um médico e
desconfie, sem medo de 'pagar um mico' de ser rotulado de
'paranóico', 'hipocondríaco', 'histérico', 'psicossomatizador', 'es-
tressado'.
Não se esqueça de 2 ditados:
1- 'Onde há fumaça, há fogo'; e, complementando, se não
tiver, melhor;
2- 'O seguro morreu de velho'; e, complementando, se não
deu, tentou-se.
Por órgãos-alvo, entanda-se o(s) órgão(s) que estão sendo
alvo de ataque dos sorrateiros inimigos. E digo inimigos da sua
vida, pois as doenças por eles geradas, muitíssimo frequente-
mente são causadoras da morte deste padecente.
Segundo pesquisas recentes, 2/3 das mortes por doenças
crônicas não infecciosas, tem causas geradas pelos citados 'sor-
rateiros e traiçoeiros inimigos da sua vida', através de doenças
por eles geradas, com destaque para as vasculopatias e cânce-
res. São as chamadas 'doenças do desenvolvimento'; já que tem
muito a ver com o estilo de vida moderno.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÕES EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE TERCEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
conforme comentei em texto anterior, segundo pesquisas
recentes, 2/3 das mortes por doenças crônicas não-infec-
ciosas, são geradas pelos citados sorrateiros e traiçoeiros
inimigos da sua vida, através de doenças por eles causa-
das, com destaque para as vasculopatias e cânceres. São
as chamadas 'doenças do desenvolvimento'; já que tem
muito a ver com o estilo de vida moderno.
Se, como visto, a maior parte destes inimigos são evitá-
veis e, pior ainda, popularmente sabidamente patogênicos,
não se pode chamar estas afecções de 'doenças do desen-
volvimento', pois são inerentes à mentes não-emocionalmen-
te elaboradas, embora possam ser muito intelectualizados.
Poder-se-ia dizer que são fruto do desequilíbrio emocio-
nal.
Sendo isto correto, não fica difícil reconhecer estas afec-
ções como 'doenças do sub-desenvolvimento emocional'. E,
se de novo correto, o quanto antes o 'mundo moderno' pas-
sar à obsoleto, melhor será.
Pelo menos para as pessoas; talvez nem tanto para a in-
dústria de tabaco, bebidas alcoólicas, comidas gordurosas e
açucaradas, de remédios, etc.
Além do narcotráfico.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÃO EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE QUARTA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
continuando, ainda se (veja bem, eu disse se), algum al-
guém, um dia, disser que existe uma tal de 'indústria do
workholic', não duvidaria.
Imagino uma espécie de publicidade e propagando ao
estilo 'american way of life': trabalhar feito um maluco, pa-
ra produzir e faturar muito; e depois gastar 'devolvendo' o
dinheiro ao adquirir carros e propriedades mirabolantes, lu-
xos desnecessários.
Obviamente que tudo isto tem um custo e este custo se
chama estesse. E, por ele, há muito grande chance de infar-
tar-se entre os 60 e 70 anos, o que torna tudo isto mais per-
feito para esta fictícia 'indústria do workholic', já que este to-
lo terá pagado uma aposentadoria por toda sua existência e,
na hora de usufruir, sai de cena.
Passe a régua, some e veja o lucro desta suposta 'indús-
tria': você gera, você devolve e morre quando teria direito a
algum retorno. Como isca, você se deixou fisgar por uma 'vi-
da melhor por ter coisas', esquecendo que, muitas vezes, pa-
ra 'ter uma vida melhor'', há de se 'ter tempo livre', para 'ser'
e 'ócio criativo'. Seja esperto, fique ligado nas artimanhas do
capitalismo selvagem...
Não gaste sua saúde atrás do dinheiro, pois gastarás es-
te mesmo dinheiro atrás da saúde.
Desta forma, os verdadeiros sorrateiros e traiçoeiros ini-
migos da sua vida seria esta tal suposta 'indústria dos work-
holics', tentando fisgá-lo pela ingenuidade, através de maté-
rias 'sérias' nos rádios, revistas, jornais, televisão, panfletos
e toda ordem de publicidade e propaganda via multimídias.
Lembre-se de mais estas tendências:
1- 'Quem tudo quer, tudo perde'... ;
2- 'Devagar se vai ao longe'... ;
3- 'Corrida da lebre e da tartaruga'... ;
4- 'Quem ri por último, ri melhor'...
Sem que isto se transforme na apologia da lerdeza e da
preguiça.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÕES EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE QUINTA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
se alguém me ouvisse, diria: 'seja esperto; fique ligado nas
artimanhas do capitalismo selvagem e 'blinde-se' em prol da
sua saúde física, mental e psíquica'.
Aqui, faz-se necessário um amadurecimento psíquico de
um preparo que te 'tire do sistema social vigente' ou senso
comum; e que te coloque no 'estricto senso'; que à luz dos
componentes do 'latu senso' (quase todo mundo), é um 'ma-
luco beleza' e/ou incompetente, pelo comportemento 'das u-
vas verdes'...
É muito difícil, pois, além de convencer e vencer a si mes-
mo, vítima desta lavagem cerebral desde 2 anos de idade (ou
antes, contaminando seu inconsciente e consciente pela mídia
consumista), terá que também estar preparado para lidar com
'o senso comum' que tentará te repuxar ao sistema.
Os pertencentes ao sistema, não toleram bem o diferente,
pelo menos este tipo de diferente.
Talvez não seja de comentar-se com 'qualquer um', mas a-
penas com certos 'alguns poucos'; como quando da orientação
de seus filhos pré-adolescentes e adolescentes.
Continua ainda uma vez.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÕES EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE SEXTA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
de forma otimista, mas receosa do contrário, acredito que,
no futuro, o 'senso comum' será como hoje é o 'senso res-
trito', e, consequentemente, vice-versa.
Sem que isto signifique a tal 'vida alternativa desapega-
da'; que soa para mim piegas, e sim 'apegada ao necessá-
rio', sem consumismo mas com consumo, consciente e mo-
derado.
Sempre pergunte-se: 'Eu realmente preciso disto que es-
tou querendo neste momento'? 'A aquisição compensa e jus-
tifica o que terei que tarbalhar para efetivá-la'? 'Não é um me-
ro quereirismo?
O 'sistema' inclui gerar em você uma sensação de descon-
tentamento, pelo 'não-ter'. Se não bastasse, o descontenta-
mento complementar vem naturalmente pela própria falta de
tempo para você mesmo, workholic. E ser um 'estressado' não
implca necessariamente em trabalhar horas em excesso, mas
sob pressão, mesmo que por poucas horas diárias.
Feito isto, o 'sistema' te apresentará um multi-processador
como 'solução mágica' para tua infelicidade. Você compra, usa
3 vezes e deixa na prateleira, onde envelhecerá sem uso; au-
mentando seu descontentamento já que a tentativa foi frustra-
da e você ficou com dinheiro a menos.
E o 'círculo vicioso' continua.
Nade contra a corrente e salve-se o quanto e enquanto pu-
der.
Entre em um 'círculo virtuoso' que, se não é garantia de fe-
licidade, muito provavelmente te será um fator gerador de me-
nor descontentamento, irmão da infelicidade.
Ricardo Bing Reis.

IRONIA SENSORIAL.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. 05 Nov, 2011 00000

Aos meus amigos médicos e TODOS demais internautas,
Bethoven é tido por muitos como o melhor músico da his-
tória. Não sou especialista para avaliar. Mas mesmo que
não seja para alguns, ou ainda para outros 'muitos', é um
gênio, nisto todos concordam.
E não é que justo ele ficou surdo? Li, não sei aonde, e,
portanto, sem poder afirmar o grau de confiabilidade da in-
formação que a surdez se deveu à neuro-sífilis.
Não se dando por vencido, compôs sua melhor sinfonia
quando já totalmente surdo. Isto sim é um cérebro treina-
do, pois tomado de infecção por agressiva bactéria, o tre-
ponema pallidum, com esta encefalite e surdo, ainda fez o
que fez. Em pensar que cérebros não doentes fazem o que
fazem...
Falando em celebridades, reais celebridades, e não estas
de novelas, cinama e revistas tolas, lembrei-me não agora,
do brilhante Van Gogh. Brilho não faltava às suas pinturas
e seus retratos, nas fases maníacas de sua bipolaridade, co-
res estras trocadas pelo cinza escuro, preto e escuridão nas
fazes depressivas da doença. Tanto que o breu era dominan-
te nos quadros em período anterior ao seu suicídio. Mas o
que tem este parágrafo a ver, se o assunto é sensórios? Pa-
ra explicar, vou trocar de parágrafo.
Ele sofria de zumbido no ouvido esquerdo. O zumbido é
um irmão da surdez, embora possa existir isoladamente de-
la; é como se fosse um grito do nervo em apuros, estando
sendo agredido por afecção. Pode ser tão alto, desagradá-
vel e perturbador, que leva uma pessoa à situação de afi-
ção, principalmente em alguém já predisposto, como um bi-
polar.
Em ato de desespero, cortou um pedaço do pavilhão da
orelha esquerda, imaginando que aquilo poderia resultar em
sessação do zumbido. Logicamente que não obteve sucesso
no seu intento, mas resultou-lhe ferida que exigiu conten-
ção de hemorragia por pano amarrado à cabeça, cobrindo
hemi-face esquerda, conforme registrado em auto-retrato.
Em um auto-retrato seguinte, o lobo da orelha amputado já
aparece cicatrizado.
Ricardo Bing Reis.
CASO CLÍNICO: DESCRIÇÃO.

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sun, 21 Aug 2011 02:21:24 +0000


Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
RAR, 77 anos, apresentou-se com depressão, lerdesa,
esquecimento e leve desequilíbrio. Quadro evolutivo de 4
meses.
Não vinha conseguindo reunir ânimo nem para assis-
tir televisão.
Perdeu a esposa há exato 1 ano e sente-se em soli-
dão especialmente nos últimos 6 meses.
Também é diabético medicado, mas não hipertenso e
não fumante. Não obeso mas sedentário. Sem distúrbios
dos lipídios.
Psiquiatra conceituado e competente, achou conveni-
ente que se fizesse uma 'Ressonãncia Magnética de Crâ-
nio - contrastado'.
O laudo:
...'identifica-se na fossa posterior, no ângulo ponto-
cerebelar esquerdo, área hipodensa, com base dural e
que apresenta intensa impregnação ao gadolíneo, que
mede 1,0cm X 0,9 cm. Corresponde provavelmente a
meningeoma de ângulo ponto-cerebelar esquerdo'.
E seguia o laudo:
...'também identificam-se algumas áreas hiperinten-
sas na substância branca encefálica periventricular, bem
como na ponte. Ambas podem corresponder a áreas de
desmielinização e/ou gliose por microangiopatia isquêmi-
ca. Ainda, proeminência do espaço subaracnóideo nas re-
giões frontais, bem como dos sulcos corticais, inferindo
algum grau de atrofia cerebral'.
Ricardo Bing Reis

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CASO CLÍNICO: COMENTÁRIOS E HIPÓTESES DIAGNÓS-
TICAS..

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sun, 21 Aug 2011 02:21:24 +0000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
com relação aos 'sorrateiros inimigos da sua vida', RAR é
diabético, mas não hipertenso e não fumante. Não obeso
mas sedentário. Sem distúrbios dos lipídios.
Mas estava, há 1 ano em processo de luto pela perda
da esposa, o que gerou um quadro final de depressão, sa-
bida fonte de estresse, 'sorrateiro inimigo' por enfraqueci-
mento imunológico e aumento das catecolaminas.
Nos 6 primeiros meses de luto, teve uma reação de apa-
rente 'super-ação', por negação, mecanismo de defesa re-
acional do ego. Depois, quando, finalmente iniciou a eclo-
são da depressão, esta veio em 'efeito tsunami'.
Sob o ponto de vista de 'Síndrome Cerebral Orgânica
(SCO)', apresentava os sintomas de forte depressão, dimi-
nui moderada de memória e relato de 2 quedas, por per-
da de equilíbio sem tontura.
Sob o ponto de vista de 'Distúrbios da Função Cerebral
Superior (DFCS)', apresentava o que segue:
1- suspeita de um quadro de degeneração cerebral fi-
siológica senil compatível com o período etário do pacien-
te;
2- forte suspeita de sobreposição de uma vasculopatia
degenerativa por isquemia quase difusa com atrofia relati-
va, gerada por anos de diabete, a qual era medicada; mas
com forma medicamentosa que, pelo visto, proporcionava
uma compensação apenas parcial (talvez não tão suficien-
te), caracterizando uma demência vascular;
3- alguma suspeita de processo inicial de degeneração
neuro- bioquímica, um processo inicial de demência talvez
por Alzheimer;
4- meningeoma, tumor cerebral benigno, no ângulo-
ponto cerebelar. A audiometria era normal, de forma que
não estava a causar hipoacusia. Vectroeletronistagmogra-
fia normal, o que sugere preservação da via labiríntica do
equilíbio. No exame de 'fundo de olho', à análise retiniana,
ausências de entrecruzamentos artério-venosos. Este exa-
me é o único que permite visualização direta de vasos san-
güíneos no corpo, sem ajuda de 'recursos de diagnósticos
por imagem'. Também sem sinais de hipertensão intra-cra-
niana. Sem alterações do sensório da visão. Então, sob o
ponto de vista do meningeoma, a princípio não estava ha-
vendo relação causa-efeito, isto é, não haveria relação en-
tre os sintomas apresentados e o meningeoma como gera-
dor dos mesmos.
Ricardo Bing Reis.

 

CASO CLÍNICO: TRATAMENTO E EVOLUÇÃO.

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sun, 21 Aug 2011 02:21:24 +0000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
colhendo melhor os dados através de uma anamnese com-
plementar, constatou-se que as 2 quedas não foram exa-
tamente por efeito de uma tontura, mas por perda de e-
quilíbrio devido a tropeços.
Também cumpre-se notar que era padecente de De-
pressão Orgânica crônica, de longa data, talvez mais de
30 anos; tendo-se sobreposto um quadro de tristeza pelo
luto da perda da esposa no ano anterior. Tal sentimento,
que faz parte das crises acidentais e vitais, serviu de de-
sencadeante de um quadro orgânico, pela crise psíquica.
Mediante o tratamento anti-depressivo administrado pe-
lo psiquiatra, RAR ficou totalmente assintomático: sem de-
pressão, ativo, boa memória e equilíbrio pleanamente rees-
tabelecido. Já vendo televisão de novo e, principalmente co-
municativo, também entrando no contraditório nas conver-
sas, o que não deixa de ser um 'atestado' de que recuperou
sua capacidade mental de raciocinar adequadamente. Recu-
perou a cognição e orientação no tempo e no espaço, sain-
do por aí reencontrando os amigos.
Atualmente, surgem palavras novas a cada hora. Agora
chama-se de 'exercícios neurobióticos' aqueles para estimu-
lar o funcionamento cerebral e previnir ou retardar demên-
cias, como se fossem palavras cruzadas.
E, neste particular, caso houvesse uma perda sensorial
da visão e/ou audição, a reposição mediante aparelho de au-
dição e óculos seria imperativo, já que a vida social tem que
ser preservada, para conversação e contraditório.
Até porque somos seres gregários e o isolamento desen-
cadeia depressão e ansiedade. Sendo assim, além de repor
os sensórios, e por fazê-lo, os aparelhos de audição e óculos
tem um efeito anti-depressivo e ansiolítico, indiretamente!
Assim, embora tenhamos alterações na Ressonância
Magnética de Crânio, os sintomas todos estavam muito inti-
mamente relacionados com a Depressão, embora ainda ins-
pire cuidados neurológicos.
Então, já tem um componente de vasculopatia senil e is-
quemias difusas com atrofia relativa, no entanto, de fato, pe-
lo menos num parecer de primeiro momento, os sintomas de-
le não provinham destes achados, já que a clínica, sempre so-
berana, comprovou a previsão inicial de Depressão.
Mas não esqueçamos que todos aqueles mesmos sintomas
poderiam perfeitamente dever-se ao descrito no laudo sobre
isquemia e atrofia cerebral.
Teve uma recuperação total dos sinais e sintomas em ques-
tão de 72 horas, após 20 dias de espera pelo pleno efeito dos
medicamentos psiquiátricos, efeito este duradouro já há 4 me-
ses, quando da escrita deste texto.
Com relação ao meningeoma, há de se considerar que é
um tumor benigno, mas que, por ser cerebral, tem potencial de
comprometer a vida do paciente, mediante a compressão mecâ-
nica de estruturas encefálicas de extrema nobreza em vitalidade.
Mas, pelo tamanho e, não tendo relação como quadro clínico,
mas sim como um achado casual, optou-se por controle evoluti-
vo, na espectativa de que talvez um dia venha a iniciar compres-
sões perigosas por expansão, coisa que ainda não está a ocorrer.
Ainda em estudo qual tratamento será indicado também pa-
ra previnir possível AVC isquêmico devir, além, é claro, de um
mais apurado controle da diabete.
E, em curso, uma investigação de possível comprometimento
de outros 'órgãos-alvo' pela vasculopatia, como membros inferi-
ores, rins, coração. Também foi realizada 'Ecografia das Artérias
Carótidas e Vertebrais', tendo revelado fluxo vascular livre, por
ausência de placas de ateroma.
Também realizou-se ampla bateria de exames de san-gue, etc.
No total, consultou com neurologista, neuro-cirurgião, otorrino-
laringologista, psiquiatra, cardiologista e endocrinologista; além de
fazer os exames complementares pertinentes descritos e não des-
crito?

Ricardo Bing Reis.

SINAIS E SINTOMAS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS.
- PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
assim como temos os 'sorrateiros e traiçoeiros inimigos da
sua vida', temos também os 'sorrateiros e traiçoeiros sinais
e sintomas das afecções'. Sobre os primeiros, os comentá-
rios estão em outro texto confeccionado.
Referente aos sinais e sintomas que 'quebram o silênci-
o', em 'pedido de socorro' do corpo, infelizmente, ás vezes,
'não ouvidos' ou não valorizados adequadamente pela pes-
soa, devido à inespecificidade do sintoma, bem como sua
não rara baixa intensidade, podendo passar por mero 'leve
mal-estar que já vai passar'...
Dentre tais sintomas, a 'tontura' é um exemplo interes-
sante, visto que, à rigor, qualquer doença da medicina po-
deria justificá-la. E o diagnóstico que mais frequente se dá
para esta manisfestação do organismo, é labirintite.
No entanto, a labirintite é muito menos frequente que a
quantidade de diagnósticos que recebem seu rótulo.
Muitos confundem a vertigem com tontura, pensando se-
rem sinônimos. Tontura é um sintoma que significa 'sensa-
ção de perda de estabilidade', com ou s em desvio de mar-
cha e/ou queda. Pode ser giratória, então chamada de ver-
tigem, ou por mareamento. Assim, a vertigem é uma forma
de tontura. A vertigem lembra causa periférica, ou seja, la-
biríntica, mas pode não ser. O mareamento lembra causa
central, ou seja, cerebral, mas pode não ser. E, 'não vem do
nada'; tem seus porquês.
Veja que hipertensão pode causar tontura e que seu o-
posto fisiopatológico, a hipotensão também pode. Já esta úl-
tima, pode ser gerada por isquemia cardíaca que geraria, por
exemplo, uma arritmia, fonte de baixo débito, trazendo ton-
tura por diminuição de aporte sangüíneo ao cérebro. Este, re-
cebendo menos oxigênio e glicose, 'acusa o golpe gritando da
forma que pode', através, dentre outras formas, da tontura.
Tal quadro fisiopatológico chama-se 'síncope'.
Aqui, o sintoma 'tontura' teria como diagnóstico fisiopatoló-
gico secundário a 'síncope', que seria filha de outro diagnósti-
co, o fisiopatológico primário: 'arritmia por cardiopatia isquê-
mica'. E, mais adiante ainda, do diagnóstico etiológico da car-
diopatia; por exemplo, diabetes e/ou hipercolesterolemia cro-
nicamente descompensadas. Dentre muitas outras possíveis
etiologias para esta mesma cardiopatia.
Continua.
Ricardo Bing Reis.

________________________________________________

SINAIS E SINTOMAS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS.
- PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando sequência, registro que a 'náusea' talvez também
pudesse entrar neste rool.
Cefaléia igualmente. Muitas pessoas confundem a pala-
vra enxaqueca com cefaléia; ignorando que cefaléia nada
mais é do que o sintoma 'dor de cabeça', sendo a enxaque-
ca, um tipo de cefaléia, tal e qual a sinusite e hipertensão
intra-craniana também o são; dentre muitos outros exem-
plos.
Os sintomas ás vezes são 'interpretados' como se fossem
a doença em si, ao invés de uma mera manifestação desta.
Assim, a supressão do sintoma significaria a 'cura', como
em um 'passe de mágica'.
A tontura com anti-vertiginoso, a cefaléia com analgésico;
como se 'tratar o sintoma da hora' fosse tudo.
Mas há de se considerar que esta conduta até pode ser a-
dequada, caso o médico diagnostique, como pano de fundo,
uma doença auto-limitada que dispense tratamento comple-
mentar. Ou atendimento em Urgência Médica, onde o plan-
tonista interpreta como suficiente, num primeiro momento,
o tratamento sintomático, sentido-se seguro poder deixar pa-
ra um segundo, a investigação complementar, mediante
consultas eletivas em consultórios médicos convencionais.
E assim também nas demais áreas da medicina: 'tosse' se-
ria tratada com anti-tussígeno, sem que se investigasse a cau-
sa dela; por exemplo, sinusite aguda infecciosa e/ou bronqui-
te aguda infecciosa. Neste caso, há de se tratar a sinusite e/
ou bronquite.
Num Pronto Socorro, quando o médico julga que tais inves-
tigações podem ser feitas num segundo momento em consul-
tório, recomenda: 'ao seu médico'.
Mas não sem antes ter valorizado a potencialidade destes
sinais e sintomas. Os quais podem ser um tanto quanto ines-
pecíficos e tênues; 'escondendo' a gravidade do quadro que
acomete a pessoa.
Daí serem, além de sorrateiros, traiçoeiros.
Ricardo Bing Reis.

QUANDO O DOENTE VIVE MELHOR QUE O NÃO-DOENTE!

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com
Date: Tue, 5 Jul 2011 01:08:18 +0000

Aos meus amigos-médicos e TODOS os demais internautas,
levei 25 anos para entender porque muitos pacientes aban-
donam o uso dos aparelhos de audição; por mais sofisticado
que seja e assim, por mais que lhes tenham custado.
Por eu achar que sabia o que não sabia, nunca me ati-
ve a tentar entender um outro lado, talvez por nunca ter me
dedicado a realmente ouvir o que estes pacientes diziam, jul-
gando-me mais sabedor sobre ele do que ele mesmo de si.
Sempre achei que fosse pela estética, pelo desconforto,
pela irritante delicadeza no manuseio, por autofonia, apitos,
infecções de ouvido, acúmulo de cerúmen, avarias por queda,
desgaste do aparelho, pilhas fracas, microfonia, etc.
Agravado pelo fato de que a maior parte dos usuários são
idosos e que se esquecem dos cuidados básicos e de manuten-
ção, requeridos por um aparelho.
Morei até os 23 anos na Rua 24 de Outubro esquina Cel.
Bordini, sabidamente muito barulhenta, e ao lado do estriden-
te supermercado, que começava à 50 metros da minha janela
do quarto. Não só por ter me acostumado, mas também por
gostar de agitos, aqui lo nunca me foi um incômodo.
Gosto de cidades nervosas, com barulho de carros, ambu-
lâncias, polícia, bombeiros, muita coisa acontecendo. Movimen-
to prá mim é vida e cidade à far-west, um desconforto.
O silêncio me deixa impaciente, aumenta minha já trans-
bordante ansiedade, que me obriga a ter que estar sempre fa-
zendo algo para me distrair, escrevendo este email, por exem-
plo. E, enquanto escrevo, estou com o radinho de pilha ligado,
em programa de futebol, mas nem estou prestando tanta aten-
ção para o que está sendo dito, apenas para ter o ruído ao meu
lado.
Ouço até Hora do Brasil. Sou um raro, visto que não co-
nheço radinhodepilhistas em era de iPod, MP3, MP4, Smarth-
Phones, iPad, etc.
Mas, o que observo é que, a maioria das pessoas não co-
mungam das minhas loucuras...
E, voltando ao assunto de base, o silêncio é retratado em
artigos, livros, comentários como um bem. Tanto que imóveis
são anunciados como silenciosos em forma de agregar valor,
objetivando tirar maior valor do seu bolso. Lembrem os condo-
mínios em meio à bosques, coisa e tal. Q uanto mais alto o an-
dar do apartamento, mais caro, pela vista e pelo silêncio.
Vou fazer de conta que vocês concordaram com isto, para
seguir por esta linha. Neste caso, a visão seria mais importante
que a audição.
E é, embora alguns consigam dizer uma bobagem como ser
o contrário, pois a visão aproxima das coisas enquanto a audição,
das pessoas. Tem certa lógica nisto, mas duvido que exista, na
prática, uma única pessoa no mundo que, tendo que escolher,
prefira ficar cego à surdo. Até porque, afeto também se transmi-
te pelo olhar de quem olha e de quem vê.
Assisti no final dos anos 60 o filme "O cego que viu o mudo
matar o surdo à grito". Com Cantinflas.
Continua em email sequente.
Ricardo Bing Reis.

QUANDO O DOENTE VIVE MELHOR QUE O NÃO-DOENTE!
- PARTE SEGUNDA-

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com
Date: Tue, 5 Jul 2011 01:08:18 +0000

Aos meus amigos-médicos e TODOS os demais internautas,
o importante agora é considerar que o silêncio é valioso pa-
ra 93% das pessoas, desprezando ser eu da minoria.
E o que me disse o paciente hoje?
Que com o aparelho, ele é obrigado a ouvir o barulho
dos carros, os buzinaços, as vozes das pessoas até por gri-
tos, apitos de guardas, garrafas caindo, chatos falando, te-
lefones tocando quando não se quer, barulho excedente
dos netos em casa, e até da esposa que não pára de falar...
Aí disse a ele que é assim mesmo que as coisas funci-
onam, que é assim mesmo que eu escuto todos os dias e o
dia todo. Então ele comentou 'que inferno'!.
Foi aí que, pela primeira vez, percebi que a vida dele
sem o aparelho é estar em um bosque, mesmo que dentro
da cidade. E não é isto que todo mundo quer? Se for, ele é
feliz por não ouvir e eu um infeliz por ouvir.
Está certo que ele perde em convivência social, está cer-
to que ele corre maiores riscos por não ouvir uma freiada e
que o atingiria, está certo que a falta de estímulo auditivo vai
proporcionando hipotrofia da área da audição no cérebro;mas
é certo também que ele está vivendo no céu, em meio ao in-
ferno.
Como convencê-lo de fazer o contrá rio, isto é, de vir pa-
ra o nosso inferno. Ou ninguém nunca ouviu falar em polui-
ção sonora?
Não estou me referindo, por exemplo, àquele que tem u-
ma hipoacusia profunda, mas de uns 50% por exemplo; embo-
ra já tenha ouvido queixa similar de surdos-surdos, que prefe-
riam não ouvir à ficar usando prótese auditiva.
Claro que também se depende da qualidade do aparelho,
mas o raciocínio transcende este senão.
Como convencer uma pessoa normal, que viveu sempre
na Chácara das Pedras, a comprar aquele apartamentoonde
eu morava, e de onde só eu gostava?
Isto posto, fica ainda mais ridículo sustentar que é me-
lhor ser cego do que ser surdo. Será que o tolo, que o con-
trário preconiza, não encherga isto?
Ainda tem mais sobre isto tudo, na sequência.
Ricardo Bing Reis.

ENTÃO O APARELHO DE AUDIÇÃO NÃO TEM SERVENTIA?

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com
Subject: Então o aparelho de audição não tem serventia?
Date: Tue, 5 Jul 2011 01:08:18 +000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
justiça seja feita em prol dos aparelhos de audição, visto
que não são poucos os casos em que o deficiente auditi-
vo se apaixona pelo aparelho, tornando-se inseparável,
fazendo dele uma extensão de seu próprio corpo.
Colocam o aparelho imediatamente ao acordar, vin-
do a retirá-lo só ao deitar. As útimas tres senhoras que
atendi, usavam aparelho bilateral para surdez severa e
surdez profunda. Sentem-se muito mal sem os aparelhos,
isolados do mundo, de tudo e de todos. Ainda associam
uma leitura labial, mas fundamentam suas comunicações
na eficiência do aparelho, tendo a leitura labial como com-
plemento,mas não recurso isolado. As tres tinham surdez
bilateral. Contribui muito a irritabilidade de familiares em
se comunicar com eles, frente à frente, lado à lado e por
telefone. Ás vezes, nem atendem por não ouvir a campai-
nha, o que gera preocupação: será que aconteceu algu-
ma coisa com a vovó? Acaba alguém tendo que ir lá con-
ferir. E se ela não atende por não ouvir nem a campainha
da porta?!!!
Não só se irrita quem tenta se comunicar, por repeti-
ções e mal compreenções, como o próprio surdo, ao perce-
ber a irritabilidade do outro para consigo. Ou simplesmente
por não conseguir ouvir para se comunicar, etc.
Por outro lado, até ser ofendido ou menosprezado por
sua deficiência, como se fora intencional ser surdo. Que in-
ferno!!
Certas rejeições ao uso tem mais espaço em casos mo-
derados e leves de perda auditiva, talvez por terem maior le-
que de escolha entre usar e não usar a prótese auditiva.
Hoje, acho que um aparelho de audição não é para ser
usado todos os dias e o dia todo, como se preconiza muito.
Exceto em casos como daquelas tres senhoras que des-
crevi, com surdez severa, bilateral e incapacitante.
Flexibilidade é imperativa principalmente nos casos em
que os pacientes não sintam assim tanta necessidade no uso
e/ou nem tanta satisfação em usar.
Acho que pode ser tal qual um óculos na presbiopia,tam-
bém conhecido como braço curto, pois o leitor tem que afas-
tar ao máximo o jornal para conseguir lê-lo. Pois este óculos
somente se usa para ler, o que se quer ler.
Assim, hoje preconizo usar o aparelho auditivo somente
para ouvir o que se quer ouvir. Com ressalva de ele se esfor-
çar de querer ouvir algo pelo menos 2 horas por dia, para es-
timular a área auditiva cerebral, visto que o cérebro é uma
teia de aranha eletrificada, onde uma hipotrofia aqui já causa
um mau funcionamento ou até um curto lá na frente, forman-
do-se deficiências cerebrais em bola-de-neve.
Se na presbiopia o uso da prótese é um, porque no seu
correspondente auditivo, a presbiacusia, o uso da prótese teri-
a que ser diferente?
Ricardo Bing Reis.

IRRITANDO-SE COM O SURDO, O SURDO IRRITADO E
O APARELHO AUDITIVO ANSIOLÍTICO.

From: rbrd_redacaoshm@hotmeil.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Mond. 31 Oct, 2011 00000

Aos meus amigos médicos e TODOS demais internautas,
a surdez é uma limitação do corpo humano, que frequen-
temente implica em outra, a irritação.
E a irritação tende a ser bilateral, do surdo e do interlo-
cutor.
O surdo, cumpre sua parte irritante ao não compreender
o que está sendo dito; e pedir para repetir, não raro por
várias vezes e/ou dando sequência ao asunto apartir do
que supôs estar-se falando no momento. Aí tem que inter-
romper e repetir para recolocá-lono rumo.
Assim, o surdo, ao irritar, está se trazendo limitações so-
ciais, pois as pessoas vão começando a evitá-lo. Fica meio
de lado nos eventos, se convidado, pois passa a termos u-
ma tendência de excluí-lo dos convívios.
Já o surdo, ao não ouvir, por constrangimento e/ou oni-
potência, começa a dizer para o outro que ele se expressa
mal! Aí nem é preciso dizer que o interlocutor se irrita mais
ainda; mas é preciso dizer que o surdo se irrita por achar
que o outro está de má vontade com ele, reforçado pelo fa-
to de que alguns o entendem, e este não!
Isto ocorre porque muitas surdezes se fazem um frequên-
cias distintas, de tal sorte que as diferentes vozes ás vezes
são ouvidas, às vezes não.
As vozes femininas são da alta frequência, e atingem jus-
to as mais prejudicadas pelo idoso, na presbiacusia.
Já as vozes masculinas são de baixa frequência, e atingem
justo as menos prejudicadas.
Isto explica porque o idoso tende a compreender pelo me-
nos um pouco melhor a voz masculina que feminina.
Se é assim, o aparelho auditivo funcionaria como um ansi-
olítico, diminuindo a irritação de quem fala, por ser ouvido,
diminuindo a irritação de quem não ouvia, por ouvir.
Ricardo Bing Reis.
PRINCIPAL VANTAGEM EM OUVIR.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@hotmail.com
Date: Mond. 31 Oct, 2011 00000

Aos meus amigos médicos e TODOS demais internautas,
a principal vantagem em ouvir é a comunicação. A rota
da forma mais comum de comunicação é a auditivo-ver-
bal. O som vem ao ouvido, percorre as vias neurais até
a mente. O som processado, faz sentido e, apartir des-
tas in-formações, raciocina-se.
Se raciocina bem ou mal é outra coisa, fato é que o
raciocínio 'vai' à área cerebral que processa a fala e os
nervos eferentes levam as mensagens para que a fala
seja efetivada nas pregas vocais, cujo som resultante
se chama voz (que ainda poderá ser melhor modelada
pela língua, pálato, bochechas, etc).
Assim, temos a linguagem falada, a mais útil e utiliza-
da entre os seres humanos.
Ao não ouvir, você está sub-estimando esta mais pri-
morosa forma de comunicação e expressão.

Portanto, a principal vantagem em ouvir, não é o pra-
zer de apreciar os piu-pius dos passarinhos, como nas
propagandas bobas das empresas que vendem aparelhos
de audição; mas sim a interação com outras pessoas.
E negligenciando o posto, não usando aparelho quan-
do se faz necessário, você está se auto condenando ao
isolamento. Se isto é bom, está errada a frase já bem
fundamentada até aqui de que somos seres gregários.
O som aproxima das pessoas através da conversa, a
visão também, mas menos, tendendo mais a aproximar
das coisas.
Ricardo Bing Reis.

'TEIAS DE ARANHA ELETRIFICADAS DO CORPO HUMANO'.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Mon. 31 Oct. 2011 0000000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS os demais internautas,
metaforicamente, mas sem perder uma íntima relação com
a realidade, o corpo humano é formado por variadas estru-
turas, cada qual, ao seu modo, eletronicamente suprimidas.
E estou imaginanado cada estrutura analogamente à 'tei-
as de aranha'.
Assim, os feixes elétricos neuro-miocárdicos do coração,
mediado por seus neuro-transmissores bioquímicos e o con-
sequente estímulo da bomba de sódio-potássio das células
musculares; formaria a 'teia de aranha eletrônica cardíaca',
revelável pelo eletrocardiograma.
Assim, o mesmo ocorre nos músculos estriados, respon-
sáveis pela movimentação orto-muscular voluntária, como
no deslocamento e músculos da mímica. É a 'teia de aranha
eletrônica muscular', revelável pelo eletromiograma.
Assim, as correntes elétricas do labirinto, formam a 'teia
de aranha elétrica labiríntica', revelável pela eletronistagmo-
grafia.
Logo, distúbios cardíacos como arritmias, podem, muitas
vezes, serem diagnosticadas por alterações no eletrocardio-
grama. Distúrbios musculares como hipotonia, podem, mui-
tas vezes, serem diagnosticados por alterações na eletro-mi-
ografia. Distúrbios labirínticos cau sadores de vertigem, po-
dem, muitas vezes, serem diagnosticados por alterações na
eletro-nistagmografia.
Mas o local mais exemplar, é o sistema nervoso perifé-
rico e central, em especial o cérebro. É a 'teia de aranha e-
létrica cerebral', que pode ser revelada pelo eletro-encefalo-
grama. Logo, os distúrbios cerebrais podem, muitas vezes,
serem diagnosticados por alterações no eletro-encefalogra-
ma.
Como as luzes de uma árvore de Natal, há de se puxar
a energia de uma fonte (tomada) para ligar as lâmpadas. E,
na teia de aranha, a 'tomada' fonte de energia principal é a
ingesta, via tubo digestório, de glicose, eletrólitos e água.
Mas vamos no ater mais na 'teia elétrica cerebral' que,
além destas 3 fontes combustíveis geradoras de energia ci-
tadas, possui outras 5, os sensórios, cujos captadores/re-
ceptadores da energia são os chamados órgãos dos senti-
dos: olho, ouvido, nariz, língua, pele.
É o próximo assunto.
Ricardo Bing Reis.
'TEIAS DE ARANHA ELETRIFICADAS CEREBRAIS'

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@hotmail.com
Date: Mon. 31 Oct. 2011 000000

Aos meus amigos médicos e TODOS demais internautas,
conforme comentado, das 'teias de aranha eletrificadas
do corpo humano', a mais característica é a 'teia de ara-
nha eletrificada cerebral'.
E, também conforme já comentado, a energia 'elétri-
ca' provém da ingesta via aparelho digestório de glicose,
eletrólitos e água; como para todo corpo humano.
Mas, diferentemente do resto do corpo humano, a 'tei-
a de aranha elétrica cerebral' tem outras 5 fontes de re-
carga energética.
São os 5 sensórios, registrados no cérebro apartir do
funcionamento de estrutiras anatômicas chamadas de ór-
gãos dos sentidos; obviamente também 5.
Os 5 sensórios: visão, audição, olfato, gustação e tato.
Os 5 órgãos dos sentidos: olhos, ouvidos, nariz, língua
e pele.
A visão, é um estímulo cerebral, registrado à ele atra-
vés de fibras neurais aferentes (nervo ótico), oriundas da
retina, parte do olho, primeiro órgão fonte de energia.
A audição, é um estímulo cerebral, registrado à ele a-
través de fibras neurais aferentes (nervo acústico), oriun-
das da cóclea, parte do ouvido, segundo órgão fonte de
energia.
O olfato, é um estímulo cerebral , registrado à ele atra-
vés de fibras neurais aferentes (nervo olfatório), oriundas
da lâmina crivosa, parte do nariz, terceiro órgão fonte de
energia.
A gustação, é um estímulo cerebral, registrado à ele a-
través de fibras neurais aferentes (nervos orofaríngeos),
oriundas das papilas gustativas, parte da língua, quarto
órgão fonte de energia.
O tato, é um estímulo cerebral, registrado à ele atra-
vés de fibras neurais aferentes (nervos sensitivos), oriun-
dos de terminações táteis, parte da pele, quinto órgão
fonte de energia.
Estes estímulos ajudam, e muito, a manter a rede e-
létrica cerebral eletrificada, isto é, funcionante e viva.
No email sequente, o que ocorre quando se dão os
'tiltes', isto é, os 'apagões' por falta de 'realimentação
energético eletrônica'.
Já os 'tiltes' por 'curtos-circuitos eletrõnicos cerebrais',
não serão aqui comentados; mas nas sessões de 'Distúr-
bios da Função Cereblal Superior (DFCS)' com suas con-
sequentes 'Síndromes Cerebrais Orgânicas (SCO)'.
Ricardo Bing Reis.
'TEIA DE ARANHA ELETRIFICADA CEREBRAL' MEDIAN-
TE 'TILTES' POR ISOLAMENTOS SENSÓRIOS-NEURAIS
EM GERAL.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Frid. 04, Nov. 2011 0000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
lembro de uma aula na disciplina de Psiquiatria ou Neuro-
logia onde comentou-se 'isolamento sensório-neural'. I-
magine uma pessoa presa numa 'solitária' por longo tem-
po, digamos 10 dias, ou soterrada como sobrevivente de
uma avalanche.
Esta pessoa fica privada da visão pelo escuro, da audi-
ção pelo silêncio, olfato e paladar por jejum e sem conta-
to humano.
Desta forma, o cérebro tende a não ter suficientes fon-
tes de energia. Assim, começa a entrar em colapso, a men-
te começa a funcionar de forma caótica, como se uma 'lou-
cura' ganhasse espaço. Por outro lado, poderia isto ser in-
terpretado como um mecanismo de defesa cerebral, já que
as condições descritas estão a indicar más condições de so-
breviv~encia e, 'sair do ar' parece ser, pelo menos naquele
momento, a melhor alternativa.
Como pode a natureza ter tanta perfeição?
Não sei.
Ricardo Bing Reis.
'COMPETIÇÃO ENTRE OS 5 SENSÓRIOS.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 04 Nov, 2011 00000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS semais internautas,
os meus colegas de especialidade, Otorrinolaringologia,
lidam diretamente, diariamente, com 3 dos 5 sentidos:
audição, olfato e paladar.
Alguns, não todos, ousam fazer comparações entre os
sensórios, tentando classificá-los em ordem de importân-
cia. Não duvido que, por pura arrogância, elegem a audi-
ção como o mais importante. Outros mais raros, elegem
o olfato (que sempre é uma venda casada com o paladar
pois a ligação neural entre eles é muito íntima).
Aqueles que dizem que a audição está no topo, expli-
cam que a audição aproxima das pessoas, pela conversa,
pelo contraditório e pelo colúio. Mas desafio a existência
de 1 Ser Humano sequer que prefira ficar cego à ficar sur-
do. Para mim é muito 'visível' que a visão é mais impor-
tante que a audição, mas há quem não queira 'ver' isto.
Até porque, a visão de algum alguém permite deduzir
os sentimentos dos outros, pela neurolingüística da face
e expressões corpoais; salvo os dissimulados. Donde se
deduz que, a visão, não só aproxima das coisas (senso
comum), mas das pessoas.
Mas pasmem, conseguem existir uns alguns que jul-
gam o olfato-paladar como a dobradinha top do ranking.
Só posso entender isto pela gula e obesidade dos defen-
sore s desta tese, que nem quis ler; tendo 'o olho maior
que a barriga' e, por isto, botando a barriga na frente do
olho(visão). Não estou sub-estimando aqueles que tem
anosmia, não-olfato/paladar; mas quero lembrá-los que
o drama maior nem sempre é o da hora, embora assim
pareça para o padecente, principalmente para quem está
sob efeito da dor.
A grande surpresa para todos estes é que, sem dúvi-
da, todos estão errados. Nem visão, nem audição, nem
olfato e nem paladar! Pasmem, é o tato.
Mas isto é assunto para o próximo email.
Ricardo Bing Reis.
APEGO/AFETO FAZEM DO TATO, O GRANDE VENCEDOR
DA COMPETIÇÃO ENTRE O MAIS IMPORTANTE DOS 5
SENTIDOS. - PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 04 Nov, 2011 0000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,

quem deu o troféu para visão, audição e até olfato-pala-
dar, contemplou os 'top of mind', mas não ao mais impor-
tante, que é o 'last of mind': tato.
Certa feita, estava eu em aula num curso de ano e me-
io que fiz em Psicoterapia. Ao que o mestre perguntou in-
dagou o que era de mais fundamental para a sobrevivên-
cia de um bebê. Cartesiano, imediatamente respondi que
era alimentação(aleitamento) e aquecimento. Pensei or-
ganicamente. E, para minha surpresa, ele contrapôs com
a resposta 'carinho'.
E carinho é uma relação bionívoca com apego/afeto.
Neste particular, vem, em primeiro lugar, o con-tato
pele a pele entre a mãe (ou responsável) e o bebê, o ca-
lor humano; presentes no abraço, na amamentação, ma-
nuseio, toqu e, cafuné, no segurar a mão. Talvez por isto,
botar a mão sobre a cabeça de uma pessoa em eventos
religiosos seja um ritual tão comum e apreciado...
Ocorre que a falta de con-tato, causa, ao bebê, uma
sensação de insegurança, compatível com a realidade des-
ta pequena pessoa, totalmente dependente de um prove-
dor. O que seria de um bebê na natureza sozinho, senão
uma presa fácil para predadores? Incapaz de obter per
si, seus suprimentos básicos. Já várias outras espécies
não tem esta dependência, ou não tanto.
Isto explica a insegurança que este novo cérebro já
percebe, provindo daí o medo e ansiedade; que, prolonga-
dos, leva à depressão. Veja agora como a tristeza já pode
estar presente na mais tenra idade.
Continua, e como...
Ricardo Bing Reis.

APEGO/AFETO FAZEM DO TATO, O GRANDE VENCEDOR
DA COMPETIÇÃO ENTRE O MAIS IMPORTANTE DOS 5
SENTIDOS. - PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 04 Nov, 2011 0000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
mas as coisas não param por onde terminou o email an-
terior, foi apenas introdutório. Este é mais explicativo vi-
sando maior fundamentação.
Em função da ansiedade e depressão, o cérebro pa-
decente começa a psicossomatizar, isto é, a descarregar
energia bioquímica via nervos eferentes de forma negati-
va corpo afora. Aumenta a liberação do cortisol e adrena-
lina na supra-renal, sobrevém a taquicardia e um tal des-
regulamento orgânico neste pequeno, frágil e imaturo or-
ganismo; que culmina em colapso sistêmico generalizado
e morte por falência cardíaca ou até de órgãos múltiplos.
E o que aplaca isto? O con-tato: toque, calor humano,
apego, afeto.
Assim, pelo menos para mim, fica bem claro que o ta-
to é o grande vencedor, por vitalidade. Sem ele, a morte
sobrevém e, nas outras circunstâncias sensoriais, não ne-
cessariamente.
Segue.
Ricardo Bing Reis.
APEGO/AFETO FAZEM DO TATO, O GRANDE VENCEDOR
DA COMPETIÇÃO ENTRE O MAIS IMPORTANTE DOS 5
SENTIDOS. - PARTE TERCEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 04 Nov, 2011 0000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
não é fácil dar-se conta da importância do sensório tato;
pelo con-tato, através do apego/afeto.
Em um primeiro momento, pensamos sob a ótica do a-
dulto, quando o grande diferencial é num estágio de ainda
bebê, que morreria sem o tato.
Talvez o tato não seja considerado lá tão importante pa-
ra um adulto, mas não conheço nenhum adulto que tenha
previamente morrido enquanto bebê (!!), para testemunhar
em contrário, por sua experiência própria...
E, por até já cruel imposição da teoria do afeto/apego,
mediante o con-tato, considere que neste mais crucial e vul-
nerável momento da evolução humana; qual seja a primeira
infância, os demais sensórios ainda nem estão suficientemen-
te bem desenvolvidos. Nem os órgãos dos sensórios ainda
estão amadurecidos (olhos, ouvidos, nariz e língua), nem o
cérebro tem as áreas pertinentes suficientemente receptivas
para recebe r as 'mensagens', de visão, audição, olfato-pala-
dar. Já a sensibilidade cutânea do bebbê é apurada.
Por isto, há muito preconizo que os pais de bebês recém-
nascidos (até 30 dias de vida) e bebês lactentes (de 30 dias
até 2 anos de idade), incluindo crianças maiores e até bem
maiores que isto; fiquem em con-tato durante muitas horas
por dia com seus filhos, quando baixados em UTIs neonatais
ou pediátricas, ou mesmo em quartos convencionais; para
que se proceda uma psicossomatização positiva, em contra-
ponto a uma psicossomatização negativa (pela afecção e/ou
'abandono').
Por psicossomatização positiva entende-se, por segurança
do bebê, uma sensação de bem-estar nele, que traz descar-
gas neurais que mantém o organismo bioquimicamente equi-
librado, além de imunologicamente reforçado. As chances de
recuperação, se padecente, aumentam. Se não padecente, o
con-tato acelera o desenvolvimento saudável.
Já por psicossomatização negativa devido à carência de a-
pego e afeto, gerar-se-á o quadro já descrito antes.
Mas há de se respeitar as normas de segurança da entida-
de de saúde. Estas, por sua vez, devem estimular a visita dos
pais dentro do máximo possível , dentro dos limites a evitar,
por exemplo, infecção hospitalar.
Abrace seu filho em casa e em qualquer lugar; todos os di-
as e o dia todo, se ele deixar...
Ricardo Bing Reis.
CAUSAS DOS 'TILTS' NOS SENSÓRIOS.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 04 Nov, 2011 000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
o mau funcionamento dos sensórios pode-se dar por 'n'
motivos. Alguns são comum de todos sesórios: vasculo-
patias (desencadeadas por diabetes, hipercolesterolemi-
a, hipertensão arterial, obesidade, sedentarismo, tabagis-
mo), uso de certas medicações, intoxicações, distúrbios
do metabolismo, distúrbios genéticos, mal-formações con-
gênitas, doenças infecto-contagiosas difusas, traumas de
parto, traumatimos físicos em geral, etc. São as doenças
sistêmicas.
Outras são específicas:
a) visão - amauros/cegueira, catarata, estrabismo, glau-
coma, infecções oculares locais, refração, presbiopia (ido-
so), etc;
b) audição - presbiacusia (idade), trauma acústico (ba-
rulho em fábricas, obras), Doença de Meniére, otospon-
giose (genética), etc;
c) olfato-paladar - obstrução nasal, lesão neural pelo
vírus influenza, monilíase oral, etc
d) tato - anseníase, doenças neurais medulares, etc.
Observe que citei apenas etiologias (causas) relaciona-
das aos órgãos dos sensórios: nos olhos, nos ouvidos, no
nariz, na língua, na pele.
No entanto, as lesões podem estar do órgão para mais
internamente, a saber , nos nervos aferentes qua partem
do órgão receptador dos estímulos físicos ambientais,
conduzindo-os ao cérebro. E as lesões pode estar a nível
cerebral. Aí, a gama volta a ser enorme, nos chamados
'Distúrbios da Função Cerebral Superior (DFCS) e suas
formas de manifestar-se, as ditas 'Síndromes Cerebrais
Orgânicas (SCO)'.
Este texto é uma molécula da ponta do iceberg em su-
a parte que fica fora da água.
O estudo etiológico dos distúrbios sensoriais esgota a-
quele que tenta esgotar o assunto.
Ricardo Bing Reis.
cONSEQUÊNCIAS PARA OS 'TILTS' DOS SENSÓRIOS.

From: redacaoshm@hotmail.com.br
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. 05 Nov, 2011 000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
as deficiências visuais, a grosso modo, afastam os defici-
entes das coisas.
As deficiências auditivas, a grosso modo, afastam os
deficientes das pessoas.
As deficiências do olfato e paladar, a grosso modo, a-
fastam os deficientes dos perfumes e degustações.
As deficiências do tato, muito a grosso modo, afastam
os deficientes do apego/afeto; considerando-se aqui os
bebês.
Mas as coisas podem ser piores.
As deficiências visuais, podem até proporcionar um aci-
dente de trânsito fatal, por atropelamento do cego, que não
viu o carro desgovernado.
As deficiências auditivas, podem até proporcionar um a-
cidente de trânsito fatal, por atropelamento do surdo, que
não ouviu a buzina do carro desgovernado.
As deficiências olfatórias e de paladar, podem até pro-
porcionar morte por intoxicação alimentar, por não identi-
ficação, por parte do deficiente, de odores e/ou sabores
sugestivos de comida contaminada.
Já o tato, sempre ele, diferente, pode proporcionar quei-
maduras por não identificação de contato com superfícies
super-aquecidas ou ainda ferimentos corto-co ntusos, até
com amputação de dedos, etc. Mas exemplificar situação
de morte por deficiência do tato, é bem mais difícil, embo-
ra ainda possível.
Ricardo Bing Reis.
VANTAGENS EM NÃO TER OS 'TILTS' NOS SENSÓRIOS.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. 05 Nov, 2011 00000

Aos meus amigos médicos e TODOS demais internautas,
esta temática, de tão simplória e até poética, se presta
para redação de alunos da ainda primeira metade do en-
sino fundamental.
A visão nos 'contempla' com a 'contemplação' das bele-
zas do mundo. Além da leitura. Mas o excesso de luz nos
ofusca.
A audição nos verbaliza e musicaliza. Mas o ruído nos a-
tordoa.
O olfato e gustação nos apetece. Mas o descompasso é
passível de nos engordar à obesidade até mórbida.
O tato nos permite o aperto de mão em ato de amizade,
carinho e altruísmo. Simboliza laço, união, ajuda, coopera-
ção, irmandade. Mas também pode nos permitir o inver-
so, pelo tapa, pelo soco.
E por aí segue a redação infantil, que há 40 anos, eu a-
inda chamava de 'composição'.
Ricardo Bing Reis.
IRONIA SENSORIAL.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. 05 Nov, 2011 00000

Aos meus amigos médicos e TODOS demais internautas,
Bethoven é tido por muitos como o melhor músico da his-
tória. Não sou especialista para avaliar. Mas mesmo que
não seja para alguns, ou ainda para outros 'muitos', é um
gênio, nisto todos concordam.
E não é que justo ele ficou surdo? Li, não sei aonde, e,
portanto, sem poder afirmar o grau de confiabilidade da in-
formação que a surdez se deveu à neuro-sífilis.
Não se dando por vencido, compôs sua melhor sinfonia
quando já totalmente surdo. Isto sim é um cérebro treina-
do, pois tomado de infecção por agressiva bactéria, o tre-
ponema pallidum, com esta encefalite e surdo, ainda fez o
que fez. Em pensar que cérebros não doentes fazem o que
fazem...
Falando em celebridades, reais celebridades, e não estas
de novelas, cinama e revistas tolas, lembrei-me não agora,
do brilhante Van Gogh. Brilho não faltava às suas pinturas
e seus retratos, nas fases maníacas de sua bipolaridade, co-
res estras trocadas pelo cinza escuro, preto e escuridão nas
fazes depressivas da doença. Tanto que o breu era dominan-
te nos quadros em período anterior ao seu suicídio. Mas o
que tem este parágrafo a ver, se o assunto é sensórios? Pa-
ra explicar, vou trocar de parágrafo.
Ele sofria de zumbido no ouvido esquerdo. O zumbido é
um irmão da surdez, embora possa existir isoladamente de-
la; é como se fosse um grito do nervo em apuros, estando
sendo agredido por afecção. Pode ser tão alto, desagradá-
vel e perturbador, que leva uma pessoa à situação de afi-
ção, principalmente em alguém já predisposto, como um bi-
polar.
Em ato de desespero, cortou um pedaço do pavilhão da
orelha esquerda, imaginando que aquilo poderia resultar em
sessação do zumbido. Logicamente que não obteve sucesso
no seu intento, mas resultou-lhe ferida que exigiu conten-
ção de hemorragia por pano amarrado à cabeça, cobrindo
hemi-face esquerda, conforme registrado em auto-retrato.
Em um auto-retrato seguinte, o lobo da orelha amputado já
aparece cicatrizado.
Ricardo Bing Reis.
ESPECTRO DAS VANTAGENS DAS AÇÕES DOS SENSÓ-
RIOS SOBRE O CÉREBRO.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. 05 Nov, 2011. 000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
em emails anteriores, comentei as vantagens dos sensó-
rios sobre a vida em geral das pessoas. E algo sobre as
desvantagens das deficiências sensoriais também na vi-
da em geral das pessoas.
E algo em torno das desvantagens por conta das defi-
cências dos sensórios.
Mas foram observações menos imortantes que as de-
vir, no próximo email.
Este próximo abordará uma face das funções dos sen-
sórios que não são tão óbvias, mas fruto de pesquisas de
uma área da medicina chamada Neurociência.
São conhecimentos mais recentes e ainda pouco divul-
gados, e dizem repeito a um incremento no estudo cere-
bral nas 2 últimas décadas, onde não se preocupa-se ma-
is apenas com as doenças em si e seus tratamentos, mas
sim a busca de um melhor entendimento em como o cé-
rebro funciona, um universo; o que, ao fim, acaba por e-
lucidar melhor também as doenças e tratamentos, além
de extrair conhecimentos para melhor 'explorar' os cére-
bros que temos, respeitando as limitações e recursos de
cada qual. Além de aprimoramento de medidas preven-
tivas.
Então vamos àquele que considero o email mais impor-
tante desta séria.
Ricardo Bing Reis.
A RAZÃO PRIMORDIAL PARA MANTER OS 5 SENSÓRIOS
EM PLENA ATIVIDADE. - PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
a principal função dos sensórios émanter o cérebro sob es-
timulação, o que se faz por energização que lhe chega do
meio ambiental externo, até o córtex cerebral, utilizando-
se as vias já descritas.
A Natureza sabe que tudo na Vida é difícil. Sobreviver
às adversidades é o objetivo primeiro de todas as espécies,
quer animais, quer vegetais. Também no micro-cosmos dos
micróbios/germes.
E, este exemplo da Natureza, deveria ser o 'tendão de
Aquiles' da vida de todos nós. Quem tem esta base de pen-
samento, quem pensa apartir dets princípio, tende a estar
suficientemente maduro para as adversidades diárias da vi-
da.
Assim a própria Vida, com 'V' maiúsculo, nos ensina a vi-
ver a 'vida' com 'v' minúsculo.
Desviei do foco por justa causa, este pensamento com-
plementar me soa imperioso.
Voltando, a Natureza é econômica. Se algo não está sen-
do utilizado e, em contra-partida utilizando energia inutil-
mente, auele algo é suprimido, poupando esta energia des-
perdiçada, remanejando para outra função, caso haja outra
função a ser executada.
Posto este conceito básico, vem aí os p róximos emails
pertinentes.
Ricardo Bing Reis.
A RAZÃO PRIMORDIAL PARA MANTER OS 5 SENSÓRIOS
EM PLENA ATIVIDADE. - PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
embora muitos de nós Homo Sapiens(?) sp. pensemos es-
tar em patamar de superioridade em relação aos outros a-
nimais e Natureza, nunca fomos, não somos e nunca se-
remos sobre-Naturais; sequer super-heróis, uma tentativa
na ficção de realizar aquele irrealizável.
Portanto, somos parte da Natureza e ela não nos pou-
pa. O que vale para as outras formas de vida, vale para
nós: como seres Vivos 'vivos', nascemos, crescemos, repro-
duziremos (ou não) e morreremos. Morreremos.
E de que outra coisa a Natureza não nos poupará? Do
princípio de economia energética também nos nossos cé-
rebros.
Assim como um músculo não utilizado ou exercitado a-
trofia, áreas do cérebro que não estão sendo utilizadas e
estimuladas, também atrofiam. Atrofia talvez não seja a
palavra mais adequanda, pois o prefixo 'a' lembra supres-
são total, que até pode acontecer, mas tende a ser par-
cial e proporcional à diminuição do estímulo. Neste caso,
a palavra hipotrofia parece-me mais adequada, e far-se-
á em diferentes graus.
Seguirá, analisando a participação dos sensórios neste
mecanismo aqui exposto.
Ricardo Bing Reis
A RAZÃO PRIMORDIAL PARA MANTER OS 5 SENSÓRIOS
EM PLENA ATIVIDADE. - PARTE TERCEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
estímulos neuro-bioquímicos da visão, da audição, do olfa-
to-paladar e do tato, mantém os neurônios (das áreas ce-
rebrais pertinentes à elaboração de cada estímulo sensori-
al) energeticamente ativos. E funcionantes. Se estão funci-
onantes, mantém-se estruturalmente estáveis, já que justi-
ficam-se pela função fisiológica desempenhada, do ver, do
ouvir, do cheirar, do degustar e do con-tatar.
Cada 1 dos 5 sentidos, tem sua área cerebral específica;
com interconecções de graus variados, em geral.
Se você leu os emails precedentes pertinentes, que ser-
viram de pré-requisito, lembrará que fiz analogia da rede
neural cerebral (através dos corpos dos neurônios, axônios
e dentritos), com uma 'teia de aranha eletronicamente ele-
trificada', e agora explicitarei no que isto acarreta.
Se, qualquer uma das funções cerebrais estiver deficien-
te por algum distúrbio', há uma tendência das outras áreas
cerebrais também sofrerem com isto, pois é uma trama in-
tensa, muito interconectada, e uma deficiência aqui, tende-
rá a também dar reflexo acolá, tal efeito dominó.
E com os 5 sensórios não poderia ser diferente.
Na sequência, veremos como cada qual sensório partici-
pa destes mecanismos.
Ricardo Bing Reis.
A RAZÃO PRIMORDIAL PARA MANTER OS 5 SENSÓRIOS
EM PLENA ATIVIDADE. - VISAO -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
as descriçoes em curso se referem a todos os 5 sensórios,
mas, na prática do dia-a-dia, comenta-se mais com foco
voltado para visao e audiçao. Sem sub-estimar olfato, pa-
ladar e, principalmente, sensibilidade tátil.
A deficiência visual, por deitúrbio em qualquer parte to-
pográfica da via da visao, vai acarretar uma hipofunçao na
área cerebral destinada pela Natureza para processar-se a
visao. Com isto, teremos uma hipotrofia desta área cerebral
da visao. No entanto, e felizmente, se suficientemente corri-
gido o distúrbio, de tal sorte que retorne a chegada de estí-
mulo neuro-bioquímico visual, a área cerebral da visao po-
derá retornar ao tamanho anterior, para absorver esta car-
ga eletrônica que nao vinha mais chegando; a fim de absor-
ver toda esta energia, com o que, processará um estímulo
visual mais apurado, de melhor acuidade.
É a expressao médica mais verbalizada pelos oftalmolo-
gista no dia-a-dia: acuidade visual, prejudicada ou intacta!
Ricardo Bing Reis.
A RAZÃO PRIMORDIAL PARA MANTER OS 5 SENSÓRIOS
EM PLENA ATIVIDADE. - AUDIÇAO -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
as descriçoes em curso se referem a todos os 5 sensórios,
mas, na prática do dia-a-dia, comenta-se mais com foco
voltado para visao e audiçao. Sem sub-estimar olfato, pa-
ladar e, principalmente, sensibilidade tátil.
A deficiência auditiva, por distúrbio em qualquer parte to-
pográfica da via da audiçao, vai acarretar uma hipofunçao na
área cerebral destinada pela Natureza para processar-se a
audiçao. Com isto, teremos uma hipotrofia desta área cere-
bral da audiçao. No entanto, e felizmente, se suficientemen-
te corrigido o distúrbio, de tal sorte que retorne a chegada de
estímulo neuro-bioquímico auditivo, a área cerebral da audi-
çao poderá retornar ao tamanho anterior, para absorver es-
ta carga eletrônica que nao vinha mais chegando; a fim de
absorver toda esta energia, com o que, processará um estí-
mulo auditivo mais apurado, de melhor acuidade.
É a expressao médica mais verbalizada pelos otorrinofa-
ringolaringologistas no dia-a-dia: acuidade auditiva, prejudi-
cada ou intacta!
Ricardo Bing Reis.
O CÉREBRO E AS DISTINTAS FASES DO DESENVOLVI-
MENTO HUMANO.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
o cérebro, do recém-nascido, ao lactente, ao final da in-
fância está muito imaturo. Claro que a medida que os a-
nos vão passando, ele tende a paulatinamente evoluindo
a uma condição menos imatura.
Na adolescênia,o cérebro ainda está em fase final de
amadurecimento, que, de uma forma em geral, se comple-
ta por volta de 21 anos de idade. reitero então, que a ado-
lescência ainda é uma fase em que o cérebro necessita do
'apoio' de um cérebro mais amadurecido, supostamente o
dos pais. Daí o risco maior ainda do uso de drogas em ado-
lescentes, o cérebro, estando ainda em estágio evolutivo,
pode sofrer danos químicos pelas drogas, com sequelas ir-
reversíveis, talvez não perceptíveis naquele momento, mas
que poderão fazer diferença nas fases seguintes do desen-
volvimento humano.
Na fase 'Adulto Jovem', que compreende o período etá-
rio de 20 Á 40 anos, o indivíduo está no gozo de seu grau
máximo de maturidade orgânica. Isto não significa que es-
teja também psiquicamente maduro. Sãocoisas distinta, sen-
do esta última mais relacionado como lidou e lida com su-
as adversidades.
Na fase "Meia Idade', dos 40 aos 60 anos, já se proces-
sa um certo grau de involução cerebral.
Apartir dos 60 anos, ingressamos na 'Terceira Idade', e
é chegado agora o momento da maior involução cerebral,
que tão pode ser entendida por degeneração. Em grau ex-
tremo, é a demência cerebral senil.
Tais alterações cerebrais relacionadas com as fases do
desenvolvimento humano podem dar-se no córtex e/ou pa-
rênquima cerebral, as tais substâncias cinzentas e brancas.
Mas há de se registrar por último, que tudo isto é variá-
vel de pessoa para pessoa, multifatorialmente explicável.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO NO
CÉREBRO DAS CRIANÇAS.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
o cérebro, do recém-nascido, ao lactente, ao final da in-
fância está muito imaturo. Claro que a medida que os a-
nos vão passando, ele tende a paulatinamente evoluindo
a uma condição menos imatura.
Os distúrbios precoces, e até congênitos, dos sensórios
da audição e da visão, tendem a ser muito mais danosos
que em qualquer outra fase posterior da vida.
Isto porque ao nascimento e no recém-nascido, as áre-
as sensoriais cerebrais são muito incipientes e dependem
dos estímulos ambientais externos que chegam para se for-
marem de maneira plena.
Se este estímulo auditivo ou visual não vem, há uma for-
te tendência que a área nunca mais consiga se estabelecer,
já que ainda nunca terá se formado, passando a termos os
quadros de diminuição da acuidade auditiva (surdez ou hi-
poacusia); ou diminuição da acuidade visual (cegueira).
Estas serão de graus variados, dependendo do grau do
diminuição do suprimento de estímulo neuro-bioquímico
àquele cérebro padecente, por distúrbio am qualquer par-
te da via sensorial auditiva ou visual; conforme já descri-
to em emails anteriores.
Em graus extremos, teremos a cofose (surdez total)
definitiva; ou a amaurose (cegueira total) definitiva.
Daí a importância, dentre outras, d as pesquisas em
torno das células tronco, que, quiçá, num futuro incerto,
poderiam repor estas células neurais que não se forma-
ram; estrutrando as áreas cerebrais da audição ou visão,
que não se formaram.
Enquantoisto não acontece, urgem as medidas de diag-
nóstico precoce para tentar, entro de um melhor possível
e disponíveis recursos, preservar o quanto der o desenvol-
vimento das referidas áreas cerebrais.
Algumas formas de se fazer isto? É assunto para o pró-
ximo email.
Ricardo Bing Reis

CONDUTAS FRENTE AOS DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA
AUDIÇÃO E VISÃO NO CÉREBRO DAS CRIANÇAS.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
conforme relatei no emial anterior, os distúrbios precoces,
e até congênitos, dos sensórios da audição e da visão, ten-
dem a ser muito mais danosos que em qualquer outra fase
posterior da vida.
Ainda referi que se este estímulo auditivo ou visual não
vem, há uma forte tendência que a área nunca mais consi-
ga se estabelecer, já que ainda nunca terá se formado, pas-
sando a termos os quadros de diminuição da acuidade au-
ditiva (surdez ou hipoacusia); ou diminuição da acuidade vi-
sual (cegueira).
O que será escrito aqui, é somente uma pincelada qua-
se imperceptível sobre o assunto, que tenho como inesgo-
tável.
As 'coisas' aqui tem que ser meio sem perda de tempo.
Primeiro, medidas preventivas de rotina e/ou grau de
desconfiança da possibilidade, geralmente provindo das
constatações dos pais.
Recorrer a exames como 'Teste da Orelinha (Otoemis-
são Acústica)', 'Audiometria de Potenciais Evocados do
Tronco Cerebral (BERA); para ficar somente nos distúrbios
da audição. Assim, busca-se o diagnóstico funcional.
Logo a seguir, o diagnóstico topográfico,ou seja, em
que local da via sensorial está o distúrbio. Tomografias e
Ressonâncias Magnéticas podem ajudar.
Agora, o diagnóstico etiológico, pois, sabedores da cau-
sa, ao tratá-la, pode-se reverter todo o prmplante Coclear;
2- Uso de Prótese Auditiva específica,
3- Cirurgias oftalmológicas, se diminuição da visão;
4- Óculos específicos.
Tudo que se fizer visando proporcionar um mínimo que
seja de estímulo sensorial às áreas da audição ou visão é lou-
vável, pois contribuirá para estruturação possível destas áre-
as cerebrais; ganhos que podem trazer profunda melhora na
qualidade de vida desta toda ainda vida devir.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO NO CÉ-
REBRO DE ADOLESCENTES.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
na adolescênia,o cérebro ainda está em fase final de ama-
durecimento, que, de uma forma em geral, se completa
por volta de 21 anos de idade.
Reitero então, que a adolescência ainda é uma fase em
que o cérebro necessita do 'apoio' de um cérebro mais ama-
durecido, supostamente o dos pais.
Daí o risco maior ainda do uso de drogas em adolescen-
tes, o cérebro, estando ainda em estágio evolutivo, pode so-
frer danos químicos pelas drogas, com sequelas irreversíveis,
talvez não perceptíveis naquele momento, mas que poderão
fazer diferença nas fases seguintes do desenvolvimento hu-
mano.
Em se tratando de um distúrbio sensorial da audição ou
visão no cérebro de um adolescente, embora em formação,
o grau de já formatação do cérebro encontra-se suficiente-
mente adaptado para se comportar tal e qual ao 'Adulto Jo-
vem'; conforme encontrável na sua sessão logo a seguir.
Ricardo Bing Reis.

_______________________________________

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO NO CÉ-
REBRO DE MEIA-IDADE.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
lembremos que a 'Meia Idade' compreende o período etá-
rio dos 40 aos 60 anos.
Embora em fase já de regressão ou degeneração, o
grau de formatação do cérebro ainda encontra-se suficien-
temente adaptado para se comportar tal e qual ao 'Adulto
Jovem'; pois tal 'involução' é muito, muito inicial.
Como este cérebro se comportará frente a um distúr-
bio sensorial da audição e visão, será então, descrito na
sessão do 'Adulto Jovem', dados que também se presta-
rão à esta 'Meia-Idade'.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO NO CÉ-
REBRO DO 'ADULTOS JOVEM'.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
relatei que, enquanto o cérebro do adolescente está em
fase final de amadurecimeto, aproximadamente diagramal-
mente o cérebro daquele em 'Meia-Idade' está no início de
involução, embora geralmente ainda totalmente, ou quase,
imperceptível.
Mas também comentei que as diferenças finais para com
a fase de desenvolvimento humano que se encontra entre
elas, ou seja, o 'Adulto Jovem', são muito pequenas.
Na fase 'Adulto Jovem', que compreende o período etá-
rio de 20 à 40 anos, o indivíduo está no gozo de seu grau
máximo de maturidade orgânica.
Isto não significa que esteja também psiquicamente ma-
duro. São coisas distintas, sendo esta última mais relaciona-
do como lidou e lida com suas adversidades; e não com a
maturidade cerebral orgânica. Não se confunda então a bi-
ologia com o psiquismo.
Tais alterações cerebrais orgânicas relacionadas com as
fases do desenvolvimento humano podem dar-se no córtex
e/ou parênquima cerebral, as tais substâncias cinzentas e
brancas.
Mas há de se registrar por último, que tudo isto é variá-
vel de pessoa para pessoa, multifatorialmente explicável.
No próximo email, finalmente, a análise dos reflexos dos
distúrbios sensoriais da audição e visão, nestes cérebros en-
tre 20 e 60 anos de idade.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO NO CÉ-
REBRO DO 'ADULTOS JOVEM'. - PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
na fase 'Adulto Jovem', que compreende o período etário
de 20 à 40 anos, o indivíduo está no gozo de seu grau má-
ximo de maturidade orgânica.
Por vizinhança, que se caracteriza por similitude cerebral,
o dito aqui se presta para 'Adolescência' e 'Meia-Idade'.
Então, agora, a análise dos reflexos dos distúrbios senso-
riais da audição e visão, nestes cérebros entre 20 e 60 anos
de idade.
Se o distúrbio vem de forma pregressa da infância, con-
gênito ou de recém-nascido, o quadro clínico tende a ser u-
ma continuidade do que sempre vinha sendo. Neste particu-
lar, vale lembrar que, pelo menos até os recursos disponí-
veis no momento, o dano na área cerebral da audição e vi-
são, tendem a estar continuando e ainda a continuarem em
caráter de irreversibilidade. E o raciocínio quanto ao diagnós-
tico topográfico e etiológico, bem como a terapêutica para
aqui, já foi comentado no email sobre esta temática na infân-
cia.
Se o distúrbio inicia nestas fases dentre 20 e 60 anos de
idade, há uma redução na área cerebral da audição ou visão,
aproximadamente proporcional à diminuição do estímulo au-
ditivo ou visual. Tal redução, chama-se hipotrofia. Ora, se a-
té então tal agora padecente estava ouvindo e vendo adequa-
dam ente, é lógico pensar que a área da audição e visão fo-
ram adequadamente formadas; e que agora sofrem por con-
ta desta nova circunstãncia, uma redução de tamanho e fun-
ção. Mas, esta hipotrofia é passível de significativa, senão to-
tal, recuperação; assim que se reestabeleça a estimulação
auditiva e visual às suas respectivas áreas.
E isto é ultra importante, por vários motivos; como vere-
mos a seguir.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO NO CÉ-
REBRO DO 'ADULTOS JOVEM'. - PARTE TERCEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
para as pessoas não-médicas, fica a impressão de que o
diagnóstico funcional basta por si só. Ou seja, se há sus-
peita de surdez, indica-se uma Audiometria.
Se o exame comprovar, o diagnóstico fica sendo 'hipo-
acusia', que nada mais é do que diminuição de audição.
E muitas vezes fica por isto mesmo, como se a surdez
viesse 'assim do nada'...
Principlmente em serviços de venda de aparelhos de
audição, que não são consultórios médicos otorrinolaringo-
lógicos.
Quando muito dizem que 'é da idade'. Por sinal, sur-
dez pela idade chama-se presbiacusia; enquanto que a di-
minuição da visão pela idade, é presbiopia. E mesmo que
seja uma pessoa idosa, a perda autitiva e/ou visual, pode
não ser pela idade; ou não só.
Este diagnóstico comentado até aqui é um mero diag-
nóstico funcional, onde se constata uma disfunção, ou se-
ja, um mau funcionamento da via auditiva ou visual.
Mas esta disfunção pode ser causada por um distúrbio
em qualquer parte da via sensorial, desde o ouvido ou o-
lho, passando pelos nervos, até as respectivas áreas de au-
dição e visão no cérebro. Tal passo, é a busca do diagnós-
tico topográfico, sendo muitas vezes úteis a Tomografia e
a Ressonância.
Como se não bastasse os 2 diagnósticos que necessari-
amente exigem investigação, um terceiro e importantíssi-
mo diagnóstico é imperativo. A causa, ou diagnóstico etio-
lógico.
Veja a complexidade disto tudo.
Se o distúrbio vem de forma pregressa da infância, con-
gênito ou de recém-nascido, o quadro clínico tende a ser u-
ma continuidade do que sempre vinha sendo
Se o distúrbio inicia nestas fases dentre 20 e 60 anos de
idade, há uma redução na área cerebral da audição ou visão,
aproximadamente proporcional à diminuição do estímulo au-
ditivo ou visual. Tal redução, chama-se hipotrofia. Ora, se a-
té então tal agora padecente estava ouvindo e vendo adequa-
damente, é lógico pensar que a área da audição e visão fo-
ram adequadamente formadas; e que agora sofrem por con-
ta desta nova circunstãncia, uma redução de tamanho e fun-
ção. Mas, esta hipotrofia é passível de significativa, senão to-
tal, recuperação; assim que se reestabeleça a estimulação
auditiva e visual às suas respectivas áreas.
Continua.
Ricardo Bing Reis.

CONDUTAS FRENTE AOS DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA
AUDIÇÃO E VISÃO NO CÉREBRO DOS 'ADULTOS JOVENS'.
- PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
o que será escrito aqui, é somente uma pincelada quase
imperceptível sobre o assunto, que tenho como inesgotá-
vel.
O tratamento, muitas vezes, pode, e precisa, começar
pela etiologia. É o tratamento da causa da surdez ou per-
da visual. Pode ser medicamentoso se acausa é infecciosa
como por exemplo sífilis ou tuberculose, pode ser cirúrgi-
co, se a causa é tumoral; etc. Também é bem frequente
causas vasculares, e aqui entram a hipertensão arterial,
diabetes, hipercolesterolemia, tabagismo, etc.
Dentre muitas outras dezenas de tratamentos etiológi-
cos; para cada etiologia. Assim muitas fezes já estamos
incluindo o diagnóstico topográfico, que geralmente tem
tudo a ver com a causa da perda sensorial.
Em se tratando de audição, pode-se ilustrar com a sur-
dez causada por ruídos ambientais como em certas fábri-
cas. É o trauma acústico, certa doença ocupacional. Ou-
tro exemplo é um distúrbio genético chamado otospongi-
ose. Em se tratando de visão, apenas para ilustrar, pode-
se citar o glaucoma e doenças da retina.
Tendo-se tratado a etiologia da melhor forma possível,
faz-se uma reavaliação da perda auditiva ou visual resul-
tante após o tratamento; sendo possível uma remissão to-
tal da perda sensorial, parcial, nenhuma alteração ou até
piora, pois ás veze s o tartamento exige que se sacrifique
o sensório para sanar-se uma doença que compromete a
vida da pessoa; ou algo parecido.
E agora, finalmente, como fazer para melhorar a parte
funcional? Como fazer para reestabelecer o máximo pos-
sível da atividade sensorial?
A resposta está no email seguinte, sendo o tratamento
funcional.
Ricardo Bing Reis.

CONDUTAS FRENTE AOS DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA
AUDIÇÃO E VISÃO NO CÉREBRO DOS 'ADULTOS JOVENS'.
- PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 0000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
no email anterior, eu estava comentando que, em se tra-
tando de audição, pode-se ilustrar a surdez sendo causa-
da por ruídos ambientais como em certas fábricas.
É o trauma acústico, certa doença ocupacional. Outro
exemplo é um distúrbio genético chamado otospongiose.
Em se tratando de visão, citei, apenas para ilustrar, o glau-
coma e doenças da retina.
Tendo-se tratado a etiologia da melhor forma possível,
faz-se uma reavaliação da perda auditiva ou visual resul-
tante após o tratamento; sendo possível uma remissão to-
tal da perda sensorial, parcial, nenhuma alteração ou até
piora, pois ás vezes o tratamento exige que se sacrifique
o sensório para sanar-se uma doença que compromete a
vida da pessoa; ou algo parecido.
E agora, finalmente, como fazer para melhorar a parte
funcional? Como fazer para reestabelecer o máximo pos-
sível da atividade sensorial?
São várias as formas. As mais corriqueiras, mais popu-
lares, são a prótese auditiva/aparelho de audição e, em
se tartando de visão, óculos; dentre outras formas.
Por que digo que são tão importantes? Não só para ou-
vir o romântico piu-piu dos passarinhos lá fora, mas tam-
bém para melhor participar das conversas e o convívio so-
cial no casamento, n a família, para com os amigos ou quais-
quer outras pessoas. Isto é lugar comum.
Na visão, não é só para ver romanticamente os passari-
nhos,mas para ver os seus a fim de melhor conviver.
Mas o principal motivo, não é um lugar tão comum; nem
para a audição, nem para a visão.
Trata-se da manutenção da vitalidade cerebral. Ora, se
a diminuição dos estímulos sensoriais causam atrofia das
respectivas áreas cerebrais, o reestabelecimento dos estímu-
los sensoriais por aparelho de audição ou uso de óculos/lentes,
traz, felizmente, o efeito inverso: uma recuperação das áreas
cerebrais, muitas vezes à um nível de normalidade, ou muito
próximo disto.
Assim, já que o cérebro é como se fosse uma 'teia de ara-
nha eletrificada', a recuperação das áreas, traz a volta da es-
timulação cerebral como um todo, ou tendendo a isto.
Todas as funções cerebrais tendem a 'ganhar' com isto,a-
té a memória. Isto pode parecer imperceptível no dia a dia,
mas a lógica reza que ocorra, podendo fazer a diferença lá
adiante, na velhice.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO E AS
REPERCUSSÕES NO CÉREBRO DO IDOSO.
- PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
para as pessoas não-médicas, fica a impressão de que o
diagnóstico funcional basta por si só. Ou seja, se há sus-
peita de surdez, indica-se uma Audiometria.
Se o exame comprovar, o diagnóstico fica sendo 'hi-
poacusia', que nada mais é do que 'diminuição de audição'.
E muitas vezes fica por isto mesmo, como se a surdez
viesse 'assim do nada'...
Principlmente em serviços de venda de aparelhos de
audição, que não são consultórios médicos otorrinolarin-
gológicos...
Quando muito, dizem que 'é da idade'. Por sinal, sur-
dez pela idade chama-se presbiacusia; enquanto que a di-
minuição da visão pela idade, é presbiopia.
E atenção, se temos degenerações senis do nervo da
audição ou ótico, deve-se suspeitar que algo semelhante já
esteja também acontecendo em outros órgãos-alvo, como
vasos sangüíneos, rins, etc.
E mesmo que seja uma pessoa idosa, a perda autitiva
e/ou visual, pode não ser pela idade; ou não só.
Este diagnóstico comentado até aqui é um mero diag-
nóstico funcional, onde se constata uma disfunção, ou se-
ja, um mau funcionamento da via auditiva ou visual.
& nbsp; Mas esta disfunção é causada por um distúrbio que pode
estar em qualquer parte da via sensorial, desde o ouvido ou
olho, passando pelos nervos, até as respectivas áreas de au-
dição e visão no cérebro. Tal passo, é a busca do diagnósti-
co topográfico, sendo muitas vezes úteis a Tomografia e a
Ressonância.
Como se não bastasse os 2 diagnósticos que necessari-
amente exigem investigação, um terceiro e importantíssimo
diagnóstico é imperativo. A causa, ou diagnóstico etiológico.
Veja a complexidade disto tudo.
Se o distúrbio vem de forma pregressa da infância, con-
gênito ou de recém-nascido, o quadro clínico tende a ser u-
ma continuidade do que sempre vinha sendo.
Se o distúrbio inicia nesta terceira idade, isto é, apartir dos
60 anos, há uma redução na área cerebral da audição ou vi-
são, aproximadamente proporcional à diminuição do estímulo
auditivo ou visual. Tal redução, chama-se hipotrofia. Ora, se a-
té então, o tal agora padecente estava ouvindo e vendo su-
ficientemente bem, é lógico pensar que a área da audição e vi-
são foram adequadamente formadas; e que agora sofrem por
conta desta nova circunstãncia, resultando em uma redução
de tamanho e função.
Mas, esta hipotrofia é passível de significativa, senão to-
tal, recuperação; assim que se reestabeleça a estimulação au-
ditiva e visual às suas respectivas áreas.
Segue.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO E AS RE-
PERCUSSÕES NO CÉREBRO DO IDOSO.
- PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
se o distúrbio inicia-se na terceira idade, ou seja, após os
60 anos, há uma redução na área cerebral da audição ou
visão, aproximadamente proporcional à diminuição do estí-
mulo auditivo ou visual. Tal redução, chama-se hipotrofia.
Ora, se até então, tal agora padecente estava ouvindo
e vendo adequadamente, é lógico pensar que a área da au-
dição e visão foram adequadamente formadas; e que ago-
ra sofrem por conta desta nova circunstãncia, uma redução
de tamanho e função.
Mas, esta hipotrofia é passível de significativa, senão to-
tal, recuperação; assim que se reestabeleça a estimulação
auditiva e visual às suas respectivas áreas.
Noentanto, o cérebro do idoso tem uma particularidade.
Seu cérebro, mesmo que 'silenciosamente', quero dizer,
assintomaticamente, estará em muito provável involução de-
generativa senil, diagramalmente inversa à evolução do cé-
rebro de uma criança.
Tendo em vista isto, o reestabelecimento dos sensórios
da audição e visão numa criança, ajuda na manutenção do
processo de evolução. Por outra, o reestabelecimento dos
sensórios num idoso, ajudar á muito significativamente no
retardamento da involução cerebral característica da velhi-
ce.
É a involução neuro-bioquímica cerebral do idoso, fenô-
meno inverso à situação de desenvolvimento que se proces-
sa na criança.
O aparelho de audição e os óculos são recursos muitas
vezes únicos, decisivos e suficientes para reverter o quadro
do idoso, ou dar continuidade à evolução do infante.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DE CAUSAS PERIFÉRICAS E
CENTRAIS.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Fri. 11 Nov. 2011 000000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
conforme comentado, o diagnóstico dos distúrbios sen-
soriais é uma estratégia de raciocínio tripartite.
O diagnóstico funcional, o diagnóstico topográfico e o
dignóstico etiológico.
O diagnóstico funcional nada mais é do que a com-
provação científica da deficiência sensorial, no caso, sur-
dez e diminuição da acuidade visual; determinando de fa-
to existir ou não, quantificar e até qualificar. E já indicia
'pistas' para os 2 seguintes diagnósticos.
O diagnóstico topográfico indica o local da lesão.
É estabelecido por exames tal qual diagnósticos por i-
magem, como Tomografias e Ressonâncias. Mediante es-
te diagnóstico, temos a divisão do enigma em 2 grandes
grupos:
1- distúrbios periféricos: são aqueles que estão no ór-
gão da audição (ouvido) e/ou no nervo da audição. O mes-
mo vale para o órgão da visão (olho) e/ou no nervo ótico;
2- ditúrbios centrais: são aqueles que estão no encéfa-
lo, isto é, no troco cerebral e/ou no cérebro, em seu pa-
rênquima e/ou córtex. Inclusive e possivelmente, nas áre-
as cerebr ais da audição e visão.
Estes diagnósticos, funcional e topográfico, te direcio-
nam muito para o terceiro diagnóstico, o etiológico. Isto
porque, as doenças ou distúbios, tendem, cada qual, a
ter suas características específicas. Como num trabalho
de detetive, os 2 primeiros diagnósticos indiciam o 'cri-
minoso'.
Alguns poucos exemplos de causas possíveis, e até
prováveis, de surdez confirmada; de acordo com a loca-
lização/topografia:
1- distúrbios periféricos: otites, otospongiose, ruído
ambiental (trauma acústico), presbiacusia. A presbiacusia
é o 'nervo da audição cansado', 'desgastado', degenerado
pelo envelhecimento fisiológico;
2- distúrbios centrais: trauma de parto, meningite, en-
cefalite, vasculopatias (conforme dissertação específica
posterior), neuro-sífilis e até tumores cerebrais (primários
ou metastáticos).
Alguns poucos exemplos de causas possíveis, e até
prováveis, de diminuição da acuidade visual confirmada;
de acordo com a localização/topografia:
1- distúrbios periféricos: refração, catarata, glaucoma,
retinopatias diversas, presbiopia. A presbiopia é o 'nervo
da visão cansado', 'desgastado', degenerado pelo enve-
lhecimento fisiológico;
2- distúrbios centrais: trauma de parto, meningite, en-
cefalite, vasculopatias, neuro-sífilis e até tumores cerebrais
(primários ou metastáticos).
É a lógi ca cartesiana a serviço da ciência médica. Os
cartesianos jamais poderão ser menosprezados. Apenas e-
ventualmente, não é o raciocínio mais recomendável para
certas outras circunstâncias do pensamento.
Ricardo Bing Reis.
DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO DE ORI-
GEM PERIFÉRICA: AS REPERCUSSÕES NO CÉREBRO DO
IDOSO E CONDUTAS.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
se o distúrbio inicia na terceira idade, isto é, apartir dos 60 ,
há uma redução na área cerebral da audição ou visão, apro-
ximadamente proporcional à diminuição do estímulo auditivo
ou visual. Tal redução, chama-se hipotrofia.
Ora, se até então tal agora padecente estava ouvindo e
vendo adequadamente, é lógico pensar que a área da audi-
ção e visão foram formadas; e que agora sofrem por conta
desta nova circunstãncia, uma redução de tamanho e função.
Mas, esta hipotrofia é passível de significativa, senão to-
tal, recuperação; assim que se reestabeleça a estimulação
auditiva ou visual.
Uma vez tendo sido tratada a causa do distúrbio, isto é,
tendo sido executado o possível tratamento do diagnóstico
etiológico, reestabeleceremos da melhor forma possível o
aporte de estímulo auditivo e visual ao cérebro.
Aqui, fazem parte básica e fundamental do arsenal tera-
pêutico funcional o aparelho de audição e óculos.
Caso a origem do distúrbio seja periférica, ou seja, no
ouvido e nervo da audição ou olho e nervo ótico, os resulta-
dos de recuperação funcional tendem a ser melhores pois
o cérebro do padecente estárá mais receptivo e responsivo
ao complemento auditivo ou visual que o aparelho de audi-
ção ou óculos proporcionam.
Ricardo Bing Reis.

 

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO DE ORI-
GEM CENTRAL: REPERCUSSÕES NO CÉREBRO DO IDOSO
E CONDUTAS.

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
se o distúrbio inicia na terceira idade, isto é, apartir dos 60 ,
há uma redução na área cerebral da audição ou visão, apro-
ximadamente proporcional à diminuição do estímulo auditivo
ou visual. Tal redução, chama-se hipotrofia.
Ora, se até então tal agora padecente estava ouvindo e
vendo adequadamente, é lógico pensar que a área da audi-
ção e visão foram formadas; e que agora sofrem por conta
desta nova circunstãncia, uma redução de tamanho e função.
Mas, esta hipotrofia é passível de significativa, senão to-
tal, recuperação; assim que se reestabeleça a estimulação
auditiva ou visual.
Uma vez tendo sido tratada a causa do distúrbio, isto é,
tendo sido executado o possível tratamento do diagnóstico
etiológico, reestabeleceremos da melhor forma possível o
aporte de estímulo auditivo e visual ao cérebro.
Aqui, fazem parte básica e fundamental do arsenal tera-
pêutico funcional o aparelho de audição e óculos.
Caso a origem do distúrbio seja central, nos chamados
'Distúrbios da Função Cerebral Superior (DFCS)', manifestos
pelas 'Síndromes Cerebrais Orgânicas (SCO)'; os resultados
de recuperaç ão funcional tendem a ser menos efetivos, pois
o cérebro do padecente é o próprio local da lesão. Neste caso,
estaremos tentando recuperar a função da área da audição
ou da área da visão justo neste cérebro, que é o próprio local
do distúrbio. É como 'querer arrumar a casa quando a fonte
qe desarruma está constantemete ativa dentro desta casa'. É
claro que ainda assim vale a pena tentar, pois quase sempre
será bem melhor que nada. O cérebro estará menos recepti-
vo e responsivo ao complemento auditivo ou visual que o apa-
relho auditvo ou óculos proporcionam; mas ainda assim é de
valia?? lançar mão destes recursos.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO DE ORI-
GEM MISTA NO CÉREBRO DO IDOSO.
- PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
caso a origem do distúrbio seja periférica, ou seja, no ou-
vido e nervo da audição ou olho e nervo ótico, os resulta-
dos de recuperação funcional tendem a ser melhores pois
o cérebro do padecente estará mais receptivo e responsivo
ao complemento auditivo ou visual que o aparelho de audi-
ção ou óculos proporcionam.
Caso a origem do distúrbio seja central, nos chamados
'Distúrbios da Função Cerebral Superior (DFCS)', manifestos
pelas 'Síndromes Cerebrais Orgânicas (SCO)'; os resultados
de recuperação funcional tendem a ser menos efetivos, pois
o cérebro do padecente é o próprio local da lesão.
Neste caso, estaremos tentando recuperar a função da
área da audição ou da área da visão justo neste cérebro,
que é o próprio local do distúrbio. É como 'querer arrumar a
casa quando a fonte que desarruma está constantemete ati-
va dentro desta casa'.
É claro que ainda assim vale a pena tentar, pois quase
sempre será bem melhor que nada. O cérebro estará menos
receptivo e responsivo ao complemento auditivo ou visual
que o aparelho auditvo ou óculos proporcionam; mas ainda
assim é de valia lançar mão destes recursos.
Então, quando você acha que as situações complexas
já foram todas abordadas, surge uma mista, onde os sensó-
rios estão prejudicados, tanto a nível periférico quanto a ní-
vel central. E esta situação é muito frequente e cada vez fi-
cará mais, a não ser que as pessoas mudem a tendência de
seus hábitos atuais, já que é fruto de doença evitável, des-
de que tomemos as precauções que todo mundo, repito, to-
do mundo sabe que tem que ser tomadas.
São as 'doenças do progresso',não que adoecer signifi-
que progredir, mas sim porque ocorre mais nos países di??-
tos desenvolvidos; em contraste com as doenças infecto-
contagiosas dos emergentes (antigos sub-desenvolvidos).
Estou me referindo às vasculopatias. E, como os vasos
sangüíneos, felizmente, estão espalhados pelo corpo todo,
as vasculopatias, infelizmente podem comprometer o cor-
po inteiro. Na prática, não é be m assim que as coisas acon-
tecem; órgão aqui e ali tendem a estar comprometidos,
mas, por questão de lógica, ao se fazer diagnóstico em cer-
to órgão, convém fazer uma investigação sistêmica sufici-
ente de vasculopatias em outros órgãos.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO DE ORI-
GEM MISTA NO CÉREBRO DO IDOSO.
- PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
então, quando você acha que as situações complexas já fo-
ram todas abordadas, surge uma mista, onde os sensórios
estão prejudicados, tanto a nível periférico quanto a nível
central.
E esta situação é muito frequente e ainda cada vez fi-
cará mais, a não ser que as pessoas mudem a tendência de
seus hábitos atuais, já que é fruto de doença evitável, des-
de que tomemos as precauções que todo mundo, repito, to-
do mundo sabe que tem que ser tomadas.
São as 'doenças do progresso', não que adoecer signi-
fique progredir, mas sim porque ocorre mais nos países di-
tos desenvolvidos; em contraste com as doenças infecto-
contagiosas dos emergentes (antigos sub-desenvolvidos).
Estou me referindo às vasculopatias. E, como os vasos
sangüíneos, felizmente, estão espalhados pelo corpo todo,
as vasculopatias, infelizmente, podem comprometer o cor-
po inteiro. Na prática, não é bem assim que as coisas acon-
tecem; órgão aqui e ali tendem a estar comprometidos,
mas, por questão de lógica, ao se fazer diagnóstico em cer-
to órgão, convém fazer uma investigação sistêmica sufici-
ente de vasculopatias em outros órgãos mais suceptíveis.
São os chamados 'órgãos-alvo'. A rigor, t odos podem
ser 'órgãos-alvo', mas alguns em particular, até por seus
graus de vitalidade. A Natureza nos fez de tal forma que
os órgãos ficassem mais em cima, sendo no topo, o cére-
bro, que, em última instância, é, por si só, nós próprios.
Assim, vamos exemplificar, na seqüência, de baixo pa-
ra cima.
Ricardo Bing Reis.

DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO DE ORI-
GEM MISTA NO CÉREBRO DO IDOSO.
- PARTE TERCEIRA -

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Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
os vasos sangüíneos, felizmente, estão espalhados pelo
corpo todo, as vasculopatias, infelizmente, podem compro-
meter o corpo inteiro.
Na prática, não é bem assim que as coisas acontecem;
órgão aqui e ali tendem a estar comprometidos, mas, por
questão de lógica, ao se fazer diagnóstico em certo órgão,
convém fazer uma investigação sistêmica suficiente de vas-
culopatias em outros órgãos mais suceptíveis.
São os chamados 'órgãos-alvo'. A rigor, todos podem
ser 'órgãos-alvo', mas alguns em particular, até por seus
graus de vitalidade.
A Natureza nos fez de tal forma que os órgãos mais no-
bres ficassem em cima, sendo no topo, o cérebro, que, em
última instância, é, por si só, n ós próprios.
Assim, vamos exemplificar, na seqüência, tais órgãos,
de baixo para cima:
1- Membros Inferiores: sua má vascularização por vas-
culopatia pode causar claudicação intermitente se diminui-
ção vascular não totalmente crítico; podendo evoluir para
trombose e consequente infarto daquela área do membro
inferior dependente daquele sangue que deixou de chegar.
É o infarto com necrose, por exemplo, dos dedos e pés de
diabéticos. Da trombose também podem derivar êmbolos
correm aos pulmões, causando as graves e, não raro, fa-
tais embolias pulmonares;
2- Rins: a formação de uma placa de ateroma (de gor-
dura), reduz aporte da sangue a este rim, que reage por
desencadeamento de substâncias vasoconstritoras, cau-
sando crises hipertensivas. É a isquemia renal;
3- Intestino: os vasos do peritônio também podem is-
quemiar e necrosar alças intestinais;
4- Coração: todos conhecem a palavra isquemia. É
a diminuição do aporte sangüíneo a determinado órgão,
com consequente má oxigenação do mesmo. Se tal bai-
xa for aquém do mínimo necessário, temos o resultado
extremo, que é a morte tecidual, denomiado infardo. A-
gora, basta colocar depois, o nome do órgão atingido.
Neste caso específico, e mais conhecido, teremos a pla-
ca de ateroma (de gordura) causando isquemia cardíaca
e que, se crítica, leva ao infarto cardíaco ou infarto do mi-
ocárdio;
5- Carótidas e cérebro: a placa de ateroma pode es-
tar nas artérias carótidas e vertebrais, que nutrem o cé-
rebro. Daqui, provém a isquemia e, quiçá, o infarto cere-
bral. Isto é medicamente considerado um acidente; um
'acidente vascular cerebral (AVC) do tipo isquêmico', ou
AVC isquêmico e que pode evoluir ao AVC por infarto ce-
rebral. Já, no cérebro, temos outra particularidade: pe-
quenas artérias partem de uma grande e tal 'esquina'
se fragiliza pela passagem constante do sangue sob pres-
são no hipertenso. E rompem, 'vasando' sangue para den-
tro do parênquima do cérebro. É o 'derrame cerebral', no-
me popular para AVC hemorrágico, muitíssimo frequente-
mente fatal, ou no mínimo, causador de graves sequelas.
Ricardo Bing Reis.
DISTÚRBIOS SENSORIAIS DA AUDIÇÃO E VISÃO DE ORI-
GEM MISTA NO CÉREBRO DO IDOSO. - PARTE QUARTA -

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To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
então, quando você acha que as situações complexas já fo-
ram todas abordadas, surge uma mista, onde os sensórios
estão prejudicados, tanto a nível periférico quanto a nível
central.
E esta situação é muito frequente e ainda cada vez fi-
cará mais, a não ser que as pessoas mudem a tendência de
seus hábitos atuais, já que é fruto de doença evitável, des-
de que tomemos as precauções que todo mundo, repito, to-
do mundo sabe que tem que ser tomadas.
A vasculopatia isquêmica, na sua forma mais comum, é
estabelecida por redução do aporte sangüíneo á determina-
do órgão, por placa de ateroma.
Ateroma é uma placa de gordura, algo como uma bolinha
de sagú, crescida para a luz do vaso, obstrutivamente.
Para esta gordura ali se estabelecer, é necessário:
1- Fragilidade vascular: é determinada por hipertensão
arterial (não raro pelo estresse do cotidiano, exacerbado pelo
sedentarismo, pela excessiva ingesta de sal, pela nicotina do
tabagismo, pelo hipertireoidismo);
2- Aumento dos níveis da gordura circulante n o sangue:
aqui temos os distúrbios do metabolismo dos lipídios, tal e
qual a hipercolesterolemia, diabetes (através da hiperglice-
mia), agravados pela obesidade e/ou alcoolismo.
Estes são os chamados 'Sorrateiros Inimigos do Seu Co-
ração (SISC)'.
E, o próximo passo, é mostrar o porquê deste qualificati-
vo complexo.
Ricardo Bing Reis.

SINAIS E SINTOMAS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS.
- PARTE PRIMEIRA -

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Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
asim como temos os 'sorrateiros e traiçoeiros inimigos da
sua vida', temos também os 'sorrateiros e traiçoeiros sinais
e sintomas das afecções'. Sobre os primeiros, os comentá-
rios estão em outro texto confeccionado.
Referente aos sinais e sintomas que 'quebram o silênci-
o', em 'pedido de socorro' do corpo, infelizmente, ás vezes,
'não ouvidos' ou não valorizados adequadamente pela pes-
soa, devido à inespecificidade do sintoma, bem como sua
não rara baixa intensidade, podendo passar por mero 'leve
mal-estar que já vai passar'...
Dentre tais sintomas, a 'tontura' é um exemplo interes-
sante, visto que, à rigor, qualquer doença da medicina po-
deria justificá-la. E o diagnóstico que mais frequente se dá
para esta manisfestação do organismo, é labirintite.
No entanto, a labirintite é muito menos frequente que a
quantidade de diagnósticos que recebem seu rótulo.
Muitos confundem a vertigem com tontura, pensando se-
rem sinônimos. Tontura é um sintoma que significa 'sensa-
ção de perda de estabilidade', com ou sem de svio de mar-
cha e/ou queda. Pode ser giratória, então chamada de ver-
tigem, ou por mareamento. Assim, a vertigem é uma forma
de tontura. A vertigem lembra causa periférica, ou seja, la-
biríntica, mas pode não ser. O mareamento lembra causa
central, ou seja, cerebral, mas pode não ser. E, 'não vem
do nada'; tem seus porquês.
Veja que hipertensão pode causar tontura e que seu o-
posto fisiopatológico, a hipotensão também pode. Já esta
última, pode ser gerada por isquemia cardíaca que geraria,
por exemplo, uma arritmia, fonte de baixo débito, trazendo
tontura por diminuição de aporte sangüíneo ao cérebro. Es-
te, recebendo menos oxigênio e glicose, 'acusa o golpe gri-
tando da forma que pode', através, dentre outras formas,
da tontura. Tal quadro fisiopatológico chama-se 'síncope'.
Aqui, o sintoma 'tontura' teria como diagnóstico fisiopato-
lógico secundário a 'síncope', que seria filha de outro diag-
nóstico, o fisiopatológico primário: 'arritmia por cardiopatia
isquêmica'. E, mais adiante ainda, do diagnóstico etiológi-
co da cardiopatia; por exemplo, diabetes e/ou hipercoleste-
rolemia cronicamente descompensadas. Dentre muitas ou-
tras possíveis etiologias para esta mesma cardiopatia.
Continua.
Ricardo Bing Reis.

SINAIS E SINTOMAS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS.
- PARTE SEGUNDA -

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To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando sequência, registro que a 'náusea' talvez também
pudesse entrar neste rool.
Cefaléia igualmente. Muitas pessoas confundem a pala-
vra enxaqueca com cefaléia; ignorando que cefaléia nada
mais é do que o sintoma 'dor de cabeça', sendo a enxaque-
ca, um tipo de cefaléia, tal e qual a sinusite e hipertensão
intra-craniana também o são; dentre muitos outros exem-
plos.
Os sintomas ás vezes são 'interpretados' como se fossem
a doença em si, ao invés de uma mera manifestação desta.
Assim, a supressão do sintoma significaria a 'cura', como em
um 'passe de mágica'.
A tontura com anti-vertiginoso, a cefaléia com analgésico;
como se 'tratar o sintoma da hora' fosse tudo.
Mas há de se considerar que esta conduta até pode ser a-
dequada, caso o médico diagnostique, como pano de fundo,
uma doença auto-limitada que dispense tratamento comple-
mentar. Ou atendimento em Urgência Médica, onde o plan-
tonista interpreta como suficiente, num primeiro momento,
o tratamento sintomático, sentido-se seguro poder deixar pa-
ra um segundo, a investigação complementar, mediante
consultas eletivas em consultórios médicos convencionais.
E assim também nas demais áreas da medicina: 'tosse' se-
ria tratada com anti-tussígeno, sem que se investigasse a cau-
sa dela; por exemplo, sinusite aguda infecciosa e/ou bronqui-
te aguda infecciosa. Neste caso, há de se tratar a sinusite e/
ou bronquite.
Num Pronto Socorro, quando o médico julga que tais inves-
tigações podem ser feitas num segundo momento em consul-
tório, recomenda: 'ao seu médico'.
Mas não sem antes ter valorizado a potencialidade destes
sinais e sintomas. Os quais podem ser um tanto quanto ines-
pecíficos e tênues; 'escondendo' a gravidade do quadro que
acomete a pe??ssoa.
Daí serem, além de sorrateiros, traiçoeiros.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÃO EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE PRIMEIRA -

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Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
segundo o dicionário, 'sorrateiro' é aquele que age escon-
dido, matreiro; algo como chamamos 'mineirinho'. Já 'trai-
çoeiro' é aquele que engana. Portanto, a listagem a seguir,
bem mais é sorrateira que traiçoeira, já que ninguém hoje
pode alegar que desconhece seus malefícios e, assim, não
teria porque se sentir traído em ser vitimado por eles. Ex-
ceto se cegado por sua megalomania de ser inatingível, a-
char quedoença só acomete os outros e que com ele será
diferente. Este tolo pode achar-se traído pelo efeito surpre-
sa.
São eles: hipertensão arterial, ingesta de sal em exces-
so, estresse, sedentarismo, inadequações radicais-livres/an-
ti-oxidantes, tabagismo, drogadição, obesidade, ingesta ca-
lórica desequilibrada, dislipidemias/hipercolesterolemias, di-
abetes, etc.
Por que são 'sorrateiros'?
Pois agem na 'surdina', de forma 'silenciosa', escondida,
assintomaticamente: sem se manifestar, quer por sinais (ins-
peção, palpação, percussão e ausculta), quer por sintomas
(sensações perceptíveis de a normalidade por parte do pade-
cente).
As pessoas se esquecem que, por não estarem nada sen-
tindo, não necessariamente de nada padecem. Podem es-
tar gravemente doentes, como já câncer em fase terminal,
e ainda nada sentindo e nada percebendo-se.
Os inimigos citados,geralmente, vão 'minando' seu corpo
de forma lenta, gradual, paulatina; mas que podem, em cer-
to momento de avanço, passar de uma evolução aritmética
para geométrica.
Quando os sintomas e sinais aparecem, muitas vezes a
doença resultante já está em estágio grave.
E, estes sintomas e sinais, muitas vezes, quando surgem,
o fazem em formas inespecíficas, vagas, tênues, que passam
por 'mal-esta??r que vai passar!'...
Sintomas como tontura e fraqueza, por exemplo, muitas
vezes não recebem a atenção que merecem, principalmente
se brandos.
Mais sobre isto na sequência.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÕES EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE SEGUNDA -

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Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
conforme mencionei no texto anterior, quando os sintomas
e sinais aparecem, muitas vezes a doença resultante da a-
ção prolongada dos 'sorrateiros inimigos', já está em estági-
o avançado.
E, estes sintomas e sinais, muitas vezes, quando surgem,
o fazem em formas inespecíficas, vagas, tênues, que passam
por 'mal-estar que vai passar!'...
Sintomas como tontura e fraqueza, por exemplo, muitas
vezes não recebem a atenção que merecem, principalmente
se brandos.
Aprenda a valorizar os avisos do seu corpo, por mais le-
ves e insignificantes que pareçam. Sempre procure u médico
e desconfie, sem medo de 'pagar um mico' de ser rotulado de
'paranóico', 'hipocondríaco', 'histérico', 'psicossomatizador', 'es-
tressado'.
Não se esqueça de 2 ditados:
1- 'Onde há fumaça, há fogo'; e, complementando, se não
tiver, melhor;
2- 'O seguro morreu de velho'; e, complementando, se não
deu, tentou-se.
& nbsp; Por órgãos-alvo, entanda-se o(s) órgão(s) que estão sendo
alvo de ataque dos sorrateiros inimigos. E digo inimigos da sua
vida, pois as doenças por eles geradas, muitíssimo frequente-
mente são causadoras da morte deste padecente.
Segundo pesquisas recentes, 2/3 das mortes por doenças
crônicas não infecciosas, são causadas geradas pelos citados
'sorrateiros e traiçoeiros inimigos da sua vida', através de do-
enças por eles geradas, com destaque para as vasculopatias e
cânceres. São as chamadas 'doenças do desenvolvimento'; já
que tem muito a ver com o estilo de vida moderno.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÕES EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE TERCEIRA -

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Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
conforme comentei em texto anterior, segundo pesquisas
recentes, 2/3 das mortes por doenças crônicas não-infec-
ciosas, são geradas pelos citados sorrateiros e traiçoeiros
inimigos da sua vida, através de doenças por eles causa-
das, com destaque para as vasculopatias e cânceres. São
as chamadas 'doenças do desenvolvimento'; já que tem
muito a ver com o estilo de vida moderno.
Se, como visto, a amior parte destes inimigos são evitáveis
e, pior ainda, popularmente sabidamente patogênicos, não se
pode chamar estas afecções de 'doenças do desenvolvimento',
pois são inerentes à mentes não-emocionalmente elaboradas,
embora possam ser intelectualizados. Poder-se-ia dizer que são
fruto do desequilíbrio emocional. Sendo isto correto, não fica
difícil reconhecer estas afecções como 'doenças do sub-desen-
volvimento emocional'. E, se de novo correto, o quanto antes
o 'mundo moderno' passar à obsoleto, melhor será.
Pelo menos para as pessoas; talvez nem tanto para a in-
dústria de tabaco, bebidas alcoólicas, comidas gor durosas e a-
çucaradas, de remédios, etc.
Além do narcotráfico.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÃO EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE QUARTA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
continuando, ainda se (veja bem, eu disse se), algum al-
guém, um dia, disser que existe uma tal de 'indústria do
workholic', não duvidaria.
Imagino uma espécie de publicidade e propagando ao
estilo 'american way of life': trabalhar feito um maluco, para
produzir e faturar muito; e depois gastar 'devolvendo' o di-
nheiro ao adquirir carros e propriedades mirabolantes, luxos
desnecessários. Obviamente que tudo isto tem um custo e es-
te custo se chama estesse. E, por ele, há muito grande chan-
ce de infartar-se entre os 60 e 70 anos, o que torna tudo isto
mais perfeito para esta fictícia 'indústria do workholi', já que
este tolo terá pagado uma aposentadoria por toda sua existên-
cia e, na hora de usufruir, sai de cena. Passe a régua, some e
veja o lucro desta suposta 'indústria': você gera, você devolve
e morre quando teria direito a algum retorno. Como isca, vo-
cê se deixou fisgar por uma 'vida melhor por ter coisas', esque-
cendo que, muitas vezes, para 'ter uma vida melhor'', há de
se 'ter tempo livre', para 'ser' e 'ócio criativo'. Seja esperto, fi-
que ligado nas artimanhas do capitalismo selvagem...
Desta forma, os verdadeiros sorrateiros e traiçoeiros inimi-
gos da sua vida seria esta tal suposta 'indústria dos workholics',
tentando fisgá-lo pela ingenuidade, através de matérias 'sérias'
nos rádios, revistas, jornais, televisão, panfletos e toda ordem
de publicidade e propaganda via multimídias.
Lembre-se de mais estas tendências:
1- 'Quem tudo quer, tudo perde'... ;
2- 'Devagar se vai ao longe'... ;
3- 'Corrida da lebre e da tartaruga'... ;
4- 'Quem ri por último, ri melhor'...
Sem que isto se transforme na apologia da lerdeza e da pre-
guiça.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÕES EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE QUINTA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
se alguém me ouvisse, diria: 'seja esperto; fique ligado nas
artimanhas do capitalismo selvagem e 'blinde-se' em prol da
sua saúde física, mental e psíquica'.
Aqui, faz-se necessário um amadurecimento psíquico de
um preparo que te 'tire do sistema social vigente' ou senso
comum e que te coloque no 'esticto senso'; que à luz dos
componentes do 'latu senso', quase todo mundo, é um 'ma-
luco beleza' e/ou incompetente, pelo comportemento 'das u-
vas verdes'...
É muito difícil, pois, além de convencer e vencer a si mesmo,
vítima desta lavagem cerebral desde 2 anos de idade (ou antes,
contaminando seu inconsciente e consciente), terá que também
estar preparado para lidar com 'o senso comum' que te tentará
te repuxar ao sistema. Os pertencentes ao sistema, não toleram
bem o diferente, pelo menos este tipo de diferente.
Talvez não seja de comentar-se com 'qualquer um', mas ape-
nas com certos 'alguns poucos'; como quando da orientação de
seus filhos pré-adolescentes e adolescentes.
& nbsp; Continua ainda uma vez.
Ricardo Bing Reis.

OS SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA
VIDA ( 'STISV') POR LESÕES EM ÓRGÃOS-ALVO.
- PARTE SEXTA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
de forma otimista, mas receosa do contrário, acredito que,
no futuro, o 'senso comum' será como hoje é o 'senso res-
trito', e, consequentemente, vice-versa.
Sem que isto signifique a tal 'vida alternativa desapegada'; e
sim 'apegada ao necessário', sem consumismo mas com consu-
mo, consciente e moderado. Sempre pergunte-se: 'Eu realmente
preciso disto que estou querendo neste momento'? 'A aquisição
compensa e justifica o que terei que tarbalhar para efetivá-la'?
O 'sistema' inclui gerar em você uma sensação de desconten-
tamento, pelo 'não-ter'. Se não bastasse, o descontentamento
complementar vem naturalmente pela própria falta de tempo pa-
ra você mesmo, workholic. E ser um 'estressado' não implca ne-
cessariamente em trabalhar horas em excesso, mas sob pressão,
mesmo que por poucas horas diárias. Feito isto, o 'sistema' te a-
presentará um multi-processador como 'solução mágica' para tu-
a infelicidade. Você compra, usa 3 vezes e deixa na prateleira, on-
de envelhecerá sem uso; aumentando seu desc ontentamento já
que a tentativa foi frustrada e você ficou com dinheiro a menos.
E o 'círculo vicioso' continua.
Nade contra a corrente e salve-se o quanto e enquanto puder.
Entre em um 'círculo virtuoso' que, se não é garantia de felici-
dade, muito provavelmente te será um fator gerador de menor
descontentamento, irmão da infelicidade.
Ricardo Bing Reis.

CASO CLÍNICO: DESCRIÇÃO.

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sun, 21 Aug 2011 02:21:24 +0000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
RAR, 77 anos, apresntou-se com depressão, lerdesa, es-
quecimento e leve desequilíbrio. Quadro evolutivo de 4
meses.
Não vinha conseguindo reunir ânimo nem para assis-
tir televisão.
Perdeu a esposa há exato 1 ano e sente-se em soli-
dão especialmente nos últimos 6 meses.
Também é diabético medicado, mas não hipertenso
e não fumante. Não obeso mas sedentário. Sem distúr-
bios dos lipídios.
Psiquiatra conceituado e competente, achou conve-
niente que se fizesse uma 'Ressonãncia Magnética de
Crânio - contrastado'.
Vejam só o laudo:
...'identifica-se na fossa posterior, no ângulo ponto-
cerebelar esquerdo, área hipodensa, com base dural e
que apresenta intensa impregnação ao gadolíneo, que
mede 1,0cm X 0,9 cm. Corresponde provavelmente a
meningeoma de ângulo ponto-cerebelar esquerdo'.
E seguia o laudo:
...'também identificam-se algumas áreas hiperinten-
sas na substância branca encefálica periventricular, bem
como na ponte. Ambas podem corresponder a áreas de
desmielinização e/ou gliose por microangiopatia isquêmi-
ca. Ainda, proeminência do espaço subaracnóideo nas re-
giões frontais, bem como dos sulcos corticais, inferindo
algum grau de atrofia cerebral'.
Ricardo Bing Reis.

CASO CLÍNICO: COMENTÁRIOS E HIPÓTESES DIAGNÓS-
TICAS..

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sun, 21 Aug 2011 02:21:24 +0000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
com relação aos 'sorrateiros inimigos da sua vida', RAR é
diabético, mas não hipertenso e não fumante. Não obeso
mas sedentário. Sem distúrbios dos lipídios.
Mas estava, há 1 ano em processo de luto pela perda
da esposa, o que gerou um quadro final de depressão, sa-
bida fonte de estresse, 'sorrateiro inimigo' por enfraqueci-
mento imunológico e aumento das catecolaminas.
Nos 6 primeiros meses de luto, teve uma reação de apa-
rente 'super-ação', por negação, mecanismo de defesa re-
acional do ego. Depois, quando, finalmente iniciou a eclo-
são da depressão, esta veio em 'efeito tsunami'.
Sob o ponto de vista de 'Síndrome Cerebral Orgânica
(SCO)', apresentava os sintomas de forte depressão, dimi-
nui moderada de memória e relato de 2 quedas, por per-
da de equilíbio sem tontura.
Sob o ponto de vista de 'Distúrbios da Função Cerebral
Superior (DFCS)', apresentava o que segue:
1- suspeita de um quadro de degeneração cerebral fi-
siológica senil compatível com o período etário do pacien-
te;
2- forte suspeita de sobreposição de uma vasculopatia
degenerativa por isquemia quase difusa com atrofia relati-
va, gerada por anos de diabete, a qual era medicada; mas
com forma medicamentosa que, pelo visto, proporcionava
uma compensação apenas parcial (talvez não tão suficien-
te), caracterizando uma demência vascular;
3- alguma suspeita de processo inicial de
degeneraçãoneuro-bioquímica, um processo inicial de demência talvez
por Alzheimer;
4- meningeoma, tumor cerebral benigno, no ângulo-
ponto cerebelar. A audiometria era normal, de forma que
não estava a causar hipoacusia. Vectroeletronistagmogra-
fia normal, o que sugere preservação da via labiríntica do
equilíbio. No exame de 'fundo de olho', à análise retiniana,
ausências de entrecruzamentos artério-venosos. Este exa-
me é o único que permite visualização direta de vasos san-
güíneos no corpo, sem ajuda de 'recursos de diagnósticos
por imagem'. Também sem sinais de hipertensão intra-cra-
niana. Sem alterações do sensório da visão. Então, sob o
ponto de vista do meningeoma, a princípio não estava ha-
vendo relação causa-efeito, isto é, não haveria relação en-
tre os sintomas apresentados e o meningeoma como gera-
dor dos mesmos.
Ricardo Bing Reis.

 

CASO CLÍNICO: TRATAMENTO E EVOLUÇÃO.

From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sun, 21 Aug 2011 02:21:24 +0000

Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
colhendo melhor os dados através de uma anamnese
complementar, constatou-se que as 2 quedas não fo-
ram exatamente por efeito de uma tontura, mas por
perda de equilíbrio devido a tropeços.
Também cumpre-se notar que era padecente de De-
pressão Orgânica crônica, de longa data, talvez mais de
30 anos; tendo-se sobreposto um quadro de tristeza pe-
lo luto da perda da esposa no ano anterior. Tal senti-
mento, que faz parte das crises acidentais e vitais, ser-
viu de desencadeante de um quadro orgânico, pela cri-
se psíquica.
Mediante o tratamento anti-depressivo administrado
pelo psiquiatra, RAR ficou totalmente assintomático: sem
depressão, ativo, boa memória e equilíbrio pleanamente
reestabelecido. Já vendo televisão de novo e, principal-
mente comunicativo, também entrando no contraditório
nas conversas, o que não deixa de ser um 'atestado' de
que recuperou sua capacidade mental de raciocinar ade-
quadamente. Recuperou a cognição e orientação no tem-
po e no espaço, saindo por aí reencontrando os amigos.
Atualmente, surgem palavras novas a cada hora. A-
gora chama-se de 'exercícios neurobióticos' aqueles para
estimular o funcionamento cerebral e previnir ou retardar
demências, como se fossem palavras cruzadas. E, neste
particular, caso houvesse uma perda sensorial da visão
e/ou audição, a reposição mediante aparelho de audição
e óculos seria imperativo, já que a vida social tem que
ser preservada, para conversação e contraditório. Até
porque somos seres gr egários e o isolamento causa de-
pressão e ansiedade. Sendo assim, além de repor os
sensórios, e por fazê-lo, os aparelhos de audição e ócu-
los tem um efeito anti-depressivo e ansiolítico, indireta-
mente!
Assim, embora tenhamos alterações na Ressonância
Magnética de Crânio, os sintomas todos estavam muito
intimamente relacionados com a Depressão, embora ain-
da inspire cuidados neurológicos.
Então, já tem um componente de vasculopatia senil
e isquemias difusas com atrofia relativa, no entanto, de
fato, pelo menos num parecer de primeiro momento, os
sintomas dele não provinham destes achados, já que a
clínica, sempre soberana, comprovou a previsão inicial de
Depressão.
Mas não esqueçamos que todos aqueles mesmos sin-
tomas poderiam perfeitamente dever-se ao descrito no
laudo sobre isquemia e atrofia cerebral.
Teve uma recuperação total dos sinais e sintomas em
questão de 72 horas, após 20 dias de espera pelo pleno
efeito dos medicamentos psiquiátricos, efeito este dura-
douro já há 4 meses, quando da escrita deste texto.
Com relação ao meningeoma, há de se considerar que
é um tumor benigno, mas que, por ser cerebral, tem po-
tencial de comprometer a vida do paciente, mediante a
compressão mecânica de estruturas encefálicas de extre-
ma nobreza em vitalidade. Mas pelo tamanho e, não ten-
do relação como quadro clínico, mas sim como um acha-
do casual, optou-se por controle evolutivo, na espectati-
va de que talvez um dia venha a iniciar compressões pe-
rigosas por expansão, coisa que ainda não está a ocorrer.
Ainda em estudo qual tratamento será indicado tam-
bém para previnir possível AVC isquêmico devir, além, é
claro, de um mais apurado controle da diabete.
E, em curso, uma investigação de possível comprome-
timento de outros 'órgãos-alvo' pela vasculopatia, como
membros inferiores, rins, coração. Também foi realizada
'Ecografia das Artérias Carótidas e Vertebrais', tendo re-
velado fluxo vascular livre, por ausência de placas de a-
teroma.
Também realizou-se ampla bateria de exames de san-
gue, etc, etc.
No total, consultou com neurologista, neuro-cirurgião,
otorrinolaringologista, psiquiatra, cardiologista e endocri-
nologista; além de fazer os exames complementares per-
tinentes descritos e não descritos.
Ricardo Bing Reis.

CONJECTURAS PARA O FUTURO FRENTE AOS SORRATEI-
ROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA VIDA ('STISV').
- PARTE PRIMEIRA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.bR
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
mencionei em outro texto, de forma otimista, mas receosa
do contrário, acreditar que, no futuro, o 'senso comum' se-
rá como hoje é o 'senso restrito', e, consequentemente, vi-
ce-versa.
Sem que isto signifique a tal 'vida alternativa desapega-
da'; e muitas vezes até piegas, e sim 'apegada ao necessá-
rio', sem consumismo mas com consumo, consciente e mo-
derado. Sempre pergunte-se:
'Eu realmente preciso disto que estou querendo neste mo-
mento'? 'A aquisição compensa e justifica o que terei que
trabalhar a mais para efetivá-la'?
Se isto ocorrer, estas mudanças de hábitos que induziri-
am uma reduçãos do estresse das pessoas, culminará com
um aumento da expectativa de vida das pessoas; aliado aos
avanços da medicina.
Digo isto pois desconfio que o estresse é o grande vilão
da atualidade, por si só, e porque traz na mesma esteira
os demais 'sorrateiros inimigos da sua vida'.
Caso os níveis de estresse das pessoas permaneçam nos
mesmos níve is atuais, a despeito dos avanços da medicina
e da sociedade em geral (sob a ótica de melhorias em infra-
estrutura, saneamento e saúde pública); temo por uma re-
dução na espectativa de vida que temos neste início dos a-
nos 2.000, que beira os 80 anos em países desenvolvidos.
Vai continuar.
Ricardo Bing Reis.

CONJECTURAS PARA O FUTURO FRENTE AOS SORRATEI-
ROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA VIDA ('STISV').
- PARTE SEGUNDA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.bR
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
em 1900, a espectativa média de vida de um cidadão eu-
ropeu de boas condições de vida era de aproximadamente
40 anos. E, para aquele de países 'sub-desenvolvidos', a-
proximadamente 30 anos.
No final do mesmo século já era de 70 à 80 anos, nos
mesmos locais.
Pois podemos ter uma surpresa. Ao invés de evoluir para
100 anos ou mais em 2050, talvez tenhamos um 'retroces-
so relativo' por estagnação da espectativa de vida em apro-
ximadamente 80 anos. Ou absoluto, se menos de 80 anos.
Minha conjectura se baseia no fato de nossos pais que es-
tão próximo dos 80, tiveram uma vida menos industrializada
que a nossa; mais saudável, à base d arroz com feijão e sa-
lada, com suco e água. Refrigerante, somente em festas...
Hoje em dia, tudo é 'indústria' disto e 'indústria' daquilo, a
única coisa que nunca é de fato, é indústria de fato. Tanto
que me senti à vontade para inventar a expressão 'indústria
do workholic'. Nestes casos todos, a palavra 'indústria' vem
num sentido metafórico de 'produção' de algo , mesmo que
este algo sejam meros hábitos e costumes humanos.
Mas agora inventarei uma nova expressão, onde o menci-
onado é meramente o que de fato é: 'indústria da indústria'.
Aqui, 'indústria' é no sentido real e não metafórico.
Por que tudo lembrei de inventar esta bobagem?
Porque a 'indústria da indústria' é uma das minhas princi-
pais preocupações na gênese de senões para a perspectiva
de vida continuar aumentando. Os produtos industrializados
são tomados de substâncias que suspeito serem, no mínimo,
meio tóxicas: carnes de maturação acelerada por hormõnios,
gorduras, conservantes, agrotóxicos (em frutas, verduras e
legumes), conservantes (em enlatadaos, engarrafados, en-
cartonador, ensacados), adoçantes (em produtos light e di-
et), corantes (em tudo artificialmente colorido, e quase em
tudo!), alimentos transgênicos. Além dos entoxicantes pela
própria natureza, como o tabaco (mais de 4.000 substâncias
tóxicas), bebidas alcoólicas e drogas. Também a poluição.
Ricardo Bing Reis.

CONJECTURAS PARA O FUTURO FRENTE AOS SORRATEI-
ROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA VIDA ('STISV').
- PARTE TERCEIRA -

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To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.bR
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
para mim, o principal agente de mortalidade no mudo atual
e futuro, caso ainda não seja, tenderá a ser o o estresse.
O estresse é um monstro, que desregula todo o corpo hu-
mano, liberando adrenalina que descompensa todo sistema
cárdiovascular com arritmias, hipertensão, etc. Resulta em
infartos do miocárdio, AVC isquêmico ou hemorrágico,
Também desencadeia liberação de cortisol na supra-renal
para elevação sérica, desregulando o corpo bioquimicamente,
liberando mais radicais livres e dificultando ação dos anti-oxi-
dantes.
Além de suprimir parte da atividade do sistema imunológi-
co, predispondo a muitos tipos de cânceres.
E vida 'de tempo livre' canalizada de um hobby criativo pa
ra a 'indústria da diversão virtual', que é expressão já pré-exis-
tente. Convenhamos, o mundo virtual em excesso é meio neu-
rotizante, embora não para todos. E a neurotização, aumenta
ainda mais o estresse, piorando o que já não estava bom.
O estresse bom é a força motriz da atividade e ânimo, sendo
de grau leve à moderado, benéfico, chamado eustresse.
O descompensado, é uma praga que só cede com mudança
dos hábitos de vida, dito distresse. Evitá-lo, corresponde a me-
lhorar o que se dá o nome de uma expressão que me soa desa-
gradável, de tão batida: 'qualidade de vida'. Observem que sem-
pre que se fala nisto, agrega-se conteúdos de exercícios e dieta,
como se isso fosse qualidade de vida... Nunca se menciona a-
gir na fonte do estresse, ou seja, vida acelerada e que precisa
desacelerar.
Desacelerar a vida é 'remediar', eficiente; fazer exercícios e
dieta é 'atenuar', que sempre resulta em ajuda parcial, quando
muito.
Esta continuação também vai continuar.
Ricardo Bing Reis.

CONJECTURAS PARA O FUTURO FRENTE AOS SORRATEI-
ROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA VIDA ('STISV').
- PARTE QUARTA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.bR
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
comentei que em 1900, a espectativa média de vida de um
cidadão europeu de boas condições de vida era de aproxi-
madamente 40 anos. E, para aquele de países 'sub-desen-
volvidos', aproximadamente 30 anos.
Também comentei que podemos ter uma surpresa. Ao in-
vés de evoluir para 100 anos ou mais em 2050, talvez tenha-
mos uma surpresa: um 'retrocesso relativo' por estagnação
da espectativa de vida em aproximadamente 80 anos.
Comentei que nossos pais, que estão pelos 80 anos, tive-
ram uma vida menos industrializada que a nossa que beira-
mos os 50 anos.
E completei sobre o estresse, que na época deles era bem
menor, tanto no trabalho, onde a pressão por metas era me-
nor, quanto no cuidado da família. Na nossa infância, podía-
mos brincar sozinhoa aos 10 anos de idade pois a criminalida-
de para com as crianças era mínima. Hoje é grande, desde a
pedofilia até sequestros, neste mundo maluco. Desta forma,
o cuidado dos filhos agregou o papel de guarda-costa; e, não
podendo deixá-los so zinhos, caracterizando brincadeiras esti-
lo 'pais-monitoradas' por 'pais-vigilantes', resulta que surgem
os 'pais-recreacionistas'. Por melhor que seja para convivên-
cia, e o é, pode tornar-se um fator a mais de estresse, justo
no momento em que se esperaria o desestressamento.
Não bastasse, principalmente por volta dos 50, surge fato
novo. Nossos pais, que nos cuidaram 20 anos; envelheceram
e também exigem nossa atenção por 30 anos. Nunca antes is-
to ocorrera, pois os pais tendiam a morrer por volta dos 60, e,
com isto, passamos a ter atribuições familiares duplas. São
2 famílias a zelar, a descendente (filhos) e a ascendente (pa-
is). Sendo que o ascendente tende a vir recheado de doenças.
É assim pelo menos para aqueles que se importan com su-
as famílias, nos 2 sentidos vetoriais. Há, e como, aqueles que
não estão nem aí, quer para uma, quer para outra.
É o estresse familiar duplo que se agrega ao laboral. O fami-
liar exige dinheiro, e muito nos dias atuais, já que um filho cus-
ta boa soma mensal, em colégios, cursos, esportes, arte. Além
de transportes para eles, etc. Fruto do mundo competitivo, que
exige um preparo neurótico (e caro) de nossas crianças. E este
é mais um diferencial que não existia nestas proporções para os
nossos pais.
É o exterminador estresse da inadequada e insalubre vida
moderna. Esta, lhe engana, te oferecendo o consumismo como
presente para suas frustrações. Não resolve e, ainda pior, é co-
mo uma maçã envenenada.
Ora, se a frustração é irmã da infelicidade, saiba que esta
gera angústia que, pela psicossomatização, desencadeia mais
estresse ainda, formando aquele círculo vicioso que citei antes.
E, se isto posto está correto, concluo que infelicidade mata.
Continua ainda uma vez.
Ricardo Bing Reis.

CONJECTURAS PARA O FUTURO FRENTE AOS SORRATEI-
ROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA VIDA ('STISV').
- PARTE QUINTA -

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To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.bR
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
completarei agora estes pensamentos resumidos a respei-
to do estresse e seus malefícios através do desencadea-
mento de ações lesivas via 'sorrateiros e traiçoeiros inimi-
gos da sua vida por lesões em órgãos-alvo'.
Esta parte final fica centrada a cerca de mais uma con-
jectura de possíveis fatores que poderiam diminuir a espec-
tativa de vida nos próximos 40 anos, ao invés do aumento
pelos avanços da medicina e condiçoes sociais de vida.
Até o final dos anos 60, basicamente quem trabalhava
era o homem, caracteristicamente provedor, enquanto a
mulher ficava em casa com a denominação 'do lar', zelan-
do pelos filhos e preparando o ambiente doméstico e fami-
liar. Supostamente menos estressante do que entrar no mer-
cado de trabalho.
Mas com o advento do anticoncepcional oral, a mulher
conquistou sua liberdade sexual, impulsionada pelos novos
valores sociais que emergiam em prol de uma maior autono-
mia das mulheres. E ganhou projeção social. E queimou su-
tiã em pr aça pública.
No entanto, enquanto a mulher entrava no mercado de
trabalho, o homem não fez tanto a contra-partida de maior
participação nos afazeres do lar. Os cuidados dos filhos con-
tinuaram a ter na mãe seu pilar de sustentação, por mais que
o homem participe, talvez explicável por razões encontráveis
na Antropologia Biológica.
Então, se antes dos anos 70 o homem trabalhava 'x' no
mercado de trabalho e, a mulher 'y' no lar; após o ingresso
é mais ou menos como se o homem permanecesse no mes-
mo 'x', enquato a mulher passou para 'x+y'.
Se eu estou certo, as mulheres passaram à uma condição
de hiper-correção, passando a ter uma carga de estresse mai-
or que dos homens nos dias atuais.
Assim, hoje são fortes candidatas a terem sucessivas situ-
ações de 'burn out', que em bom português significa 'estafa,
fadiga, queima total de si mesmo, torra-torra'. Parece até slo-
gan de liquidações em lojas.
E não está sendo diferente das espectativas frente à nova
realidade delas: aumentou muito o número de mulheres com
angústias laborais, infarto do miocárdio, câncer, etc.
Desta forma, elas poderão ser mais um fator indicativo no
sentido de uma possível, e aparente paradoxal, diminuição da
espectativa de vida de vida nos anos devir.
Chegarão as mulheres, um dia, a questionarem-se ter sido
uma boa entrarem no mercado de trabalho? Pelo menos um
percentual delas não pensará que como estava no tempo de
suas mães 'eram felizes e não sabiam'? Nesta vida eu não du-
vido de mais nada... E, quando achava que este seria o texto final desta sequên-
cia, percebo que nasceu mais um nos meus neurônios...
Ricardo Bing Reis.

EMAIL ENVIADOS PARA AMIGOS

CONJECTURAS PARA O FUTURO FRENTE AOS SORRATEI-
ROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DA SUA VIDA ('STISV').
- PARTE SEXTA -

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.bR
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000

Aos nossos amigos-médicos e TODOS demais internautas,
fechando, reitero que todos os 6 textos desta sequência
são conjecturas.
E, quantas e quantas previsões erradas se fez até ago-
ra? Mais se fez previsões certas ou previsões erradas?
Mas finalmente concluo:
"Nade contra a corrente e salve-se o quanto e enquan-
to puder. Entre em um 'círculo virtuoso' que, se não é ga-
rantia de felicidade, muito provavelmente te será um fator
gerador de menor descontentamento, irmão da infelicida-
de. Procure obter mais tempo livre, para, no ócio criativo,
fazer as coisas que gosta. Considere, e com convicção, que
muitas vezes não estamos tristes, mas com falta de prazer.
Muitas vezes não estamos doentes, mas com falta de saúde.
Procure colecionar mais momentos de alegria, mesmo não
atingindo, a talvez utópica e surreal, felicidade. Procure de-
letar as tristezas deletáveis, para te afastar ao máximo da-
quela que, de uma certa forma, em contra-partida, é o pa-
no de fundo da existência , o descontentamento e sua irmã:
a infelicidade. Valorize o que deixo escrito agora: ser menos
infeliz é uma grande forma de sucesso; é uma forma nobre
de ser um vitorioso numa vida onde tudo parece conspirar
contra. Este pensar diminui em você a cobrança da felicida-
de, diminui o peso a carregar. Sabendo valorizar, como sufi-
cientemente satisfatório, ser menos infeliz; fica mais fácil se
aproximar da satisfação, já que, estaríamos assim, vendo o
copo 1/2 cheio ao invés de 1/2 vazio.
Ricardo Bing Reis.

EMAIL ENVIADOS PARA AMIGOS

OUVIR E NÃO ESCUTAR

From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.bR
Date: Sat. Nov. 05/2011 00000000
.

Aos meus amigos médicos e TODOS demais internautas,
ontem estava a atender e uma senhora. Me citou uma fra-
se qua eu nunca ouvira, muito embora, segundo ela, seja
popular e de uso corrente:
"Reza e não crê;
Olha e não vê;
Ouve e não escuta".
Quiçá, já tivera eu ouvido este pensamento, mas não es-
cutado.
E faz sentido. Muitas vezes, por distração, por estar pen-
sando em outras coisas que insistem em preencher meu cé-
rebro com 'coisas' que me impedem de viver o presente, pos-
so rezar sem conscientizar o que digo.
Posso 'botar o olho',isto é, olhar, mas nada ver, ou seja,
nada processar à nível consciente por pré-ocupação da men-
te por outras coisas.
Posso ouvir, mas não 'realizo' dentro de mim o som, assim,
não escuto.
Desta forma, olhar e ouvir, por obviedade, tem relação com
os órgãos dos sentidos: olho e ouvidos; ver e escutar, com o
processamento cerebral.
No caso dela, era diferente. Uma disfunção da cóclea-nervo
auditivo, de tal forma que a pessoa ouve, mas não compreen-
de o que está sendo dito. É uma espécie de 'surdez qualitativa'
e não 'surdez quantitativa', mais comum. Trata-se de 'distúrbio
da discriminação do som'; orgânico.
Já 'enxergar', para mim, parece ser algo mais. Como que
'ver além', não no sentido esotérico, mas na capacidade de co-
letar premissas adequadas, para fazer boa análise e obter boas
sínteses/conclusões. Característica mais marcante do que consi-
dero mente 'brilhante'. Enchergue o brilho destas pessoas! São
minoria e, até por isto, passam por 'malucos'; quando, de fato,
são 'loucos de bons'.
E, para melhor 'catar' premissas, estes sábios, mais ouvem
e escutam do que falam, para aprender. Quem fala o tempo
todo, é como se quisesse ensinar o tempo todo. Um oniciente.
Este, com certeza, não sabe que nada sabe.
Até porque, Deus nos deu dois ouvidos e uma boca, para ou-
virmos mais que falamos.
Ricardo Bing Reis.

POSTADO EM REDES SOCIAIS

TONTURA > Em minha prática diária pessoal, cada vez mais, constato tontura muito provavelmente devido à isquemia cerebral; isquemia esta que pode ser bem caracterizada pela 'Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética de Crânio'; por áreas com alterações parenquimatosas compatíveis com má vascularização. São os 'Sorrateiros e traiçoeiros inimigos da sua vida por ação em órgãos-alvo'.

Ricardo Bing Reis ISTO TUDO TEM QUE SER ANALISADO DENTRO DE UM CONTEXTO.
4 de dezembro de 2012 às 14:34

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O CÉREBRO REPTILIANO > RATTLESNAKE.

Ricardo Bing Reis Dicionário para 'réptil' > 'animal vertebrado rastejante, cujo corpo se apresenta coberto de escamas ou placas, como as serpentes, os lagartos e os crocodilos; ou carapaças, como as tartarugas'. O que faltou dizer, é que o cérebro dos répteis são providos das mais rudimentares emoções: raiva/agressividade, medo e fome/sede. É como uma máquina 'bate-volta', em atos reflexos impensados. E, tal 'cérebro reptiliano' é parte basal do cérebro de primatas e humanos. Assim, quando alguém lhe disser que você está lhe desencadeando o mais primário dos sentimentos, cuidado pois está com raiva de você. E, a raiva limita o bem pensar, tal qual a ansiedade. O tal 'deu um branco'.
25 de novembro de 2012 às 00:01

Ricardo Bing Reis IMAGINO QUE SEJA O SISTEMA LÍMBICO DOS CÉREBROS HUMANOS DE HOJE, OS QUAIS CRESCERAM TANTO QUE 'CRIARAM' REENTRÂNCIAS E SAÍDAS, DITAS CIRCUNVOLUÇÕES ('CURVAS'), PARA CABER NA ÓSSEA CALOTA CRANIANA.
4 de janeiro às 11:40 ·

POSTADO EM REDES SOCIAIS

COMPETÊNCIA > Se Pelé, Maradona e Messi tivessem suas práticas futebolísticas transformadas em 'guitarrismo', em uma proporção matemática, não poderiam resultar em Jeff Beck? Nada acontece por acaso. A excepcionalidade é fruto de treino por 'repetir, repetir, repetir, repetir, repetir, repetir, repetir'... É suor. Pode haver talento e aptidão, mas isolado não basta; não há milagre em nada!... Vale para atividades braçais, psico-mente-braçais ou isoladamente intelectuais.

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A BELEZA FÍSICA É O QUE MAIS VALE DESDE QUE ADÃO CONHECEU EVA?

Ricardo Bing Reis Acho que a atração física seria o principal fator da primeira aproximação. Não por acaso, somos, darwinianamente animais e, como tais, temos a missão Natural de preservar a espécie pela reprodução. E, imagino que, por exemplo, muitas leoas copulem com dado leão, não por achá-lo charmoso ou intelectual, mas por impulsos físicos. Faria eu, por conta e risco; e, por muito mais risco que por conta, uma analogia deste comportamento Natural do Reino Animal à paixão. Esta, seria tal qual um surto psicótico, no sentido não 'distúrbio psico-mental' da palavra; mas por cegar, ensurdecer e embasbacar a pessoa apaixonada. Ora, agindo assim, como juntar premissas para bem pensar e analisar o parceiro afetivo? Assim, já fica, para mim, mais claro porque certas (várias) paixões são mais lesivas que construtivas. Pela outra face, passado este período, as premissas começam a se somar, as idéias começam a se concatenar e, se o que ficar é suficientemente satisfatório para dar sequência ao relacionamento, estamos diante do amor. Logo, o amor não precisa ser algo 'Barbie World', mas precisa isto sim, ser uma relação suficientemente satisfatória, por tolerância bilateral, onde um tem que procurar adaptar-se ao outro, ao invés de ficar tentando mudá-lo conforme seu gosto.
15 de novembro de 2012 às 14:14

Ricardo Bing Reis A maçã, fruta tão divulgada e preconizada pelos nutricionistas como exemplo de alimento leve e saudável, cheio de vitaminas, co-fatores e anti-oxidantes, seria mesmo condenável via Bíblia no Livro do Gênesis, pelo Pecado Original? Hahaha.
4 de janeiro às 11:58

POSTADO EM REDES SOCIAIS

HABILIDADES CIRCENSES > Ibrahimovic, parece ter um cérebro privilegiado. Evoluiu tanto quanto nós à condição de 'Homo Sapiens Sapiens sp.' , mas parece ter conseguido manter a força e as habildades de nossos antecedentes primatas. Todos desportistas brilhantes parece terem recebido esta benção.

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DIRIA QUE TALVEZ INTELIGENTE SERIA AQUELE QUE SABE FAZER BONS CHISTES, POIS ISTO EXIGE UM PENSAMENTO ATÉ MATEMÁTICO, DE IDAS E VINDAS, DE UM RACIOCÍNIO EM METÁFORAS, MESMO QUE EM SIMPLES TROCADILHOS. RIR DE SI MESMO, SERIA, IMAGINO, MATURIDADE. NO ENTANTO, SE VOCÊ CONSEGUE RIR DE SI MESMO, É PORQUE JÁ FEZ A METÁFORÁ QUE CAUSA O RISO E, SENDO DE SI MESMO, É BEM HUMORADO. CONCLUSÃO, É UMA TRINDADE: 'INTELIGENTE-BEM HUMORADO-AMADURECIDO'; MAS NÃO EXAGERAR, POIS O MADURO DEMAIS CAI DO GALHO E APODRECE. E, ISTO, NÃO TEM GRAÇA NENHUMA.

Ricardo Bing Reis Interessante a observação pertinente de que realmente, (muitas) às vezes, eu complico o simples, sem razão aparente. Lembrei-me por esta observação que, já na Faculdade de Medicina, meus colegas me alertavam que eu complicava o simples e depois simplificava o complicado. Penso que, concatenenando-se sobre o simples, tira-se mais suco dele, fazendo deste 'simples', um complexo que, por exercício mental para compreensão complementar, retorna ao simples, mas agora rico em opções de raciocínios aplicáveis em diversas circunstâncias, não perceptíveis em um primeiro momento. Todo este processo me é sim ansiogênico, até que consiga fechar o ciclo, quando então sinto um alívio e um indescritível prazer mental. É... acho que compliquei de novo. Talvez seja mais simples não complicar elaborando tanto as coisas. Mas a principal conclusão, talvez seja de que as pessoas não mudam tanto com o tempo: aquelas observações de meus colegas, já estão fechando 30 anos!
15 de novembro de 2012 às 03:01

Vanise Gerstner Sempre complicando !!!!! mas mesmo assim ....gosto de ti complicado !!!!!bj
18 de novembro de 2012 às 00:17

Ricardo Bing Reis Tenho um grande amigo que, certa feita, em jogo de futebol de areia na praia, me disse, independentemento da relação com o jogo: "Ricardo, tu estás sempre na contra-mão de tudo e de todos'. Isto foi há 32 anos atrás. Parece que não mudei muito quanto à isto.
4 de janeiro às 12:03

Vanise Gerstner realmente.....as vezes tu complicas o SIMPLES....por que? para que?.....só tu sabes.....bj
4 de janeiro às 13:22

POSTADO EM REDES SOCIAIS

SALVADOR DALI, PICASSO E MIRÓ SERIAM BONS EXEMPLOS DISTO?

Ricardo Bing Reis A imagem da foto me passa a sensação de uma face com medo mesclado com espanto. Até sob efeito de perplexidade ou um susto. Ou ainda, por outro lado, já aflição e agonia. Talvez isto queira significar que quem não pensa, pode ver-se em situações difícieis em maior escala que o pensador, embora também este esteja sob risco constante. As dificuldades, o sofrimento e a morte, a princípio, estariam, a meu ver, sempre à espreita...
15 de novembro de 2012 às 12:53

Cézar Paglioli E os olhos são formados por 2 cartuchos de espingarda de caça ,o que deve significar a morte.
15 de novembro de 2012 às 13:11

Ricardo Bing Reis Não tinha visto isto. Pode sim significar a morte. Mas de onde e por que estaria vindo? Seria uma analogia à Guerra Civil que hoje já vivemos, principalmente no Sudeste do Brasil, mas que já chegou também em Santa Catarina? E endêmica no Nordeste? No Rio Grande do Sul bem sabemos que a anarquia já assumiu!
15 de novembro de 2012 às 13:16

Ricardo Bing Reis E se a 'face-mãos' estivessem usando óculos redondos à John Lennon espelhados, o que seria?
15 de novembro de 2012 às 14:20

Ricardo Bing Reis Nesta postagem, acho que os artistas citados são perfeitos exemplos do enunciado. Vejo a inteligência, a criatividade e a maturidade como valores distintos, mas irmãos gêmeos bivitelinos. Caso se relacionem bem, temos a genialidade.
15 de novembro de 2012 às 14:38

ISTO, PELO MENOS EM PARTE, TALVEZ VENHA A CORROBORAR MINHA HIPÓTESE DE QUE PESSOAS MÁS SEJAM ABERRAÇÕES GENETICO-CROMOSSÔMICAS ESPECÍFICAS, VOLTADAS PARA A DESTRUTIVIDADE DOS SEMELHANTES. ISTO POIS, NÃO SENDO UMA MUTAÇÃO, SERIA INCOMPATÍVEL COM A LEI DARWINIANA DE ESPÍRITO GREGÁRIO PARA MANUTENÇÃO DAS ESPÉCIES. TAL MUTAÇÕES/ABERRAÇÕES, PODEM SER DETERMINANTES, QUIÇÁ, ATÉ NA ANATOMIA CEREBRAL; DE FORMA QUANTITATIVA E/OU QUALITATIVA.

Ricardo Bing Reis MAIS QUE O DELINQUENTE A QUE ESTAMOS ACOSTUMADOS A LER NO JORNAL DIARIAMENTE (POR FURTOS, ASSALTOS, ROUBOS, ASSASINATOS, LATROCÍNIOS, SEQUESTROS RELÂMPAGOS, COLARINHO BRANCO, NARCOTRÁFICO E CONSEQUENTES ATITUDES CORRELATAS), VEJO NO ESTUPRADOR O FILHO PRIMOGÊNITO DO DEMÔNIO; MAS VEJO MAIS AINDA, NO PEDÓFILO, O PRÓPRIO DEMÔNIO, PAI DE TODAS AS MALDADES; GRAU MÁXIMO NA ESCALA DE MAL FEITORES (ESCALA QUE INCLUSIVE INCLUIRIA OS ULTRA-MALUCOS MATADORES EM SÉRIE, OU SERIAL KILLERS).
10 de novembro de 2012 às 12:35

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O SÉCULO DO EU > "A ESTRATÉGIA DO DESEJO OCULTO AOS BENS(?) MATERIAIS" > O consumismo desenfreado foi 'fundamentado' com base na INSATISFAÇÃO DAS PESSOAS. Daí, minha hipótese de um suposto 'ETERNO E INATO DESCONTENTAMENTO DE TODOS OS SERES HUMANOS', que nos torna extrema e facilmente vulneráveis à ele, consumismo. A publicidade e propaganda seriam os 'veículos de contaminação cerebral', desde bebês, frente às mídias (especialmente TVs). Mas que isto não seja interpretado como apologia contra os profissionais desta área, sérios e esforçados. O foco são os contratantes destes. Muitíssimas vezes, os profissionais de Marketing, ciência sólida, nem sabem que as coisas, ao fundo, funcionam como funcionam. VÍDEO SENSACIONAL E IMPERDÍVEL.

Ricardo Bing Reis Alguns fundamentadores da Psicanálise que lembro, embora nem tanto da escrita dos nomes > Freud, Mellanie Klein, Winnickot, Anna Freud, Bíon, Lacan; e, mais esotericamente, Jung. Alguns filósofos(que gosto), também devendo a escrita >Socráticos (Sócrates, Platão e Aristóteles), Cícero, Sêneca, Montaigne, Descartes, Schopenhauer, Sartre e aquele que nunca consigo escrever: Nietschze! Além de Shakespeare, segundo alguns, inspirador de Freud, junto com a mitologia grega. Se bem lembro.
1 de julho de 2012 às 02:06

Ricardo Bing Reis Nossa parte animal biológica, ou 'Nature', é o objeto de estudo da Antropologia Biológica, Neurociências, Neurologia Comportamental, Psiquiatria. Estuda as emoções básicas: medo, raiva e depressão. Nossa parte 'civilizada', por repressão social formativa de super-ego (o quê é sim muito necessário), caracteriza o 'Nurture'; ou seja, os fatores ambientais, sociais, culturais e Culturais (Civilizações); determinantes de sentimentos como ganância, soberba, avareza, inveja, ciúme, compaixão, altruísmo. O social é o objeto de estudo da Antropologia Social ou Sociologia; também da Filosofia e Psicologia.
1 de julho de 2012 às 03:49 ·

O SÉCULO DO EU CONT

Ricardo Bing Reis Foi aqui, em analogia, que Freud comparou o Ser Humano com um iceberg, onde a parte externa era, meramente, a ponta do iceberg, que corresponderia à socialização CONSCIENTE das pessoas ('Nurture'). Muitíssimo menor que a parte da superfície, está a submersa, que seria a nossa INCONSCIENTE Natureza biológica humana ('Nature'). E, esta, muito maior, teria no medo, depressão/insatisfação/descontentamento e, principalmente, na RAIVA/IRA/AGRESSIVIDADE, seus principais componentes. Sendo assim, Freud teria se reaproximado de sua origem cartesiana médica de neurologista, reconhecendo serem as pessoas movidas MUITÍSSIMO mais por sua biologia genética neuro-bioquímica mental que pelos fatores de organização social e política, viabilizantes da vida em sociedade (inclusive por formação de super-egos, como nos 'Dez Mandamentos' e 'Sete Pecados Capitais). Embora, deva-se considerar, que estivesse ele, em período depressivo, por sua descrença no ser humano devido às perseguições nazistas e sua semi-falência financeira pessoal. Acho.
1 de julho de 2012 às 12:57

Ricardo Bing Reis SEXISMO > Mulher é a maior criação de Deus. Assim sendo, depender delas, penso, é o que de melhor nos reservou ele, Deus, para nós, homens. Somos os meros vetores para as múltiplas funções das mulheres. Íamos à caça de presas, para viabilizar a família, gerada do ventre feminino. Uma função de auxiliar. Negar isto, seria 'sexismo'; e, este, é comum entre crianças até 12 anos; arrefecendo de forma recomendável e sadia, pelo advento dos namoros. Ou assim espero que seja. Alguns não superam bem esta fase e mantém-se 'sexistas' até para todo sempre. A 'guerra dos sexos' é tão tola e infantil, que poderia caracterizar o grau de imaturidade do 'sexista'. As mulheres são muito valiosas não apenas para os indianos, mas para todos nós, de todo mundo. Nosso primeiro amor é a mãe, que Freud rotulou de 'Complexo de Édipo', em analogia à obra grega 'Édipo Rei', o que pode, em alguns casos (não todos), explicar o ciúme. Venerar as mulheres não é apenas ótimo, é maravilhoso. Nossa razão de viver. Basta olhar ao redor, nossa admiração evidente.
4 de julho de 2012 às 01:06

Ricardo Bing Reis CIÚME EDÍPICO > Acho que, segundo Freud, o cúme teria uma modalidade pertinente ao 'Complexo de Édipo' (que, na verdade, seria 'unisex'). Mas existem outras origens para ele, ciúme. Esta descrição, 'freudiana', guardaria relação com o psiquismo; e, não com o orgânico. No caso 'edípico', a criança sentiria sensação de perda do amor materno para o pai, quando percebe, errôneamente, que a mãe pertence (apenas) à ele, pai. Em caso de boa elaboração deste aparente conflito triangular (de novo o fatídico número '3'), a criança consegue perceber que são amores diferentes; e que, mais ainda, o amor da mãe (assim como de todos seres humanos), 'não gasta', havendo o suficiente para o marido, ele filho, e irmãos; em se tratando de mãe suficientemente boa. O inverso, da filha em relação ao pai, também é verdadeiro; com a mesma psicodinâmica. Talvez, um pouco menos intenso, sem certeza. Há quem chame a versão feminina do 'Complexo de Édipo' por 'Complexo de Electra'; mas prefiriria marter o mesmo nome para ambos, daí eu dizer 'unisex'. Poderia também, segundo Freud, explicar algumas situações de homossexualismo, mas, sobre isto, sei menos ainda que sobre o 'ciúme edípico'.
4 de julho de 2012 às 01:33

Ricardo Bing Reis PAIXÃO E/OU AMOR EDÍPICO > Acho que, segundo Freud, também os relacionamentos, poderiam ser mediados por componentes edípicos. Assim, haveria uma tendência de fixarmos nossos pares em identificações para com os genitores. O homem, talvez tivesse uma tendência a se relacionar com alguém, em algo marcante para si, com sua mãe. E, vice-versa para a filha. Não sei...
4 de julho de 2012 às 01:48

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'GÊNERO CEREBRAL' > Alguns homens, podem ter uma forma de raciocinar mais feminina. Sem que isto signifique serem homossexuais ou terem alterações hormonais. Apenas a sua constituição neuro-bioquímica é assim. E são, do gênero masculino, de comportamento hétero-sexual. Algumas mulheres, podem ter forma de raciocinar mais masculina. Sem que isto signifique serem homossexuais ou terem alterações hormonais. Apenas a sua constituição neuro-bioquímica é assim. E são, do gênero feminino, de comportamento hétero-sexual. Faça o Teste. Alguns me vêem como um cérebro com traços femininos de comportamento, devido à minha preocupação com os outros. Por exemplo, com animais e pobres na África. Mas, convenhamos, isto deve ser preocupação de TODOS!

MENTE SEMPRE ATIVA > Outra constatação da mente estar sempre ativa, além dos sonhos, é de que, às vezes, dormimos com um problema, dilema ou impasse; mas, incrivelmente, acordamos e imediatamente já pensando em solução coerente. O que sugere, que nosso cérebro esteve em funcionamento durante a noite, resgatando premissas, analisando e sintetizando. Está sempre de plantão. Imagine se nos cobrasse hora extra

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CÉREBRO > Um órgão enigmático. Em consistência de gelatina endurecida, enrugado mesmo nos jovens. A cada dia, a ciência procura desvendá-lo, a cada dia descobre-se uma utilidade e/ou nova aptidão inerenta à ele. É a Neurociência da Comunicação.

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OLHOS E A MENTE > 'Vejo os olhos' como um túnel para o cérebro. Através da escuridão da pupila, é-me como se penetrasse nas circunvoluções cerebrais e meandros dos neurônios, em especial da mente daquela pessoa. Vejo os órgãos dos sentidos/sensórios como sendo anexos cerebrais, ramificações cerebrais; ou mais ainda, o próprio cérebro; suas raízes, de onde suga os nutrientes para sua energização: estímilos visuais luminosos, estímulos auditivos sonoros, estímulos olfativos por odores, estímulo gustativos por sabores, estímulos táteis por toques. Os estímulos são a gasolina do cérebro, bem como sua orientação no tempo, no espaço e no ambiente.

Ricardo Bing Reis E, o curioso, é que este túnel tem mão-dupla. Do exterior para o interno; do interior para o externo. Em verdade, de fora para dentro, tirando o exercício de raciocínio que descrevi, mais nada 'extraio'. No sentido inverso, e, com toda possibilidade de estar errado, observo que certas pessoas possuem 'olhos famintos'!... Nada que se relacione ao simples desejo sexual, mas à maldade. Tal no 'terrível filme de terror', 'Olhos Famintos", para mim, o protótipo dos filmes de 'horror horrível'.
8 de junho de 2012 às 01:23

Ricardo Bing Reis A fome, tende a estar associada à baixa (relativa) da glicemia, e isto, à liberação de cortisol e catecolaminas (adrenalina, etc). Estas substâncias circulantes, tendem a causar uma dilatação pupilar (midríase), como que se o corpo quisesse maior entrada de luz para mirar uma presa. É o mecanismo do estresse, para 'fuga ou luta'. Daí o midriático 'olho faminto'. E, a pessoa maldosa, por distúrbios mentais orgânicos, em algumas vezes, observo, possuem este olhar. É um olhar de 'fissura', inveja, gana de destruição, em possível descontrole para o portador. Como se estivesse alcoolizado ou drogado, sem que esteja.
8 de junho de 2012 às 01:31 ·

CÉREBRO > MEMÓRIA: ACRESCENTARIA OS 'SORRATEIROS E TRAIÇOEIROS INIMIGOS DE SUA VIDA, MEDIANTE AÇÃO LESIVA EM ÓRGÃOS-ALVO'. SÃO AS VASCULOPATIAS, QUE ATINGEM, PRINCIPALMENTE, CÉREBRO, CORAÇÃO, RINS, INTESTINO E MEMBROS INFERIORES. OS 'SORRATEIROS' SÃO: TABAGISMO, ALCOOLISMO, HIPERTENSÃO ARTERIAL, SEDENTARISMO, OBESIDADE, DISLIPIDEMIAS, DIABETES; E, AQUELE QUE, PARA MIM, É O GRANDE VILÃO: ESTRESSE (MUITO RELACIONADO COM O TEMPERAMENTO E/OU TRABALHO).

CÉREBRO > REFERENTE ÁS ÚLTIMAS POSTAGENS, A MELHOR SEQUÊNCIA DE LEITURA DOS TRECHOS É: SENSÓRIOS > EMOÇÕES > SENTIMENTOS > SENSAÇÕES. OS RESULADOS DE TODA ESTA SALADA, PODE SER O PERSONAGEM 'CÉREBRO', UM GÊNIO; OU O PERSONAGEM 'PINK', UM IMBECIL. A DIFERENCIAÇÃO SE FARÁ PELO 'GRAU INATO DE INTELIGÊNCIA' + 'CONTROLE EMOCIONAL' + 'SENTIMENTOS CONSTRUTIVOS' + 'OBSTINAÇÃO' + 'MATURIDADE'. SE NÃO FOR ASSIM, É PORQUE NÃO É MESMO.

DIFERENÇAS CEREBRAIS ENTRE HOMENS E MULHERES > OCORREM DE IGUAL MANEIRA EM TODO REINO ANIMAL, ENTRE MACHOS E FÊMEAS. EXPLICÁVEL PELO ETOLOGIA E ANTROPOLOGIA BIOLÓGICA. ENQUANTO O CÉREBRO FEMININO É OBJETIVADO EM PROLL DA PROLE, O CÉREBRO MASCULINO É COMO QUE SEU VETOR, SUA EXTENSÃO, VOLTADO PARA PROVER (CAÇAR). SERIAM 2 POR 1, OU 1 POR 2. A MIM PARECE QUE, BIOLOGICA E EVOLUCIONALMENTE, A FÊMEA É O 'SER MOR', E, O MACHO, SEU 'SERVO'. NA SOCIEDADE, PELA FORÇA FÍSICA DO MACHO (ADQUIRIDA PELAS SUAS FUNÇÕES DE PREDADOR), HOUVE INVERSÃO DESTA HIERARQUIA. AS MULHERES ESTÃO RECUPERANDO SEU ESPAÇO.

ONIPOTÊNCIA > O SER HUMANO, COMO ANIMAL QUE É; ASSIM COMO TODOS OS DEMAIS ANIMAIS, SÃO 'MÁQUINAS ANTI-MORTE'. SE, A MORTE É ONIPOTENTE, ONICIENTE E ONIPRESENTE; PARA SOBREVIVER, NO MÍNIMO, TEMOS QUE TENTAR ALGO SEMELHANTE, COMO A 'SENSAÇÃO' DE ONIPOTÊNCIA; PARA QUE NÃO SE PROCEDA A DESISITÊNCIA PRECOCE PARA CONTRA A INVENCÍVEL MORTE. QUANTO À ONICIÊNCIA, ESPERIMENTE CHAMAR ALGUÉM DE 'ANTA' PARA PERCEBER O QUANTO ISTO MEXE COM O EGO DAQUELE. O SABER PODERIA SER CONSIDERADO A MAIOR DAS VAIDADES DO SER HUMANO. OBSERVAÇÃO: VEJA AINDA MUITO MAIS NOS TRECHOS SOBRE O NEODARWINISTA RICHARD DAWKINS EM SEU LIVRO 'O GENE EGOÍSTA'.

Ricardo Bing Reis A ONIPOTÊNCIA (QUE INCLUI ONICIÊNCIA E ONIPRESENÇA), É A MÃE DO NARCISISMO (FÍSICO E/OU PSÍQUICO), SOBERBA, ARROGÂNCIA, JACTÂNCIA, MEGALO-MANIA, MANIA, ETC.
25 de abril de 2012 às 22:18 ·

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TONTURA > É UMA SENSAÇÃO DE INSTBILIDADE. E PONTO. PODE SER POR SENSAÇÃO DE 'MAREAMENTO'; E, NESTE CASO, TENDE À DISTÚRBIO À NÍVEL ENCEFÁLICO. EMBORA AINDA SEJA VIÁVEL NÃO. PODE SER POR SENSAÇÃO 'GIRATÓRIA (COMO EM CARROSSEL/PEÃO)'; E, NESTE CASO, TENDE A SER DISTÚRBIO À NÍVEL LABIRÍNTICO. EMBORA AINDA SEJA VIÁVEL NÃO. E, MESMO LABIRÍNTICO, A LABIRINTITE É MUITO MAIS RARA QUE SE PRECONIZA. MESMO EM CERTOS SERVIÇOS MÉDICOS, FAZ-SE UMA SALADA NESTA TERMINOLOGIA, USANDO-SE QUASE INDISTINTAMENTE OS TERMOS TONTURA/VERTIGEM; SENDO A 'LABIRINTITE' QUASE SEMPRE, O VILÃO. A MESMA CONFUSÃO DÁ-SE ENTRE CEFALÉIA E ENXAQUECA. DOR DE CABEÇA É O MESMO QUE CEFALÉIA; E, A ENXAQUECA, APENAS UMA DAS DEZENAS DE CAUSAS DE CEFALÉIA.

SENSÓRIOS > ESTÍMULOS SENSORIAIS ESTIMULAM MEUS (SABE-SE LÁ QUANTOS!) NEURÔNIOS. VISUAIS PERANTE CORES E LUZES; AUDITIVOS PELA MÚSICA, OLFATO E GUSTAÇÃO PELAS 'GURMANDICES', E TATO PELO CONTATO. TALVEZ DAÍ O SUCESSO DAS FESTAS.

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CRIANÇAS > DISTÚRBIOS E TRANSTORNOS DA AUDIÇÃO, DA FALA E DA LINGUAGEM + DISTÚRBIOS E TRANSTORNOS DO APRENDIZADO.

Ricardo Bing Reis www.asha.org < American Speach-Hearing (Language) Association.

American Speech-Language-Hearing Association | ASHA
www.asha.org
ASHA is the professional association for 150,000 audiologists, speech-language pathologists, and speech, language, and hearing scientists.
3 de abril de 2012 às 21:20 ·

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'LCO' > É UMA ANTIGA SIGLA, QUE SIGNIFICAVA, NO MEIO MÉDICO (EM RELATO DE 'NOTAS DE BAIXAS HOSPITALARES'): LÚCIDO(EM JUÍZO MENTAL), COERENTE(COM AS IDÉIAS E PENSAMENTOS) E ORIENTADO (NO TEMPO E NO ESPAÇO). É RELATIVA A UMA FACETA NEUROLÓGICA DA AVALIAÇÃO. O VOCALISTA ESTÁ LÚCIDO; MAS A MÚSICA NÃO É LÁ TÃO COERENTE E ORIENTADA. OU ME ENGANO?

QUAL O SENSÓRIO MAIS IMPORTANTE? 1- VISÃO, 2- AUDIÇÃO, 3- OLFATO, 4-PALADAR, 5-TATO. ERRADO. É O TATO. NÃO FOSSE O CONTATO DO BEBÊ COM A MÃE OU OUTROS SERES HUMANOS, MELHOR DIZENDO, O APEGO; A CRIANÇA MORRERIA PELO PROCESSO DE MEDO E INSEGURANÇA. DESENCADEAR-SE-IA CRISE DE ESTRESSE FISIOLÓGICO TÃO GRANDE, QUE BOTARIA O FUNCIONAMENTO GLOBAL DO ORGANISMO EM COLAPSO. E A MORTE SERIA O RESULTADO. MAS ACEITO, E MUITO, OPINIÕES EM CONTRÁRIO.

Ricardo Bing Reis O ponto nevrálgico desta questão seria que, se tendo morrido por estresse por falta de apego, via tato; nem chegaria a usufruir dos outros sentidos, como a (quase) sempre mais destacada visão.
17 de março de 2012 às 02:23 ·

Ricardo Bing Reis Dei esta mesma resposta que escreveste, em um seminário, quando estava fazendo um curso em Psicoterapia, em 1996/97.
18 de março de 2012 às 00:18

'SÓ SEI QUE NADA SEI': QUANTO MAIS SE SABE, MAIS SE ESPANDE A ÁREA DO CONHECIMENTO, E SEU PERÍMETRO. PARADOXALMENTE, MAIS AUMENTA A FRONTEIRA COM O DESCONHECIDO'.

Ricardo Bing Reis PENSANDO E PENSANDO SOBRE SI MESMO E O MUNDO, CHEGA-SE, À MUITO CUSTO, RAZOAVELMENTE, AO 'CONHECE-TE A TI MESMO'. E, SE AQUI CHEGOU-SE, ESTARÁS VENDO-TE MUITO LIMITADO, COMO TODOS SERES HUMANOS SÃO. DAÍ, TALVEZ, A SIMPLICIDADE, COMO ÚLTIMO GRAU DE SOFISTICAÇÃO MENTAL. CHAMARIA ISTO DE HUMILDADE.
12 de março de 2012 às 01:05 ·

Ricardo Bing Reis VERDADEIRAMENTE SABE, AQUELE QUE EXPLICA, ALGO DIFÍCIL, COM TAMANHA SIMPLICIDADE, QUE CHEGA A EMBARAÇAR. QUANDO COMEÇAR COM DELONGAS, TENHA CERTEZA, SABE POUCO E ESTÁ TENTANDO ENTENDER A SI MESMO...
12 de março de 2012 às 01:07

PROCESSO EVOLUTIVO DE UMA PAIXÃO POR ALGUÉM > A PAIXÃO PODE AFLORAR MUITO RAPIDAMENTE, ATÉ INSTANTANEAMENTE. SE FOR ASSIM, O QUE HAVERIA DE RACIONAL E PONDERADO NISTO? SUPONHO QUE NADA! E, COMO TODO CAFÉ QUENTE, VAI ESFRIANDO PAULATINAMENTE. EM GERAL, MAIS LENTAMENTE. ENTÃO, COMEÇA A ECLODIR A RAZÃO ATÉ ENTÃO MASCARADA. SE A PAIXÃO ERA CEGA E SURDA, AGORA COMEÇA A VER E OUVIR, FINALMENTE AVALIANDO. NESTE PONTO, TEREMOS ENTÃO UMA DICOTOMIA: OU RESULTA EM NADA, OU RESULTA EM AMOR. ASSIM, SE, ARREFECIDO O SENTIMENTO DE PAIXÃO, RESULTAR EM STATUS EMOCIONAL SUFICENTEMENTE SATISFATÓRIO PARA PREENCHER AS CARÊNCIAS, TEREMOS ATINGIDO A MATURIDADE AFETIVA, DE APEGO AMOROSO. EM CONTRA PARTIDA, O AMOR PODE ESTABELECER-SE SEM PAIXÃO PRÉVIA, FECUNDO DE ADMIRAÇÃO CRESCENTE.

ADDICTION (VÍCIO) > PODERIA SER INTERPRETADO COMO UMA FIXAÇÃO. ASSIM, GIRA EM TORNO DO CAMPO SEMÂNTICO DAS PAIXÕES ('PASSION'). AS QUAIS NUNCA CHEGO A RECOMENDAR. ASSIM, VÍCIO EM DROGAS, OU DROGADIÇÃO, SERIA 'DRUG ADDICT'; JÁ A LUXÚRIA (LUST - 'SEX ADDICT') - OU VÍCIO EM SEXO - É OUTRA FORMA DE MANIA. NÃO NO SENTIDO DE 'MANIÁTICO' (TERMO POPULAR MAIS RELATIVO À COMPULSÃO), MAS SIM DE MEGALO-MANIA, TAL COMO PODE OCORRER (NÃO NECESSARIAMENTE), POR EXEMPLO, NO TRANSTORNO MANÍACO (MANIA UNIPOLAR) OU MANÍACO-DEPRESSIVO (BIPOLAR). OU SIPLESMENTE SEXO-MANÍACO. NO ENTANTO, COMO, POPULARMENTE, TOLAMENTE OS TERMOS 'PAIXÃO' E 'AMOR' SE FUNDEM COMO SE FORA UMA COISA ÚNICA; NA MÚSICA, USOU-SE 'ADDICTED TO LOVE' MAIS PARA UM SENTIDO DE PAIXÃO SEXO-MANÍACA. POR OUTRO LADO, O SENTIDO LITERAL, QUAL SEJA, VICIADO EM AMOR, NOS LANÇARIA À UMA SITUAÇÃO DIAGRAMALMENTE OPOSTA, DE MATURIDADE. O AMOR, PELA SUA PONDERAÇÃO DE BOM- SENSO, SERIA, AO CONTRÁRIO DO ATÉ AQUI ESPOSTO, JUSTO A ANTÍTESE; NA FORMA DE EFEITO TERAPÊUTICO NA BUSCA DO ROMPIMENTO DAS PAIXÕES VICIANTES. ISTO PODERIA EXPLICAR PORQUE MUITAS MULHERES CONSEGUEM LIVRAR-SE DAS DROGAS EM PROL DO AMOR VERDADEIRO PELOS SEUS FILHOS. ACHO QUE O ESCRITO ESTÁ CORRETO. ACHO.

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PAIXÃO > PESSOAS APAIXONADAS PODEM FICAR COM PENSAMENTO FIXADO, COMO QUE DISCO DE VINIL GIRANDO E GIRANDO, EM SEU PRÓPRIO EIXO, SEM IR A LUGAR NENHUM. É O QUE EU CHAMARIA DE PENSAMENTO RUMINANTE. EXPERIMENTE JOGAR FUTEBOL COM A CABEÇA NESTAS CONDIÇÕES. VOCÊ TERÁ MUITAS DIFICULDADES EM SE CONCENTRAR NO JOGO. TENDERÁ A TER UM DESEMPENHO BEM ABAIXO DO SEU HABITUAL. POR ISTO SUSPETO QUE, QUANDO UM DESPORTISTA COMPETENTE BAIXA DE RENDIMENTO SUBITAMENTE E, NÃO SENDO POR LESÃO; APOSTO EM PAIXÃO. IMAGINO QUE ISTO VALERIA TAMBÉM PARA TODAS AS OUTRAS ATIVIDADES HUMANAS, DESDE ESTUDANTIS, LABORAIS E FAMILIARES. POR ISTO, SENHORES E SENHORAS CASADOS, VEJAM LÁ MUITO BEM O QUE VOCÊS VÃO FAZER...

PENSAR, PENSAR, PENSAR, PENSAR, PENSAR, PENSAR, PENSAR, PENSAR. ÚNICA FORMA DE APRENDER COM AS CIRCUNSTÂNCIAS, ERROS E ACERTOS. ÚNICO MEIO DE UM AMADURECIMENTO PRECOCE; QUE, PARA ALGUNS DE 80 ANOS, NUNCA CHEGA. MAS CUIDADO, MADURO DEMAIS CAI DO GALHO E APODRECE.

Ricardo Bing Reis CONVÉM BUSCAR BOAS PREMISSAS, ATRAVÉS DE LEITURAS PERTINENTES À TEMÁTICA, PSICOTERAPIAS, CONVERSAS COM AMIGOS E PESSOAS INTELIGENTES E; PRINCIPALMENTE, ESTAR ABERTO AO APRENDIZADO, QUE TEM CERNE EM PERMITIR-SE (E SABER) MUDAR DE OPINIÃO, QUANDO CONVENIENTE. E, A PRINCIPAL CONCLUSÃO TALVEZ SEJA RECONHECER SUAS LIMITAÇÕES E POTENCIALIDADES: 'CONHECE-TE A TI MESMO'. ALÉM DE 'SÓ SEI QUE NADA SEI'.
4 de março de 2012 às 22:54

Ricardo Bing Reis A FORÇA MOTRIZ PARA FAZER PENSAR, PODE SER DESCONTENTAMENTO DESPROPORCIONAL, GRAU MAIOR DE INFELICIDADE E DIFICULDADES INTERNAS E EXTERNAS. A VANTAGEM É QUE, AGINDO ASSIM, POR PENSAMENTO RACIONAL, ACABA POR FICAR MAIS EVOLUÍDO QUE OS DE VIDA INICIALMENTE MAIS AGRACIADAS. ENTÃO, OCORRE A INCRÍVEL VIRADA NAS QUALIDADES DE VIDA. PORÉM, SE IMPERA A PREGUIÇA DE PENSAR, PODE DEPARAR-SE COM UM ABISMO. NÃO DÊ TANTO OUVIDO ÀQUELES QUE TE DISSEREM PARA SER MAIS EMOÇÃO DO QUE RAZÃO. E NEM ÀQUELES QUE JULGAM RAZÃO SIGNIFICAR FRIEZA. SÃO PESSOAS QUE NÃO PENSAM. PENSE NISTO.
4 de março de 2012 às 23:02

MEDO > ROBERT SMITH REFERIU TER PERCEBIDO QUE MUITAS PESSOAS TEM FASCÍNIO PELO MEDO. CASO SEJA PROCEDENTE, TALVEZ POR MASOQUISMO. POR ISTO ADAPTOU O ESTILO DA BANDA À UMA FORMA À 'ZUMBI'. MAS NESTE VÍDEO NÃO DEU CERTO. PREDOMINA O CONTRÁRIO; A ALEGRIA, ALGO QUE O MEDO APLACA, POIS ACUA E PARALISA. E NINGUÉM DANÇA PARALISADO, APENAS COM OS OLHOS!

Ricardo Bing Reis O MEDO É FISIOLÓGICO, FAZ PARTE DO NOSSO ORGÂNICO CEREBRAL. FELIZMENTE, SENÃO PRATICARÍAMOS 'BUMP JUMP' SEM CORDA. JÁ O CONTRÁRIO DO PÃNICO (EXCESSO DE MEDO) É A MANIA (NADA A VER COM 'MANIÁTICO'). ESTA ÚLTIMA, PODE SER MAIS LIMITANTE AINDA QUE AS FOBIAS. PODE TE INDUZIR À ATITUDES IMPRUDENTES, COM CONSEQUÊNCIAS CATASTRÓFICAS.
4 de março de 2012 às 23:37

PÂNICO PARECE SER O GRAU EXTREMO DO MEDO. COMO O TERROR, O HORROR. TEMOS, INCLUSIVE, O PESADELO E O TERROR NOTURNO (EM CRIANÇAS). NA 'SÍNDROME DO PÂNICO', HÁ SENSAÇÃO DE MORTE IMINENTE, COM SINTOMAS NEURO-VEGETATIVOS BEM DEFINIDOS; COMO TAQUICARDIA, SUDORESE FRIA E DISPNÉIA (SENSAÇÃO DE FALTA DE AR). PODE SIMULAR INFARTO, CRISE ASMÁTICA, ETC. NÃO RARO TEM FUNDO ORGÂNICO, POR 'TILTS' CEREBRAIS EVENTUAIS. MELHORA MUITO COM MEDICAÇÃO, ORIENTAÇÃO PREVENTIVA E/OU PSICOTERAPIA. AUTO-CONTROLE MEDIANTE RECONHECIMENTO DO INÍCIO DE UMA CRISE É BÁSICO.

O nojo não seria mais uma genialidade da Natureza? Não houvesse o nojo, não íngeriríamos alimentos e fluidos 'proibidos'? O cérebro, ao longo de milhares de anos, mediante prováveis mecanismos de 'tentativa-e-erro', 'listou' os 'frutos proibidos'. Plantas que nos causam intoxicações, carnes em putrefação que nos causam infecções, liberam odores que, o cérebro, trarou de interpretá-los como repugnantes. Seria o nojo. Acho isto bem provável. Por exemplo, o enxofre e os ácidos, tem cheiros que nos afastam deles. E o que aconteceria se tomássemos, inadvertimente, àcido sulfúrico por água? Agora, transferir este mecanismo para seres humanos, já começa a nos remeter à discriminação, que atuada, já é bullying/'zoação'. Agora; puns, arrotos e falta de desodorante, são em verdade, falta de respeito. Aí entramos no campo da educação deficiente, ficando, o não educado, relaxado e espaçoso em relação aos outros.

Ricardo Bing Reis O início do texto cita o medo, a tristeza e a raiva como irmãs más. Tal qual o nojo, são do bem. E se você não tivesse medo e fosse comer um leão? E se você não tivesse raiva, como enfrentaria um lobo que o atacasse? E se não houvesse uma pitada de tristeza/depressão/descontentamento/instisfação, por que sairias do lugar à procura de melhorias?
5 de fevereiro de 2012 às 18:36

Ricardo Bing Reis Outro exemplo: o vômito, potencial indicativo de comida inadequada que foi ingerida, vem com suco gástrico que tem, dentre outras, àcido clorídrico na constituição. Daí a oportuna repugna, com o que, outro da espécie não virá ingerí-lo.
5 de fevereiro de 2012 às 18:41 ·

A VIDA COMO ELA É > SUPONHO QUE NOSSOS ANCESTRAIS PRIMATAS E AUSTRALOPITECUS VIVIAM EM CONDIÇÕES ONDE TAIS SITUAÇÕES REGISTRADAS NESTE VÍDEO ERAM PLENAMENTE PLAUSÍVEIS DE ACONTECEREM COM FREQUÊNCIA. A VIDA SELVAGEM PROPORCIONA TAMANHOS 'SHOWS DE HORRORES' QUE AS IMAGENS NÃO SÃO RECOMENDADAS PARA PESSOAS MUITO EMOTIVAS. POR SABEDORIA, O 'HOMO SAPIENS SP' PARECE TER CRIADO UM SISTEMA DE TROCAS ONDE UM 'FACILITAVA' A VIDA DO OUTRO; COMO TROCA DE 'PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS'. DEPOIS, PARA FACILITAR AINDA MAIS AS TROCAS E DIVERSIFICÁ-LAS, CRIOU O DINHEIRO(MOEDA DE TROCA). CASO MEU PENSAMENTO CORRESPONDA À REALIDADE, OUSARIA DIZER QUE O DINHEIRO SERIA COMO QUE 'CRÉDITOS ANTI-MORTE'. EM VERDADE, ELE PODE ATÉ FUNCIONAR ASSIM, MAS NUNCA APLACARÁ O RESULTADO FINAL, A MORTE. MAS, NO INCONSCIENTE, TALVEZ O RELATADO POSSA AJUDAR A EXPLICAR A 'CORRIDA ATRÁS DE MUITO DINHEIRO'. ASSIM, O SER HUMANO TERIA TROCADO MUITAS DIFICULDADES E SOFRIMENTOS POR MENOS; MAS AINDA DIFICULDADES E SOFRIMENTOS. O COTIDIANO VEM CARREGADO DE INTERCORRÊNCIAS E OBSTÁCULOS. QUER NO TRABALHO, QUER FORA; QUER NA FAMÍLIA, QUER NA SOCIEDADE; QUER ENTRE COMPANHEIROS, QUER NA SOLIDÃO. E ETC. É COMO SE PARTE DAS EMOÇÕES DESCONFORTÁVEIS TIVESSEM SE DISSIPADO NO TEMPO, PELA EVOLUÇÃO INTELECTUAL. MAS JAMAIS SERÁ EXTINTA. IMAGINO TAMBÉM QUE SABER IDENTIFICAR MELHOR AS FONTES DE SEUS SOFRIMENTOS, AJUDA MUITO A ATENUÁ-LOS; RESULTANDO NUMA VIDA SUFICIENTEMENTE BOA.

A VIDA COMO ELA É.
É difícil a vida no Mundo Animal. Predadores desesperados por presas, 'vítimados' em tentativas de grandes escapadas. Se somos Animais; e somos o Homo Sapiens sp. - evoluído(?) dos primatas - ; não seria diferente conosco.
É a 'Lei da Sobrvivência' do melhor adaptado ao ambiente, não necessariamento do mais forte. Darwinismo.

Ricardo Bing Reis É a situação de 'Fuga ou Luta', que desencadeia no corpo, o mecanismo de alto estresse/distresse; para ataque ou auto-defesa, nestes seres vivos que nada mais são do que 'MÁQUINAS ANTI-MORTE', porém falíveis e limitadas; programadas pela 'Evolução das Espécies'; para enfrentar (sempre com sucesso limitado e com resultante, mais cedo ou mais tarde, inevitavelmente fatal), a toda poderosa/onipotente/oniciente/onipresente morte. Ela está sempre à espreita. É o popular 'a única certeza da vida é a morte'. Meras verdades.
3 de fevereiro de 2012 às 12:19 ·

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A 'depressão', com 'd' minúsculo seria, acho, a tristeza. A 'Depressão', com 'D' maiúsculo, acho, seria o distúrbio/doença orgânica. No primeiro, talvez fosse mais sensato apoio de amigos e/ou terapia com profissionais da área. No segundo, a medicação talvez ajudasse mais. Não adianta muito ficar conversando em apoio à quem está organicamente afetado; tal qual dando medicações à quem necessita de premissas boas, para adequada análise e síntese. Era isto.

BIPOLARIDADE > QUAL A SUA ORIGEM? O QUE SERIA E O QUE NÃO SERIA BIPOLARIDADE?

Ricardo Bing Reis Tal qual qualquer aluno de ensino fundamental domina, o Planeta Terra possui, bem lá ao Norte, o Círculo Polar Ártico e, centralmente a este, bem no topo, o Polo Norte. De forma oposta, possui, bem lá ao Sul, o Círculo Polar Antártico (Anti-Ártico) e, centralmente a este, o Polo Sul. Desta forma, por surpreendente que possa parecer, o Planeta Terra é Bipolar... Claro que isto não passa de uma simplória analogia geográfica, entretanto, esta analogia ainda pode ir um pouco mais adiante. No Natal, o Polo Norte não recebe a luz solar, sendo um infinito de gelo e escuridão; a imagem perfeita das trevas e, porque negar, do inferno. Neste mesmo período de Natal, no Polo Sul, a incidência solar, embora tênue, é de todos os dias e o dia todo. Forçando a boa vontade; e, ainda, fazendo um exercício de raciocínio (pois lá, mesmo ainda no seu verão, predomina a solidão assim como o frio e o gelo, amenizados, claro); poderíamos considerar que, pelo menos em relação ao que estaria acontecendo no Polo Norte, a imagem é perfeita do Fiat Lux, do paraíso. Incrível, mas o próprio Planeta Terra é tal muito de seus habitantes humanos, Bipolar...
6 de setembro de 2013 às 00:56 ·

BIPOLARIDADE

Ricardo Bing Reis Dentro da calota craniana, a Natureza nos fez providos de um cérebro de neurônios, para que façam sinapses entre si, ritmadas, de acordo com cada circunstância, daquela certa pessoa. Estas células neurais, tem uma complexa neurobioquímica endógena, de origem geneticamente determinada. Até aqui eu cheguei com relativa confiança. A minha tentativa de sequência é suspeita, daí melhor conversar com um especialista Psiquiatra ou Neurologista Comportamental, do que continuar lendo. Em um grupo de pessoas, parece que tais descargas neurais de suas mentes, seriam distintas daquelas das pessoas que constituem a maioria da população. Em danceterias do passado (e talvez ainda do presente), existia (ou ainda existe), uma tal luz estrogoscópica. Nos dicionários convencionais, a palavra mais próxima é estrogonofe, mas acho que possivelmente esteja escrita corretamente. É aquela luz que se projeta por fendas, dando a sensação de movimento 'fatiado', favorecendo o desempenho de quem não dança nada como eu. Fato é que o efeito final é de uma luz aparentemente piscante em ritmo frenético. Tal sequência de estímulo luminoso, deixam a sensação visual de 'agora está, agora não está; agora está, agora não está'... Tais neurônios mentais (deste grupo específico das pessoas mencionadas), comportar-se-ia como esta luz. Flashes de descargas, seguidas de apagões de descarga. Quando dá-se o apagão, a pessoa tem a sensação de estar no 'Polo Norte em meio ao Natal', isto é, em escuridão, frio e trevas; tal inferno. Seria a Depressão. Quando dá-se o flash, a pessoa vai para o 'Polo Sul em meio ao Natal', isto é, em luz contínua; tal paraíso. Seria a Mania. Mania teria a ver com Euforia (já o maniático, muito diferentemente, teria a ver com comportamentos compulsivos). Aqui estaria então, a Mente Bipolar (que oscilaria entre as 2 emoções distintas comentadas: a Depressão e a Mania). Assim seria esta mente, que hora descarrega estímulos, que hora se omite em fazê-lo. Tudo, importante repetir, de origem geneticamente determinada.
7 de setembro de 2013 às 01:51

Ricardo Bing Reis O que a Bipolaridade não seria? Ela não seria a Monopolaridade, nem a Tripolaridade, nem a Tetrapolaridade. Por 2 razões. A primeira razão, que embaraça pela simplicidade, é que algo com 1 só polo não pode ser duplo. // Observação extensa: que a palavra 'duplo', escrita em minúscula, não nos vetorize a pensar em 'Dupla Personalidade' (que, se existe mesmo, não sei bem como é, sendo que imagino este 'termo diagnóstico' mais de cunho popular do que científico, mas me abstenho de por menores por falta de conhecimentos; assim como tal dizer popularmente 'subconsciente' para referir-se ao termo científico 'inconsciente'). // Seguindo, a pessoa poderia ser 'Monopolar Deprimida' (aquela que teria, isoladamente 'Depressão'; também dita simplesmente 'Depressão'; sem o componente da 'Mania'); ou a pessoa poderia ser 'Monopolar Maníaca' (aquela que teria, isoladamente 'Mania'; também dita simplesmente 'Mania'; sem o componente de 'Depressão'). A segunda razão, que também embaraça pela simplicidade, é que a Tripolaridade e a Tetrapolaridade, até onde eu sei (no presente segundo), não existe.
7 de setembro de 2013 às 02:25

O COMPLEXO; E, MUITAS VEZES INSEGURO, DIAGNÓSTICO DA NÃO RARAMENTE OCULTA BIPOLARIDADE.

Ricardo Bing Reis Lambanças: muitos artigos e reportagens não científicas; e, por vezes, até compêndios científicos, parecem fazer misturas (de, muito embora, corretos) sinais e sintomas, para explicitar as formas de manifestação da Bipolaridade. Isso impede que a descrição seja feita de forma bem didática, oferecendo ao leitor mais uma salada de frutas, que uma compreensão final bem mais clara. Pelo menos tenho para mim, que o que se oferece é confuso e tomado de dúvidas. E, talvez, não seja difícil supor-se porque: imagino dever-se à extraordinária complexidade deste Distúrbio. Reavaliando; para simplificar tudo o que se tem lido; se são 2 polos, haveria, penso, que definir-se com exatidão qual a palavra-chave para cada polo. Portanto, quais seriam as 2 palavras-chave? Para um dos polos, eu diria que é a palavra 'Depressão'; para o outro polo, eu diria que é a palavra 'Mania/Euforia'. Ponto final. Sem esquecer que a estas 2 palavras-chave, costuma-se agregar, reiteradas vezes, as terminologias 'ansiedade, irritabilidade/agressividade'; e ainda, outras que não lembro no momento. Ah, lembrei mais 3: hiperatividade, distração e, eventualmente, até imoralidade.; dentre várias outras. Estas fazem sim, aqui ou ali, parte do contexto do quadro clínico, mas como adornos; sem que assim se desdenhe de suas importâncias.
7 de setembro de 2013 às 22:00

O COMPLEXO CONT

Ricardo Bing Reis Há uns 5 ou 6 anos, por pura gana em comprar livros, adquiri uma 'Bíblia' da Psiquiatria à época. Andei procurando-a hoje dentre meus outros livros e não encontrei, embora sejam 2 volumes do tamanho destes blocos/tijolões de construções atuais. Acho que os autores são Kaplan e Sadock, ou algo parecido. Queria reencontrar a classificação muito interessante dos graus da Bipolaridade, que constam nestes livros. Portanto, é uma Classificação Quantitativa de Intensidade; mas vou, muito petulantemente, tal não raro, tentar anexar sinais e sintomas a cada Grau de Intensidade; no intuito de adaptar a esta classificação monotípica do livro, uma classificação bitípica (inveitei esta agora); isto é, mista: de intensidade; e, também, de tipos qualitativos das manifestações. Até porque, grosso modo, a bitipia faz belo par semântico, em se tratando da temática Bipolaridade. Assim, não tendo eu encontrado os volumes, arriscadamente vou tentar extrair a classificação de minha não confiável memória; classificação essa que, à época que li, achei muito didática e prática. Por isso talvez me lembre o suficiente.
9 de setembro de 2013 às 17:32

Ricardo Bing Reis Se a classificação foi formatada para Bipolaridade; e, sendo esta a 'Depressão' + 'Euforia/Mania'; fica ultra fácil concluir que tal classificação também se prestaria para a 'Depressão' isoladamente (também dita monopolar); tanto quanto se prestaria para a 'Euforia/Mania' isoladamente (também dita monopolar); pela simples razão de '2 ser formado por 1+1'. Arriscando, acho que era algo em torno de: A- Traços (de sinais e sintomas, nas ditas pessoas ainda normais/comuns); B- 'Grau 4' (ou 'Grau Leve'); C- 'Grau 3'(ou 'Grau Moderado'); D- 'Grau 2'' ('Grau Severo'); E- 'Grau 1' ('Grau Profundo'). Sendo honesto, a classificação era apenas baseada em números, sendo o 'grau 4' mais light e o 'grau 1' o mais grave. As palavras 'leve, moderada, severa e profunda' foram acrescidas por minha conta e prepotência.
9 de setembro de 2013 às 17:50

Ricardo Bing Reis Ousaria escrever, sem a autoridade com que escreveria um psiquiatra ou um neurologista comportamental, que a forma como os episódios de Depressão e Mania (Euforia) se manifestam na Bipolaridade, são os mais variados. Impossível traçar sequer uma regra aproximada. Aquela tradicional analogia com montanha russa, é tão imprecisa quanto traiçoeira, embora possa ser assim. O quadro clínico é de extraordinária complexidade diagnóstica, tanto quantitativamente (relativo à intensidade), quanto qualitativamente(forma semiológica de apresentação). Pode haver intercrises curtas (horas/dias), longas (mensais/anuais), tanto quanto pode sequer haver intercrises, mas um quadro continuado (alternando Depressão e Mania indefinidamente). Nos períodos manifestantes do Distúrbio, pode também haver um predomínio da Depressão, da Mania ou igualmente entre ambos. A passagem, imprevisível de prever, de uma forma à outra (alternância da Depressão pela Mania e vice versa), denomina-se 'virada'. E, por mais incrível que possa parecer, há quadros mistos, onde a Depressão e a Mania se misturam entre si, em uma miscelânea 'enlouquecedora', metaforicamente escrevendo (não havendo aqui a 'virada', visto que vem uma dentro da outra)...
24 de setembro de 2013 às 00:50

O COMPLEXO, E NÃO RARO ÁRDUO, TRATAMENTO DA BIPOLARIDADE.

"NUNCA ENVELHEÇA" > Meus 50 anos (26/07/1963 - 26/07/2013): É, parece que em Nárnia (um local acho que de bruxarias, onde se poderia viver 1.000 anos), eu teria ainda uns 950 anos por viver. FAVOR, DEIXE 3 OU 4 LINHAS (OU MAIS), COMENTANDO O QUE VOCÊ 'FILOSOPINARIA' SOBRE A PASSAGEM DO TEMPO (NÃO EM NÁRNIA, MAS AQUI NA TERRA).

"NUNCA ENVELHEÇA" CONT.

Ricardo Bing Reis Por e-mail, fiz 'provocação' semelhante a 6 ou 7 amigos durante o dia de hoje. Uma das respostas: "Fica complicado, por que tu (no caso 'eu', segundo ele) não tem convicção da existência de vida após a morte, o que dificulta a ideia. Finitude implica desespero. O Ser não é talhado para enfrentar tal conceito e ideia. Eu, por exemplo, tenho certeza, extrapolando a ideia de Fé, que vou continuar vivo depois de morrer, o que empresta ao sentido da vida um caráter diverso, acrescentando nuances não perceptíveis aos olhos do Materialismo. Sim, quando o foco de nossas vidas é o corpo, a matéria... aí, meu amigo, complicou de vez! O desmanche do corpo, neste caso, acarretaria a destruição do espírito... Amealhar coisas outras, que não estejam vinculadas simplesmente à matéria... 'That's what I'm talking aabout"!!!...
24 de julho de 2013 às 01:25

Ricardo Bing Reis Comentários interessantes que recebi > 1- O que eu acho sobre a passagem do tempo? Acho lamentável... queria muito que Nárnia fosse aqui. O resto, para mim, é demagogia, vou tentar me segurar o que der... ; 2- Claro que se pudéssemos ficar jovens por mais tempo, interessante seria, mas fazer o quê com a Lei da Gravidade? Desta forma, pelo menos 'descontar' que ganhamos bastante em experiência de vida e não só idade... ; 3- A única alternativa que todos nós teríamos à passagem do tempo, seria não ter mais tempo. Assim, simplificar se impõe, e agradecer poder ir em frente...
8 de agosto de 2013 às 16:52

"O INCONSCIENTE COLETIVO". - SIGMUND FREUD -
"O MAL ESTAR NA CIVILIZAÇÃO". - SIGMUND FREUD -
"REVOLUTION". - BEATLES- (vídeo abaixo)
"ONE WORLD (NOT TWO) IS ENOUGHT FOR ALL OF US". - THE POLICE -
"THE BEST (AND THE WORST) OF BOTH WORLDS". - VAN HALEN - (álbum de 1986).

"O INCONSCIENTE COLETIVO CONT

Ricardo Bing Reis Tradução de um trecho de 'Revolution (Beatles)': "Você diz que quer uma revolução; bom, você sabe, todos nós queremos mudar o mundo. / Você me diz que isso é evolução; bom, você sabe, todos nós queremos mudar o mundo / Mas quando você fala em destruição, não conte comigo...
1 de julho de 2013 às 11:13 ·

Ricardo Bing Reis Democracia, tal como definido na Antiga Grécia, seria "O governo do povo, pelo povo e para o povo". Iniciou em Atenas e, já a partir deste início, é considerado a matriz da Democracia Moderna. Na atualidade, 'democracia' considera o governo um corpo formado por representantes eleitos; e, o povo, geralmente, como um conjunto de cidadãos próprios de uma nação, homens e mulheres acima de 18 anos (talvez 16 anos).
1 de julho de 2013 às 11:31 ·

Ricardo Bing Reis Portanto, em qualquer Democracia, assim como no Brasil, há de se manter a 'Organização Social e Política Brasileira (OSPB)' com seus 3 Poderes; dentro dos princípios da 'Moral e Cívica'. Assim, as manifestações públicas democráticas (pacíficas), são sim um direito do povo e, por lógica da definição, exclui manifestações destrutivas de anarquias e vandalismos contra patrimônio público e privado.
1 de julho de 2013 às 11:37

"O INCONSCIENTE COLETIVO CONT

Ricardo Bing Reis Por outro lado, parece que o mundo atual; e, não somente o Brasil, carece de bons representantes em todos escalões da Política, embora também seja, quiçá, coerente dizer que no Brasil o exagero tornou-se a tônica, segundo as manifestações populares de 2013. Um amigo de infância, já muito politizado desde cedo, nos idos 1970, disse-me pensativamente mas em tom de ironia, que era militante do "Partido do Bom Senso (PBS)', desde sempre fechado. Poderiam surgir alguns destes partidos (?), mundo a fora, nos próximos anos, por força dos movimentos democráticos pacíficos populares, liderados principalmente pelos jovens e adultos jovens, organizados via redes sociais?
1 de julho de 2013 às 11:49 ·

Ricardo Bing Reis As manifestações populares atuais, imagina-se, formam-se, crescem e evoluem através das redes sociais (mas que é um veículo de comunicação popular/social), digamos grosseiramente assim, 'teóricas'. Da 'teoria' das redes sociais às manifestações 'práticas', parece haver um 'GAP' considerável. As "MOBILIZAÇÔES POPULARES DE MASSA", somente ganhariam as ruas (a partir de redes sociais), se houver um campo fértil; e, este parece ser o 'DESCONTENTAMENTO/INSATISFAÇÃO' do individual e do coletivo. Exemplos: 'Primavera Árabe' e 'Brasil 2013'.
1 de julho de 2013 às 12:16

"O INCONSCIENTE COLETIVO CONT

Ricardo Bing Reis Frase de jornal > "Estamos vivendo nas ruas um momento de sublime irracionalidade; há nas ruas um tsunami". Diria que, imagino ser, o pano de fundo de qualquer manifestação popular de massa, o "DESCONTENTAMENTO/INSATISFAÇÃO" do individual e/ou do coletivo. Já os 'Fatores Causais'; bem, estes, imagino, podem ser os mais variados possíveis. E, arriscaria dizer que, uma crise econômica e bolsos vazios, é um grade fator mobilizador, dentre tantos outros... Acho.
1 de julho de 2013 às 12:47

Ricardo Bing Reis E, como os Beatles bem definiram (em "Revolution' > ...'quando você fala em destruição, não conte comigo'...); o vandalismo e a anarquia não tem lugar no conceito de Democracia (sendo então, antidemocráticos, por traduzir criminosa violência pública, insegurança pública, que cabe à ação prudente e competente da repartição "Segurança Pública' da Democracia). Assim, manchetes como estas que seguem, não fazem parte dos movimentos bem intencionados (sendo infiltrações para ganhos primários criminosos): "Depois de início pacífico de 3 horas, iniciaram-se as depredações e combate à polícia"; "Vandalismo contra patrimônio público e privado, pós manifestações pacíficas, em várias cidades do Brasil"; "Desgarrados iniciam saques"; "Protestos pacíficos da maioria, depois acrescidos de roubos de minoria"; "Sem controle: após manifestações democráticas pacíficas, flagrantes de uma noite de depredações"; "Milhares de pessoas foram às ruas ordeiramente com diversas reivindicações, porém, após, houve enfrentamento com a polícia, com pedras e bombas".
1 de julho de 2013 às 13:04 ·

O NADA FÁCIL COMPANHEIRISMO E COLÚIO.

 

O NADA FÁCIL COMPANHEIRISMO E COLÚIO. CONT

Ricardo Bing Reis Considerando-se ser quase um consenso, de que as faculdades da escuta/fala são mais pertinente às mulheres; e, a faculdades visuais (e espaciais) mais pertinentes aos homens, talvez haja razoável concordância de que, à ótica do homem, a mulher fala demais e, à ótica da mulher, o homem escute e fala de menos. E, desta forma, a mulher seria mais participativa e zelosa no relacionamento que o marido/companheiro, interpretado como desinteressado ou indiferente. Em verdade, ambos podem julgar-se tão corretos quanto incorretos em suas formas comportamentais, até porque, suponho, não existe uma verdade do que está certo ou errado em conceitos relativos e não absolutos. Sexismos à parte, e, analisando os fatos tal como são, podemos concluir, com relativa segurança de obviedade, que o homem se irrite com a mulher falando demais em seus ouvidos; tanto quanto a mulher se irrite ao perceber que o homem silencia, por aparente (e não real) indiferença. São falsas interpretações, tanto de um lado quanto de outro. O pressuposto (errôneo) de 'quem cala consente' (dá à mulher a falsa impressão de 'saber mais' e 'mandar mais'). É que o homem se torna progressivamente irritadiço para com ela. E, caso faça uso da réplica e tréplica, cada vez ficará mais irritado pois o poder da palavra verbalizada é maior nas mulheres, sem que isto signifique ela estar ou não com a razão (outro fator relativo). Assim, muitos homens parecem desligar-se, mediante o 'mecanismo de defesa por um botão turn off imaginário atrás de cada orelha' (para não escutar os supostos excessos verborrágicos, à ótica deles, homens, e não necessariamente uma realidade - mas uma percepção relativa).
26 de maio de 2013 às 03:34 ·

Ricardo Bing Reis Assim, não é má conduta que, por características de cada qual, a mulher se torne como que uma chefa administrativa e coordenativa do lar; ficando o homem em uma posição mais de liderança, servindo de anteparo para a energia excessiva desencadeada às mulheres nas suas lidas; bem como às situações críticas, quando as mulheres não raro recorrem à opinião do marido/companheiro; opinião esta que acaba, no mais das vezes, sendo definitiva; talvez por ter, a mulher, um componente de insegurança a maior que o homem. Esta dinâmica de casal pode sim dar muito certo, caracterizando uma forma de complementação e adaptação das características cerebrais sensoriais (e, por consequência de raciocínio e comportamento) de cada gênero. Assim, estaria aqui embasado um suficiente companheirismo e conluio, sem que isto signifique ausência de desentendimentos e certas ronhas eventuais, ou até nem tão eventuais. Palavra-chave: TOLERÂNCIA. Mas isto tudo, a mim parece, não ser uma regra estanque. Pode sim ser a dinâmica do casal até invertida. Não há qualquer necessidade do relacionamento ser algo perfeito do tipo 'cara-metade', 'estória encantada', ou 'the best'. Sendo suficientemente satisfatório, está mais do que bom. A busca por perfeição, pode gerar separações, que depois desencadearão frustrações, ao perceber-se que as coisas não são como imaginava que pudessem ser. Acho.
26 de maio de 2013 às 03:53 ·

Ricardo Bing Reis Aqui, lembro de 2 casos de 'bodas de ouro' que recebi em consultas. O primeiro caso foi de senhora que me disse ter se separado do marido pós 50 anos de casados, pois ele, ao se aposentar, veio muito mais para casa e não o suportou. Percebeu que não sabia quem era o homem (chato e ranzinza) com quem estivera casado por 50 anos!... Talvez ela não tivesse considerado que o parar de trabalhar tenha feito mal a ele. O outro caso foi de um casal que veio junto, e, então, perguntei-lhes qual era o segredo de um casamento tão longevo. E ele me perguntou: -"Quando o homem diz a primeira palavra, a mulher não toma a dianteira e fala sem parar"? Respondi que não raro. Então completou: -"Nunca dê a primeira palavra"!... São condutas.
26 de maio de 2013 às 04:00

O CÉREBRO

Ricardo Bing Reis O cérebro, frequentemente, é visto em analogia ao 'hardware', embora seja, em consistência, uma gelatina intracraniana. Assim sendo, talvez a palavra 'hardware' combinasse mais com 'cabeça dura'; embora, paradoxalmente, os 'cabeça dura' tenham 'miolo mole'. Pois o cérebro, de tanta complexidade, pode trazer emoções, sentimentos e vivências igualmente complexas e até inacreditáveis. Como ocorre na "Desrealização e/ou Despersonificação". Embora sejam tidos mais como sintomas do que como distúrbios básicos (isto é, por si), escrevo ambos com letra maiúscula em consideração ao sofrimento maiúsculo que sofre o portador destes sintomas; já que, quase irremediavelmente, sente-se e consideram-se 'literalmente loucos'; até porque o que vivenciam é 'enlouquecedor'; quando, na verdade, no mais das vezes, são coadjuvantes de fortes Ansiedades (TOC, fobias, síndromes do pânico, estresse pós-traumático, etc) e/ou Depressões e/ou diversos outros Transtornos psico-mentais. Assim acho.
25 de maio de 2013 às 01:47

Ricardo Bing Reis É muito importante que não se confunda com a excessiva preocupação com a aparência física; isto é o "Narcisismo Corpóreo". Suponho que o Narcisismo também possa ter sua faceta psíquico-mental, como no caso da arrogância, soberba, jactância, prepotência, onipotência, ganância, etc.
25 de maio de 2013 às 01:54

Ricardo Bing Reis Acho também que é igualmente muito importante que não se confunda com a 'Síndrome da Distorção da (Auto) Imagem'; que é aquela já bem conhecida circunstância em que a pessoa fica convencida de ter defeitos corpóreos que sequer possui; ou, se os possui, são em nível mínimo (mas insiste em os ver na desproporcionalidade, bem maiores do que são em realidade). Pode ser de tal forma intenso, que ameaça chegar ao delírio. São aqueles rituais obsessivos de se olhar no espelho buscando defeitos, vendo-se diferente do que se é. O nome deste diagnóstico, suponho, é 'Transtorno de Dismorfia Corporal'.
25 de maio de 2013 às 02:24

O CÉREBRO CONT

Ricardo Bing Reis Já a Despersonificação e Desrealização são quadros que mal se consegue descrever de forma a ser compreendido. Nunca vi um livro que bem especifique o que sente as pessoas que padecem deste quadro. A Despersonificação é uma sensação inacreditável, onde a pessoa tem a nítida sensação de estar fora de si, não no sentido metafórico de 'surtando', mas no sentido real, levemente 'saído' de seu próprio corpo. Em pobre analogia, mas que ainda seria útil, a pessoa se sentiria como naquelas televisões abertas com imagem com 'fantasma', ou em um filme 3D sem colocar os óculos para 3D. É como se ele estivesse fora de seu corpo. Aqui, estaríamos, pressuponho, já entrando na área da Desrealização, onde a pessoa pode como que sentir-se um observador de si mesmo. Ver-se-ia como se estivesse em uma imagem especular, ou, de novo mal explicando, em uma tela de cinema; fora da realidade em que sabe estar. Isto é ou não é a própria descrição de uma "loucura"(!)? E, o portador, tem consciência absoluta do que está sentindo, já que seu juízo crítico está intacto e seu raciocínio igualmente preservado. Portanto, sabe-se julgar 'estar louco' (embora não esteja). Adianto-me a frisar que isto descrito, em nada guarda relação com fenômenos esotéricos como desencarnação ou coisas parecidas, que sequer domino. Digo isto pois, (quase) sempre estão associados a forte ansiedade, forte irritabilidade, forte depressão. É como que se estas emoções deixassem o cérebro/mente caótico(a). Assim sendo, (quase) sempre respondem muito bem às medicações e, não me consta que fenômenos esotéricos cedam por efeito de medicações!
26 de maio de 2013 às 03:01

Ricardo Bing Reis QUEM PODE FERIR O CÉREBRO A 'FERRO E FOGO' DEIXANDO UMA CICATRIZ (SENTIDO FIGURADO), É UMA EXPERIÊNCIA DE ESTRESSE TRAUMÁTICO (QUE DESENCADEOU PÂNICO, HORROR, TERROR), CULMINANDO NA 'SÍNDROME DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO' > www.neurocienciadotrauma.com.br

Principal
www.neurocienciadotrauma.com.br
Seminario neurociencia do trauma no rio de janeiro em 2011. Produção da ABT.
2 de junho de 2013 às 03:46 ·

Ricardo Bing Reis QUAL É O MEU DIAGNÓSTICO? Eu tinha um Congresso de Antibioticoterapia em São Paulo e então não marquei agenda para quinta e sexta. Tendo em vista que estou com um problema no telhado da minha Clínica, marquei com uma Empresa especialista para sábado. Tinha para mim, mentalmente, que o Congresso era nos 2 últimos dias do mês de agosto. Então, fui com minha malinha todo feliz para o aeroporto ontem no início da tarde a ao tentar tirar aquele check-in (em uma espécie da caixa eletrônico), meu nome não estava na listagem dos passageiros. Então, a orientadora circulante me pediu para conferir no balcão. Esta, olhou o impresso e disse (segurando um riso travesso): 'Só vendo assim de pronto, já sei o que é; mas antes vou dar mais uma conferida na listagem de nomes -estando mesmo meu nome ausente, continuou - O senhor já viu a data do seu voo? É dia 30, e hoje é 29!". Esqueci-me que agosto tem 31 dias. Mas quem foi o tolo que botou 31 dias em agosto? Desisti do Congresso por causa do telhado no sábado, já que a previsão é de chuva no domingo. Fato é que toda TAM e o aeroporto Salgado Filho já está sabendo do ocorrido como piadas correndo, bem como em casa, família, empregada e assim vai. Serei a chacota do resto do ano!...
30 de agosto de 2013 às 17:59

Dr. Roger McIntyre (Canadá), especializado em pesquisas sobre transtornos de humor e comorbidade médica, estará presente no WCBBE 2013, na conferência “Neuroproteção e neuroagressão no transtorno bipolar”.
Acesse www.wcbbe.com e não deixe de participar do WCBBE 2013! — com Clinica Cefel.

Ricardo Bing Reis Especialista Dr. Gikovatte, comentou via Rádio CBN, que não se deve confundir o 'Transtorno Bipolar' com 'Transtorno Boarderline'. O primeiro, seria um Transtorno do Humor (oscilante entre Mania/euforia e Depressão); o segundo, seria um Transtorno de Personalidade, onde o indivíduo teria deficiente formação e percepção de conceitos morais. Ausência ou baixos níveis de escrúpulos, etc... No entanto, dada a complexidade, a quem interessar, nada como se informar com especialistas da área 'psi', tal psiquiatras.
10 de abril de 2013 às 00:58

Ricardo Bing Reis Talvez parte da complexidade da diferenciação tenha a ver com o fato de que o Bipolar, não raro, apresenta um grau maior de irritabilidade e agressividade, gerando confusão com 'falta de moralidade'. Porém, convenhamos, são coisas distintas. Acho.
10 de abril de 2013 às 23:34 ·

Ricardo Bing Reis Talvez coubesse aqui também, ao lado do dito "Transtorno Boarderline", um estudo diferencial das terminologias 'associal', 'anti-social', 'delinquente', 'psicopata' e 'sociopata'. Mas, não ousaria. É assunto para um Psiquiatra Forense.
22 de abril de 2013 às 00:58

SEI QUE NINGUÉM TEM 8 MINUTOS. MAS ESTE VÍDEO, MUITO ANTES DE SER ENGRAÇADO, É A PURA VERDADE NA DISTINÇÃO ANTROPO-BIOLÓGICA ENTRE OS CÉREBROS DOS 2 GÊNEROS. INCLUSIVE SE PRESTA PARA OS RELACIONAMENTOS VINGAREM, SEM VINGANÇAS.